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sexta-feira, 23 de maio de 2008

NOVA LINGUAGEM NA EVANGELIZAÇÃO

COMUNICAÇÃO NO DOCUMENTO DE APARECIDA
Nova linguagem na Evangelização
Geraldo Ferreira Bendaham

Lendo com atenção o Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe na ótica da Comunicação Social, notaremos a preocupação dos Pastores com esses meios, sua forte influência global na cultura, o desafio da nova linguagem dos meios, contribuição na proclamação do Evangelho e necessidade de conhecê-los para utilizá-los de modo crítico a serviço da Nova Evangelização.

No texto de Aparecida se pode seguramente encontrar referências a comunicação nao menos que 91 vezes, desde a introdução (2x), ver (48x), julgar (6x) e agir (35x). Não são muitas as citações, pois o documento não trata da comunicação em si, mas da realidade eclesial, sócio-ecônomica-cultural da América Latina e Caribe em seu contexto diante das mudanças atuais, os fundamentos do discipulado como ser missionário e como agir sendo discípulo de Jesus, comunicando a beleza do encontro com o Senhor, proclamando-a em toda América Latina e Caribe utilizando o testemunho cristão e as novas linguagens dos meios.

Na introdução percebemos o desejo dos bispos em comunicar a grande riqueza de sermos cristãos. A Igreja não quer ficar somente para si com o dom recebido do Pai, nem tão pouco formar somente para mostrar que tem títulos ao interno da Igreja, mas, sobretudo, quer comunicar a experiência de ser discípula de Cristo, caminho, verdade e vida, como o principal tesouro encontrado, isto é, deseja que cada cristão missionário e discípulo do Senhor “comuniquem (...) o dom do encontro com Jesus Cristo”[1] razão da alegria e realização plena da vida. Este é objetivo fundamental da comunicação no Documento de Aparecida. Em síntese podemos afirma que a Igreja comunica Cristo através dos seus membros em comunhão. Nesse sentido a Igreja é a testemunha fiel de Cristo vivo. Comunicar Cristo ao mundo não parece ser uma novidade hoje, pois a ao longo da história, a Igreja iluminada pelo Espírito Santo, sempre teve presente este objetivo que em outras palavras chamamos de evangelização, como definiu muito bem o Papa Paulo VI na Evangelii Nuntiandi nº. 14: “evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar”[2]. Nesse sentido escrevia o Papa João Paulo II por ocasião da chegada do novo milênio, afirmando que não precisamos inventar outro programa para continuar o processo de evangelização. Assim afirma na Carta Apóstolica Novo Millennio Ineunte número 29:

Não se trata de inventar um « programa novo ». O programa já existe: é o mesmo de sempre, expresso no Evangelho e na Tradição viva. Concentra-se, em última análise, no próprio Cristo, que temos de conhecer, amar, imitar, para n'Ele viver a vida trinitária e com Ele transformar a história até à sua plenitude na Jerusalém celeste. É um programa que não muda com a variação dos tempos e das culturas, embora se tenha em conta o tempo e a cultura para um diálogo verdadeiro e uma comunicação eficaz[3].

Como diz o Papa o “programa” não muda. Cristo continua sendo o mesmo, ontem, hoje e sempre (Heb. 13, 8). Mas o tempo, as épocas, a cultura, passam por influências e mudam os contextos históricos. Muitas tradições se perdem, outras morrem e muitas se aperfeiçoam. É urgente uma linguagem que de fato comuniquem e ajude a transmitir [4] o tesouro da fé, promova, respeite e incide os valores do Evangelho de modo inculturado na sociedade. Estamos diante de grandes mudanças globais que influenciam, massificam e, de certo modo, forçam as culturas locais a se tornarem monocultura diluindo-a em uma cultura global que não esta em lugar nenhum.

Na realidade estamos diante de uma situação nova na qual, os modelos anteriores já não se aplicam. Todos sentimos que o sistema político não funciona. O mesmo ocorre com a educação e a organização da saúde. A vida econômica entrou numa fase de transição, cujo fim ninguém conhece. O trabalho está em plena mutação. Neste novo cenário, alguns afirmam que, no futuro, a Igreja será novamente uma Igreja de ‘catacumbas’ (sólida, firme, porém pequena e excluída das grandes decisões). Outros acreditam, entretanto, que é possível trabalhar por uma Nova Evangelização que influencie a sociedade [5].

