<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525</id><updated>2011-04-21T16:38:35.555-07:00</updated><category term='Comentario'/><title type='text'>C O M P A R T I L H I D É I A</title><subtitle type='html'>Bem vindo ao blogger !  A idéia é COMPARTILHAR com vocês nossos conhecimentos. Ótima leitura e seja livre para utilizar os textos, desde que cite a fonte.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-1559547618572117025</id><published>2008-06-23T03:14:00.000-07:00</published><updated>2008-12-05T13:56:37.584-08:00</updated><title type='text'>SÃO PAULO, ENCONTRO COM CRISTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL DE SÃO PAULO: Encontro com Cristo .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciamos esta breve reflexão sobre São Paulo recordando do Evangelho de São João quando disse: “O vento sopra onde quer; ouves-lhe o ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece com aquele que nasceu do Espírito” (Jo 3, 8). Nesta reflexão contemplaremos a vida de Paulo e veremos que o Espírito de Deus através da comunidade cristã tocou seu coração. Paulo contará que a mudança de sua vida ocorreu devido a um encontro com Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este acontecimento será fundamental para todo seu ser ontológico. A mudança não será somente de mentalidade, mas abrangerá toda a sua existência. Depois deste encontro, Paulo integra em sua vida a Vida de Cristo, até sua respiraçao falará de Cristo. Agora o seu viver é Cristo. Com esta paixão por Cristo, Paulo tornará o missionário que irá fora de Jerusalém, indo até os povos considerados pagãos, com afirma Fabris: “Paulo é o protagonista principal (...) que levará a mensagem cristã fora da Palestina e entre os pagãos”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. É neste sentido que o sopro do Espirito Santo contagiou toda a vida de Paulo conduzido ao coração de Cristo, mediante a sua liberdade. Paulo aceitou de caminhar com Jesus, viver e comunicar seu Evangelho sendo missionário entre aqueles que ainda não conheciam “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Jesus sabia, que o Espírito do Pai estava com Ele para anunciar a Boa Nova aos pobres, e mostrou isso lendo o texto do profeta Isaias (61,1-2), não será exagero afirmar, que o mesmo texto escrito por Lucas, serve para ser aplicado a Paulo depois de seu encontro com Jesus: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor”. (Luc 4, 18-19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi exatamente o que Paulo realizou em sua atividade missionária. Sua missão foi anunciar o Evangelho, isto é, anunciar a Pessoa de Cristo, crucificado, morto e ressuscitado aos povos. É neste sentido que Paulo afirma: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho”! (1 Cor 9,16). Esta é a missão em todas as épocas da Igreja. Paulo não somente pregou, mas fundou várias comunidades e acompanhou com sua paternidade espiritual, concretizando a palavra falada em carne, ou seja, em Igreja corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veremos agora um breve relato da vida de Paulo para nos situar históricamente. Em seguida analizaremos teologicamente e espiritualmente o seu encontro com Cristo na estrada de Damasco e algumas breves consequências da sua vida a partir de sua trasformação interior, sem esquecer que estamos diante de um agir de Deus que vai além de nossa compreesão, mas que é possível, a exemplo de Paulo, experimentar hoje a mesma experiência de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. BREVE RELATO DA VIDA DE PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao olharmos para a vida na perspectiva do Criador, veremos que Ele tem um plano de amor para cada vida e para toda a natureza. Somos pessoas especiais para o Pai. Ele nos escolheu, pois já estamos presente em seu plano de amor desde toda a eternidade. O profeta Jeremias exprime bem está idéia quando afirma: “antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações”. (Jer 1,5). Certamente Paulo já era um homem escolhido por Deus. No entanto a pessoa pode aceitar o rejeitar o chamado de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro encontro de Paulo com a Igreja não houve “adesão, mas uma violenta repulsão”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Este fato ocorreu no encontro com a comunidade cristã durante a morte de Estevão: “Lançaram-no fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas depuseram os seus mantos aos pés de um moço chamado Saulo” (At 7,58). É provável que testemunho do martírio de Estevão por causa de Cristo, tenha impressionada muito a Paulo. Neste sentido afirma o Papa Bento XVI: “O vínculo profundo que une Cristo ao seu primeiro mártir Estêvão é a Caridade divina: o mesmo Amor que levou o Filho de Deus a despojar-se a si mesmo e a fazer-se obediente até à morte de cruz (cf. Fil 2, 6-8), estimulou depois os Apóstolos e os mártires a dar a vida pelo Evangelho”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; . Assim como Estevão, muitos cristãos e especialmente Paulo, contagiados pela Caridade divina, ou seja , Cristo, ofereceram suas vidas através do martírio pelo Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante deste encontro, mesmo que violento, do qual Paulo participou, ficou o estímulo e o amor de Estevão por Cristo gravado em sua memória. Na sua experiência da rigorosa aplicaçao da lei, Paulo não havia visto algo semelhante de tamanha doação. Somente depois que Ele faz a experiência com Jesus na estrada de Damasco (At 9,1-19a) reconhece a comunidade eclesial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1. Alguns dados biográficos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos obter informações biográficas de Paulo, nascimento, cidadania e formação, a partir das suas cartas e dos escritos lucanos dos Atos dos Apótolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Nascimento: Paulo nasce na cidade de Tarso na província romana da Cilícia no sec. I, d.C&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, provalvelmente entre o ano 5 a 15&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, “aguns anos depois de Cristo”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Tarso era uma cidade muito importante economicamente e culturalmente como afirma o próprio Paulo: “Eu sou judeu, natural de Tarso, na Cilícia, cidadão dessa ilustre cidade” (At 21,39). Paulo era de família judaica e na sua casa se observava rigorosamente os princípios do judaismo farisaico&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, pois sua família pertencia a tribo de Bejamim. Assim afirma Paulo sobre sua experiência no judaismo: “Circuncidado ao oitavo dia, da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu e filho de hebreus. Quanto à lei, fariseu” (Fil 3,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Cidadania: Paulo era cidadão romano e havia dois nomes. A cidadania romana, algo não fácil de obter em uma província romana, Paulo herdou de seus pais que foram prisioneiros de guerra dos romanos e escravos de um romano que lhe concedeu de serem cidadãos romanos, inclusive com direito ao provocatio que dava direito a apelar a um juiz superior em Roma e a muneris publici vacatio que dava o direito de ser dispensado do serviço militar&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Quanto ao seu nome, o primeiro, Saulo, é um nome hebraico que faz referência ao primeiro rei de Israel; o segundo, Paulo, é latino e faz parte de sua cidadania romana&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Podemos pensar que o nome tavez não represente uma mudança radical e profunda, no entanto para Paulo, depois do encontro com Jesus, nota-se um novo Paulo que deixou a vida passada e permanece no caminho de Cristo. Podemos dizer que agora Paulo é um novo homem, assim ele se descreve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo isso, que para mim eram vantagens, considerei perda por Cristo. Na verdade, julgo como perda todas as coisas, em comparação com esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com ele. Não com minha justiça, que vem da lei, mas com a justiça que se obtém pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus pela fé. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder da sua Ressurreição, pela participação em seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na morte, com a esperança de conseguir a ressurreição dentre os mortos. Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo. Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta para a frente, persigo o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo (Fil 3, 7-14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se ver na carta aos Filipenses, Paulo é uma nova pessoa, pois deixou tudo aquilo que ele considerava vantagem, possívelmente a sua cidadania romana, para ser um novo cidadão de Cristo. Agora, há em Paulo uma nova cidadania, a celeste, isso significa viver neste mundo com toda a verdade, justiça e amor, a partir da orientaçao celeste, ou seja, de Cristo&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, pois quem está em Cristo é uma nova pessoa como afirma o próprio Paulo: “Comportemo-nos honestamente, como em pleno dia: nada de orgias, nada de bebedeira; nada de desonestidades nem dissoluções; nada de contendas, nada de ciúmes” (Rm 13, 13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Formação: Paulo nasceu na cidade de Tarso, mas seus estudos foram realizados em Jerusalém, tendo como mestre Gamaliel, “um dos principais dotores judeus do seu tempo”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. O próprio Paulo conta sua história: “Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade, instruí-me aos pés de Gamaliel, em toda a observância da lei de nossos pais, partidário entusiasta da causa de Deus como todos vós também o sois no dia de hoje” (At 22,3). Como podemos observar Paulo realmente foi preparado por Deus ao longo de sua vida, mesmo quando era judeu e observante da Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kliesch, para Paulo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O amor pela lei e o sentir-se pleno do espírito e da força da religião judaica, deve ter provocado nele, já a tempo, o desejo de torna-se um futuro doutor da lei. Provavelmente por este motivo aprendeu a atividade de tecedor de tendas (...) ou fabricador de tendas (At 18,3), porque um doutor da lei era obrigado a desenvolver a sua função gratuitamente&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;[12]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Como judeu fariseu, observante da lei judaica, Paulo não estava longe de Deus, apenas tinha absolvido com fidelidade e fanatismo a Lei, ao ponto de impor a sim mesmo para cumprimento rigoroso dos preceitos. Nesse sentido afirma o Papa Bento XVI: “Paulo, antes da sua conversão não era um homem longe de Deus e da sua Lei. Ao contrário, era um observante, com uma observância fiel, fim ao fanatismo. Na luz do encontro com Cristo compreende, porém, que havia procurado construir a si mesmo, a sua própria justiça, e com esta justiça vivia para si memo”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Graça a luz de Cristo e abertura de seu coração, Paulo inicia um novo olhar sobre si a parti de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se que o mesmo vigor, entusiamo e dedicação, próprio da existência de Paulo, vão continuar com ele, porém a sua energia pessoal não será mais sua, mas de Cristo. Agora tudo em sua vida é de Cristo, como diz após sua o acontecimento de Damasco: ”Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fil 1,21) ou “eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). Paulo não é anulado, mas trasformado a imagem de Cristo, a qual é chamado todo ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. ENCONTRO COM CRISTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados acima da vida de São Paulo nos situa em um contexto histórico. Isso significa que Paulo viveu em uma determindada época e em um contexto muito encarnado na história. Isso pra dizer que se trata de um acontecimento humano-divino que continua a ocorrer na vida daqueles que respondem sim ao chamdo de Deus. O evento salvífico ocorrido na vida de Paulo esta na linha da tradição bíblica do AT. É Deus que se revela ao seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido podemos recordar o chamado de Moisés, Jáco, Samuel e tantos que ouviram a voz do Senhor. Muitas, assim como Paulo não aceitaram o agir de Deus no primeiro momento, talvez por imcompressão e limite humano. Paulo percebeu a ação de Deus em sua vida no processo da caminhada. Foi na estrada de Damasco, quando Paulo estava em uma missão para prender os cristãos, que ocorreu o Econtro com Cristo que trasformou a sua vida. Certamente não foi um acontecimento mágico, mas um Encontro onde Paulo percebeu que, perseguindo a Igreja, estava perseguindo Cristo. O acontecimento de Damasco revelou à Paulo a presença e a voz de Deus. Talvez, hoje, seja também