Penso que o autor acima descreve bem a realidade, porém sobressai um certo pessimismo, no entanto a sua segunda hipótese de uma Nova Evangelização pareça ser a mais verdadeira e possível de realizar, tema tratado muitas vezes pelo Papa João II. Recordemos o seu discurso por ocasião da Conferência de Santo Domingo quando falava da urgente necessidade de utilizar os novos métodos, ardor missionário e as novas expressões para evangelizar em nossa época[6].

Diante das transições épocais se faz necessário trabalhar o mesmo conteúdo, a mesma mensagem, porém utilizando os novos meios e linguagem adequada para comunicar Cristo ao receptor, aos fiéis de nosso tempo, ou seja, comunicar Cristo à geração cibernética. Neste caso, para que haja o feedback, é imprescindível que o emissor use a linguagem que o receptor entenda. No caso de uma não compreensão da mensagem, certamente o emissor deve verificar seu código e mudar. Uma atitude agressiva, impositiva, forçando para que o receptor capte a mensagem sem levar em consideração a realidade do receptor e ainda acusá-lo de ignorante, seria um gesto colonizador que não corresponde mais aos tempos hodiernos. Uma linguagem evangélica experimentada pelos primeiros discípulos, cultivado pela Igreja primitiva e vivenciada ao longo da história por milhares de cristão é o testemunho de vida cristã. O testemunho é a principal linguagem de comunicação do cristianismo. Recordemos a famosa frase de Papa Paulo VI quando disse que O “homem contemporâneo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres, (...) ou então se escuta os mestres, é porque eles são testemunhas”[7]. Este modo de ser, os bispos reunidos em Aparecida chamam de “linguagem testemunhal”[8] que não pode ser somente fruto do esforço humano, mas de um envolvimento pessoal com Cristo, expressado publicamente na dimensão comunitário e social, sem esquecer a graça do Espírito Santo que entusiasma e conduz a missão da Igreja. Para que essa linguagem continue a contagiar e influenciar positivamente pessoas no seguimento de Cristo, necessitamos de testemunho com qualidade a partir de um “coração pleno e indivisível”[9] pautado pela santidade.

A insistência dos pastores em adequar a linguagem certa direcionada ao público alvo certo, não significa em nada deixar ou omitir a verdade profética do Reino. Significa aproveitar os recursos tecnológicos e midiáticos para comunicar a totalidade de Cristo e do seu Evangelho numa época que exige mudança de linguagem adequada, veloz, interativa e inculturada. Neste sentido os bispos reconhecem que a linguagem utilizada, sobretudo na catequese, “parecem não levar em consideração a mutação dos códigos existencialmente relevantes nas sociedades influenciadas pela pós-modernidade e marcadas por um amplo pluralismo social e cultural”[10]. Ai esta o desafio da evangelização para toda a Igreja e os discípulos e discípulas de Cristo na América Latina e Caribe.
Deste modo se justifica a preocupação dos bispos com a formação dos discípulos missionários, para que aprendam a fundo “as novas linguagens”[11] que devem ser utilizadas para comunicar a Pessoa de Cristo. No entanto as novas linguagens, reconhecem os bispos, exercem um poder influenciador muito grande na vida das pessoas e da sociedade do ponto de vista cultural que em vez de ajudar na busca da verdade, muitas vezes “ocultam o sentido divino da vida humana redimida em Cristo”[12]. É nesse sentido que os bispos fazem pesadas críticas aos meios de comunicação e à cultura do consumo, enquanto esses, criam mundos imaginários[13], fantasiosos e com um poder mundial veloz muito grande, capaz de disponibilizar milhões de informações instantâneas, deixando os sujeitos incapazes de decodificar tantos significados recebidos. Afirmam ainda que, embora a ciência e a tecnologia ajudem no prolongamento da vida humana, mesmo assim “não têm as respostas às grandes interrogações da vida humana”[14].

Um exemplo clássico da influência da comunicação no modo de viver das pessoas, se encontra na publicidade que é capaz de criar desejos e vender produtos, serviços e idéias ao mercado mundial, persuadindo e convencendo os consumidores a aderirem as melhores marcas. Podemos pensar, por exemplo, nas grandes marcas de produtos desejados pelos consumidores, especialmente jovens, usadas em todo mundo. Assim define os bispos: “a publicidade conduz ilusoriamente a mundos distantes e maravilhosos, onde todo desejo pode ser satisfeito pelos produtos que têm um caráter eficaz, efêmero e até messiânico. Legitima-se que os desejos se tornem felicidade. Como só se necessita do imediato, a felicidade se pretende alcançar através do bem-estar econômico e da satisfação hedonista”[15]. Não podemos esquecer que na história da comunicação, a Igreja Católica é citada como iniciadora dos tempos modernos da publicidade e propaganda: “foi precisamente em 1622 que a Propaganda foi institucionalizada pela Igreja Católica quando criou a ‘Fundação da Congregação da Fé (de propaganda fidei) por Gregório XV (Roma, Itália)’ para divulgar o Evangelho e buscar novos povos. Podemos afirmar que esse dado histórico oficializa o nascimento da Publicidade rumo aos tempos modernos”[16].

No mundo globalizado essas ações interferem nas tradições culturais locais e religiosas e se impõe como uma nova colonização cultural[17] formando culturas artificiais e homogeneizadas[18]. Assim afirma os bispos sobre os meios de comunicação no número 39 do documento de Aparecida:

Os meios de comunicação invadiram todos os espaços e todas as conversas, introduzindo-se também na intimidade do lar. Ao lado da sabedoria das tradições, em competição, localizam-se agora a informação de último minuto, a distração, o entretenimento, as imagens dos vencedores que souberam usar a seu favor as ferramentas tecnológicas e as expectativas de prestígio e estima social. Isso faz com que as pessoas busquem denodadamente uma experiência de sentido que preencha as exigências de sua vocação, ali onde nunca poderão encontrá-la[19].

O avanço dos meios de comunicação e a tecnologia plasmam um modo novo de ver a realidade que nem sempre corresponde a realidade das pessoas e de certo modo fragmentam o sujeito incutindo nas mentes e nas culturas “um sentido estético, uma visão da felicidade”[20] que impede o sujeito de fazer uma síntese de si mesmo e da realidade. Por isso os bispos dizem que os problemas que mais assusta não é o volume de informação, a nova linguagem utilizada ou a “multiculturalidade” [21], pregado pelo mass media, mas a incapacidade de “não conseguir reunir o conjunto de todos estes significados da realidade em uma compreensão unitária que lhes permita exercer sua liberdade com discernimento e responsabilidade”[22]. Este é um dos desafios da evangelização hoje !

Diante desta realidade em constante mutação, nos perguntamos: Como se tornar discípulo missionário de Cristo mantendo uma espiritualidade forte capaz de captar a vontade de Deus e comunicar o seu amor nos diversos ambientes das sociedades nesse clima de rápidas mudanças e a forte influência dos meios de comunicação? Ou podemos fazer de uma constatação dos bispos um outro questionamento: Como anunciar “a nossos povos que Deus nos ama, que sua existência não é uma ameaça para o homem, que Ele está perto com o poder salvador e libertador de seu Reino, que Ele nos acompanha na tribulação, que alenta incessantemente nossa esperança em meio a todas as provas” [23] num mundo globalizado que já não aceita voz da Igreja como a única voz?