assim. Somente através de um acontecimento forte em nossa vida sejamos capazes de nos abrir às exigências de seu amor. Seguindo esta linha do encontro de Deus com os seus eleitos, contemplaremos o evento de Damasco numa pespectiva teológica esperitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1. Evento de Damasco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditaremos espiritual e teologicamene o evento de Damasco a partir dos escritos Lucanos e de alguns textos das cartas de Paulo. Recordemos que a intenção de Lucas nos Atos dos Apóstolos não é fazer uma reportagem ou uma crônica, mas apresentar uma composição literária que obedece a uma certa visão da história e do plano de Deus que guia a história humana&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Lucas apresenta a experiência da comunidade primitiva a Luz do Espírito Santo. De uma Igreja que se abre a todos os povos e nações, ou seja, sair de Jerusalém, obedecendo ao apelo de Jesus que mandou anunciar o Evangelho a todos os povos: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. (Mt 28, 18-19). Uma Igreja missionária iluminada pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesta perspectiva eclesial e teológica que Lucas apresenta o relato do encontro de Paulo com Cristo na estrada de Damasco. Uma Igreja que caminha, perserguida e mártire, mas que se sente feliz por saber que o Filho de Deus morto e ressuscitado caminha no meio da comunidade e dá sentido ao novo modo de viver. Cristo não é um peso para as pessoas, mas liberta com a única Lei do amor. Agora somos todos irmãos e irmãs: “Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3,28), pois, não há mas lugar para o egoísmo por que tudo é de todos e a comunidade é de Cristo: “Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e os seus bens, e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um” (At 2, 44-45). Lucas quer mostrar que Deus Pai, através de Jesus veio também para todos, por isso, o evento de Damasco, real na vida de Paulo, é um exemplo que a mensagem evangélica é universal e vai além do ambiente da Palestina, capaz de atingir o coração de um judeu fariseu, chamado Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora leremos o texto do Ato dos Apóstolos que narra o evento de Damasco, acontecimento que trasformou a existência de Paulo, passando de uma experência de perseguidor, crítico e rigido à uma experiência de amor, perdão, ternura, compaixão, misericórdia, acolhida, bondade, ou seja, assumiu em si “os &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2DQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mesmos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/8E8.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;sentimentos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/OM.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;havia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; em &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L9.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Jesus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HHD8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (Fil 2,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De perseguidor a apóstolo - Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Ele apresentou-se ao sumo sacerdote, e lhe pediu cartas de recomendação para as sinagogas de Damasco, a fim de levar presos para Jerusalém todos os homens e mulheres que encontrasse seguindo o Caminho. Durante a viagem, quando já estava perto de Damasco, Saulo se viu repentinamente cercado por uma luz que vinha do céu. Caiu por terra, e ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que você me persegue?’ Saulo perguntou: ‘Quem és tu, Senhor?’ A voz respondeu: ‘Eu sou Jesus, a quem você está perseguindo. Agora, levante-se, entre na cidade, e aí dirão o que você deve fazer.’ Os homens que acompanhavam Saulo ficaram cheios de espanto, porque ouviam a voz, mas não viam ninguém. Saulo se levantou do chão e abriu os olhos, mas não conseguia ver nada. Então o pegaram pela mão e o levaram para Damasco. E Saulo ficou três dias sem poder ver, e não comeu nem bebeu nada. (At 1, 1-9)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Continuando o relato, Lucas apresenta Ananias que obedecendo a voz do Senhor vai ao encontro de Paulo como o representantante da Igreja de Damasco, conforme cita o texto seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: ‘Ananias!’ E Ananias respondeu: ‘Aqui estou, Senhor!’ E o Senhor disse: ‘Prepare-se, e vá até a rua que se chama rua Direita e procure, na casa de Judas, um homem chamado Saulo, apelidado Saulo de Tarso. Ele está rezando e acaba de ter uma visão. De fato, ele viu um homem chamado Ananias impondo-lhe as mãos para que recuperasse a vista.’ Ananias respondeu: ‘Senhor, já ouvi muita gente falar desse homem e do mal que ele fez aos teus fiéis em Jerusalém. E aqui em Damasco ele tem plenos poderes, que recebeu dos chefes dos sacerdotes, para prender todos os que invocam o teu nome.’ Mas o Senhor disse a Ananias: ‘Vá, porque esse homem é um instrumento que eu escolhi para anunciar o meu nome aos pagãos, aos reis e ao povo de Israel. Eu vou mostrar a Saulo quanto ele deve sofrer por causa do meu nome.' Então Ananias saiu, entrou na casa e impôs as mãos sobre Saulo, dizendo: ‘Saulo, meu irmão, o Senhor Jesus, que lhe apareceu quando você vinha pelo caminho, me mandou aqui para que você recupere a vista e fique cheio do Espírito Santo. Imediatamente caiu dos olhos de Saulo alguma coisa parecida com escamas, e ele recuperou a vista. Em seguida Saulo se levantou e foi batizado. Logo depois comeu e ficou forte como antes. (At 9.10 -19a).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.1. Mudança pessoal radical&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do evento de Damasco, ou seja, do encontro com Cristo, tentaremos de entrar e captar a experiência mística de Paulo e perceber a sua progressiva e permanente trasformação à semelhança de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na carta aos Coríntios Paulo descreve este processo de trasfiguração, a exemplo do Mestre Jesus, que se&lt;/span&gt;&lt;a name="F1SD"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; “&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LW7.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;transfigurou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="F1SE"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LX.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;diante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (Mc 9,2b) dos seus dícipulos. Assim afirma Paulo: “e nós &lt;/span&gt;&lt;a name="H71A"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, com a &lt;/span&gt;&lt;a name="H71D"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/196.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;face&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71E"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/CX0.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;descoberta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="H71F"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;refletimos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; como num &lt;/span&gt;&lt;a name="H71I"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/DGX.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;espelho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;a name="H71K"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/4KG.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;glória&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;a name="H71M"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7H.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="H71N"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;somos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71O"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;transfigurados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71P"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MF.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;nessa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71Q"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/HU.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mesma&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71R"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/SD.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;imagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="H71S"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1L.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;cada&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H71T"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/24.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vez&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; mais &lt;/span&gt;&lt;a name="H71V"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/58J.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;resplandecente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; pela &lt;/span&gt;&lt;a name="H71X"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/P6.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;ação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;a name="H71Z"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7H.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="H720"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; é &lt;/span&gt;&lt;a name="H722"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/K6.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Espírito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (2Cor 3,18). De modo que um verdadeiro seguimento do Senhor é possível, pela sua graça, tornamos parecidos a Ele. Este aconteciemnto pode ser testemunhado ao longo da história por muitos discípulos e díscipulas, a exemplo dos santos e santas que deixaram ser trasfigurado por Ele, mediante o dom da graça recebida desde o batismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transfiguração de Paulo&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, ocorre mediante a resposta ao chamado de Deus, “a sua conversão coincide com a sua vocação”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. No entanto o encontro de Paulo com Cristo em Damasco não foi simplesmente uma conversão no sentido de arrependimento moral de seus pecados ou uma mudança de religião, como afirma o Cardeal Martini:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma (...) idéia falsa ou incompleta é pensar em Damasco somente na ótica de uma conversão moral. Paulo é um grande pecador e a um certo momento compreende o mal que esta fazendo e muda o modo de viver. A conversão a nivel de mudança ético denota a tenas vontade de Paulo, marca a mudança de um caminho interior &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn17" name="_ftnref17"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;[17]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Se a interpretação teológica espiritual vai por este caminho é possível que se esteja trilhando uma certa tendência do pelagianismo, onde a mudança de vida se basea no esforço da propria força pessoal, dispensando a graça de Deus. Neste sentido recorda o Papa Bento na Encíclica Deus Caritas Est que o “início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn18" name="_ftnref18"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Foi este “dom do encontro com Jesus Cristo”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn19" name="_ftnref19"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[19]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e a adesão a seu projeto que trasformou a vida de Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de adesão ocorreu mediante a iniciatica do agir de Deus em Jesus Cristo. Foi Cristo que veio ao encontro de Paulo: “&lt;/span&gt;&lt;a name="GBQT"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MMI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Saulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="GBQU"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MMI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Saulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, por &lt;/span&gt;&lt;a name="GBQW"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBQX"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; me &lt;/span&gt;&lt;a name="GBQZ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/G5Z.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;persegue&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;? &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MMI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Saulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/156.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;perguntou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/12B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Quem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1TF.