Neste mundo globalizado, em constante mutação sócio-econômico-cultural, que privilegia a economia em detrimento dos sujeitos, com uma forte experiência de comunicação planetária, cada vez mais conectando povos e culturas pelas inforvias comunicacionais de alta velocidade ou “espaço cibernético”[24], a Igreja da América Latina e Caribe responde em comunhão com a Igreja Universal, através do Documento de Aparecida que Cristo é a resposta que sacia todos os desejos humanos (Lc 19, 1-10). Somente um encontro pessoal (Jo 4, 5-42) e íntimo com Ele na comunidade a pessoa encontrará as razões para o sentindo da própria existência. Para que ocorra este saciamento (Jo 4,15) existencial “os cristãos precisam recomeçar a partir de Cristo, a partir da contemplação de quem nos revelou em seu mistério a plenitude do cumprimento da vocação humana e de seu sentido. Necessitamos nos fazer discípulos dóceis, para aprendermos d’Ele, em seu seguimento, a dignidade e a plenitude de vida.” [25]. Esta experiência exige um grande envolvimento do discípulo missionário com Cristo, um verdadeiro encontro de conversão (metanoia), percorrendo o mesmo caminho de Jesus, com o seu olhar, amor e sentimento (Fil 2, 5) pelo próximo, aceitando as conseqüências da cruz, exigências e alegrias de ser discípulo e discípula do Mestre. Envolvidos pelo Evangelho de Jesus e seguindo o seu exemplo, os discípulos missionários estarão aptos, como pessoa de comunhão eclesial, à comunicar o mistério de Cristo, através dos “meios de comunicação de massa: imprensa, rádio e TV, cinema digital, sites de Internet, fóruns e tantos outros sistemas para introduzir neles o mistério de Cristo”. Certamente esses meios são uma oportunidade para a Igreja comunicar a Fé, utilizando de modo crítico para penetrar os espaços dos novos areopágos culturais (At 17), sem esquecer o amor do Pai presente no coração humano, antes de qualquer iniciativa missionária evangelizadora.

O Documento de Aparecida reconhece esta nova linguagem cultural globalizada, influenciada, sobretudo pelos meios de comunicação, mas não diz como deve ser utilizada criticamente, tendo em vista que os cristãos devem usar os meios interativos, respeitando e promovendo a cultura dos povos. Por isso, os bispos insistem que o discípulo comunicador é uma pessoa que fez o encontro com o Senhor, pois, não vai comunicar um anúncio publicitário, mas a “a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunhá-lo e anunciá-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e da Igreja a todos os confins do mundo” (cf. At 1,8) [26].

No documento da Conferência, nota-se que os bispos se comprometem em acompanhar a formação dos discípulos missionários, afim que aprendam a utilizar os meios a partir do horizonte Cristológico, e cresçam neste modo novo de evangelizar. Para que seja concretizada esta dimensão da evangelização os bispos se propõem:

a) Conhecer e valorizar esta nova cultura da comunicação.
b) Promover a formação profissional na cultura da comunicação de todos os agentes e cristãos.
c) Formar comunicadores profissionais competentes e comprometidos com os valores humanos e cristãos na transformação evangélica da sociedade, com particular atenção aos proprietários, diretores, programadores e locutores.
d) Apoiar e otimizar, por parte da Igreja, a criação de meios de comunicação social próprios, tanto nos setores televisivos e de rádio, como nos sites de Internet e nos meios impressos.
e) Estar presente nos meios de comunicação de massa: imprensa, rádio e TV, cinema digital, sites de Internet, fóruns e tantos outros sistemas para introduzir neles o mistério de Cristo.
f) Educar na formação crítica quanto ao uso dos meios de comunicação a partir da primeira idade
g) Animar as iniciativas existentes ou a serem criadas neste campo, com espírito de comunhão.
h) Promover leis para criar nova cultura que protejam as crianças, jovens e as pessoas mais vulneráveis para que a comunicação não transgrida os valores e, ao contrário, criem critérios válidos de discernimento
i) Desenvolver uma política de comunicação capaz de ajudar tanto as pastorais de comunicação como os meios de comunicação de inspiração católica a encontrar seu lugar na missão evangelizadora da Igreja
[27]

Para concluir esta reflexão da leitura do Documento de Aparecida na ótica da comunicação, incluo aqui, sobretudo o rosto dos pobres e dos excluídos mencionados pelos bispos. Não somente rostos, mas pessoas que nem sempre são vistos pela sociedade complexa, pois estes estão na periferia, ruas, avenidas, favelas, muitos deles, excluídos da cultura digital. Gritam através de suas necessidades mais básicas. Estes são desejosos de receber dos discípulos e missionários o convite para recomeçar com esperança as suas vidas “a partir de Cristo”[28]. É neste sentido que os bispos, na conclusão do documento de Aparecida, clamam: “Necessitamos sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades e dos povos para lhes comunicar e compartilhar o dom do encontro com Cristo, que tem preenchido nossas vidas de “sentido”, de verdade e de amor, de alegria e de esperança!”[29].