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;és&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; tu, &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7H.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;? A &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/171.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;voz&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBR9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/117.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;respondeu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;: Eu &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRB"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/158.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;sou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRC"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L9.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Jesus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, a &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRE"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/12B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;quem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRF"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/NG.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;está&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRH"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1PI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;perseguindo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRJ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/13P.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Agora&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1N8.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;levante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;-se, entre na &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRO"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/169.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;cidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, e aí &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRR"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/4D5.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;dirão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRT"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRU"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRV"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/GT.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;deve&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBRW"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/G6.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;fazer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (At 9, 4-5). Como se vê, “O mistério de Damasco”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn20" name="_ftnref20"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[20]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, é uma iniciativa divina que abraça toda a existência humana em todas as dimensões da vida e trasfigura a pessoa ao longo de sua história, mediante a liberdade e a resposta do coração humano que encontra a paz somente quanto reconhece o sentido a origem da vida em seu Criador e Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2. Encontro com a Igreja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste encontro pessoal não há mais nada que não pertença a Cristo, pois, Paulo se sente uma pessoa amada e escolhida, assim afirma na carta aos Gálatas: “&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Deus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/ND.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;porém&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, me &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;escolheu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; antes de eu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2PT.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;nascer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e me &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/VY.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;chamou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; por sua &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/SM.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;graça&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/CR.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Quando&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; ele &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2H2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;resolveu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/DOU.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;revelar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; em mim o seu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/OD.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Filho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, para &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; eu o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L8V.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;anunciasse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; entre os &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/BRH.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;pagãos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;...” (Gl, 1, 15-16). Porém, esta experiência espiritual é vivenciada a partir da dimensão eclesial, sendo a comunidade o ambiente especial para vivência do amor a Cristo, por isso, Paulo é conduzido à comunidade eclesial que antes era perseguida&lt;/span&gt;&lt;a name="H4EW"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; por ele, como afirma na carta aos Coríntios: “...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/RW.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;pois&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H4EX"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/4IR.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;persegui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;a name="H4EZ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1F.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Igreja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a name="H4F1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Deus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (1Cor 15,9). Podemos afirmar que perseguir a Igreja seria perseguir Cristo. Paulo percebe esta unidade de Cristo e a Igreja, e após recebido por Ananias na comundade, restabelece a comunhão. Neste sentindo podemos intuir que o nosso encontro com Cristo, hoje, passa pela Igreja e que não há um verdadeiro encontro sem a referência a comunidade eclesial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos que Ananias chama Paulo de meu irmão e o acolhe na comunidade que vive na presença de Cristo Ressuscitado: &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYO"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MMI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Saulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, meu &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYQ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/SQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;irmão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, o &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYS"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7H.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYT"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L9.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Jesus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYU"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; lhe &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYW"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1KL.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;apareceu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYX"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/CR.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;quando&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYY"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBYZ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1CB.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vinha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; pelo &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZ1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2K.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;caminho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, me &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZ3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1XY.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mandou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; aqui para &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZ6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZ7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L2.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZ8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/A8B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;recupere&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/3W.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZC"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1PY.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;fique&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1OM.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;cheio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZF"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/K6.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Espírito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GBZG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1KH.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Santo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (At 9, 17). Esta experiência eclesial marca a espiritualidade de Paulo com Cristo. Ratzinger afirma que para Paulo, “Cristo se torna a razão do seu ser e o motivo profundo de todo seu trabalho apostólico. Nas suas cartas, depois do nome de Deus, que aparece mais de 500 vezes, o nome de Cristo é mencionado (380 vezes)”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn21" name="_ftnref21"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, demostrando que Cristo vive em sua vida. A sua adesão é total, “eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). É nesta direção que se entende a motivação profunda de Paulo e sua alegria em Cristo Ressuscitado em ser missonário evangelizador, fundador de comunidades eclesiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3. Imitador de Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O convite de Paulo para que seus interlecultores&lt;/span&gt;&lt;a name="GZJB"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; “&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/KF.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;sejam&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; meus (seus) &lt;/span&gt;&lt;a name="GZJD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/N7P.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;imitadores&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (1 Cor 4,16) não siginifica exatamente que seus ouvintes devam imitá-lo. Certamente esta possível confusão que o leitor pode descuidadosamente assimilar não esta na espiritualidade de Paulo. A questão profunda da imitação de Paulo é a imitação de Cristo. Está é a questão fundamental. “Não se trata de um chamado de pura e simples imitação. “Esta, ao contrário, é uma obediência da fé que consiste em acolher o exemplo de Jesus incarnado que continua a existir, de modo que a obra iluminada e edificada pelo Espírito possa exprimir realmente a vida de Jesus na vida da pessoa de fé”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn22" name="_ftnref22"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. O Paulo de Cristo deseja somente que todos sejam como ele, ou seja, sigam a Cristo, pois os “ &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OH"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vivem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OI"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/TN.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;já&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OJ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/59.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vivem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; para si, &lt;/span&gt;&lt;a name="H7ON"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5C.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; para &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OP"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/ZN.