Rostos daqueles que sofrem [30]

Comunidades indígenas e afro-americanas.
Em muitas ocasiões, não são tratadas com dignidade e igualdade de condições.
Muitas mulheres são excluídas
Em razão de seu sexo, raça ou situação sócio-econômica.

Jovens que recebem uma educação de baixa qualidade.
Não têm oportunidades de progredir em seus estudos nem de entrar no mercado de trabalho para se desenvolver e constituir uma família.

Muitos pobres, desempregados, migrantes, deslocados, agricultores sem terra.
Aqueles que procuram sobreviver na economia informal.

Meninos e meninas submetidos à prostituição infantil.
Ligada muitas vezes ao turismo sexual.
Crianças vítimas do aborto.
Milhões de pessoas e famílias vivem na miséria e inclusive passam fome.

Dependentes das drogas, as pessoas com limitações físicas, os portadores e vítimas de enfermidades graves como a malária, a tuberculose e HIV – AIDS.
Sofrem a solidão e se vêem excluídos da convivência familiar e social.

Seqüestrados e aqueles que são vítimas da violência, do terrorismo, de conflitos armados e da insegurança na cidade.

Os anciãos que, além de se sentirem excluídos do sistema produtivo.
Vêem-se muitas vezes recusados por sua família como pessoas incômodas e inúteis.
Situação desumana em que vive a grande maioria dos presos.
Necessitam de nossa presença solidária e de nossa ajuda fraterna.



[1] Conselho Episcopal Latino-Americano. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007. n. 14.
[2] PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. n. 14
[3] JOÃO PAULO II. Novo Millennio Ineunte, n. 29.
[4] Documento de Aparecida. n. 18.
[5] CESCON, Everaldo. Ser discípulo num tempo de mudança, Reb Revista Eclesiática Brasileira, fas. 286, 2007, p. 957-958.
[6] Cf. Discurso de Abertura do Papa João Paulo II. IV Conferência Latino Americano em Santo Domingo, 1992.
[7] PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. n. 41
[8] Documento de Aparecida. n. 55.
[9] Idem. n. 196, 216.
[10] Idem. n. 100
[11] Idem. n. 35, 484
[12] Idem. n. 35
[13] Idem. n. 51
[14] Idem. n. 123
[15] Idem. n. 50
[16] BENDAHAM, Geraldo F. Linguagem Publicitária e o consumidor com deficiência auditiva, 2006.
[17] Documento de Aparecida. n. 46
[18] Cf. Idem. n. 46
[19] Idem. n. 39
[20] Idem. n. 45
[21] Idem. n. 44.
[22] Idem. n. 42
[23] Idem. n. 29
[24] Idem. n. 487
[25] Idem. n. 41
[26] Idem. n. 145
[27] Idem. n. 486
[28] Idem. n. 549
[29] Idem. n. 548
[30] Idem. n. 65
REFERÊNCIAS

CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007.

JOÃO PAULO II. Novo Millennio Ineunte. Disponível em:
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20010106_novo-millennio-ineunte_po.html.%20Acessado em 15.05.2008.

CESCON, Everaldo. Ser discípulo num tempo de mudança. Reb Revista Eclesiástica Brasileira, fas. 286, 2007.

PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. Disponível em:
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19751208_evangelii-nuntiandi_po.html.%20Acessado em 16.05.2998.

Discurso de Abertura do Papa João Paulo II. IV Conferência Latino Americano em Santo Domingo, 1992. Disponível em:
http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PAPA&id=pap0314. Acessado em 16.05. 2008.

BENDAHAM, Geraldo F. Linguagem Publicitária e o consumidor com deficiência auditiva, 2006. Disponível em:
http://compartilhi.blogspot.com/2008/05/comunicao-e-o-deficiente-auditivo.html.%20Acessado em 18.05.2008.


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