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;aquele&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OQ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; por eles &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OT"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/17P.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;morreu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a name="H7OV"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/B9L.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;ressuscitou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (1Cor 5,15). Paulo não vive mais para si, mas para o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Paulo fala da Morte e Ressureição de Cristo, está falando do Mistério da redenção, ou seja, o Jesus que foi morto é o Cristo ressuscitado que vive no meio de nós como diz o próprio Jesus no Evangelho de João: “A &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1RM.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;paz&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JH"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/108.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;esteja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; com &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JJ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/RS.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vocês&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;a name="G5JL"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/10M.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Depois&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JM"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/VR.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;disse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; à &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JO"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LU8.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Tomé&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JP"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;‘&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/13Q.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Estenda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; aqui o seu &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JT"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/49R.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;dedo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JV"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1TS.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;veja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; as minhas &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JY"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/FT.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mãos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a name="G5JZ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/13Q.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Estenda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a sua &lt;/span&gt;&lt;a name="G5K2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/13R.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a name="G5K4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/3SC.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;toque&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; o meu &lt;/span&gt;&lt;a name="G5K7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/JD.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;lado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a name="G5K8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/59.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Não&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5K9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;seja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5KA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/MI5.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;incrédulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="G5KB"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5C.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;mas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5KC"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1QI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;tenha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="G5KD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/K4.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;fé&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;’. (Jó 20, 26b-27). Os díscipulos que conviveram com o Senhor vivem na sua presença memorial. É com esta consciência da memória da presença do Senhor em sua vida e na vida da Igreja que Paulo convida os Coríntios e a todos a percorrerem o mesmo caminho do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.1. Fraqueza de Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz parte da espiritualidade de Paulo a experiência da fraqueza e limite humano, também presente na experiência dos profetas do AT. Assim afirma Paulo: “Me &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/GBA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;alegro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; nas &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5NE.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;fraquezas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/9RA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;humilhações&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/GX.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;necessidades&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/M1K.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;perseguições&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/9WI.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;angústias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, por &lt;/span&gt;&lt;a name="HAD9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/138.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;causa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a name="HADB"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a name="HADC"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/RW.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Pois&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HADD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/CR.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;quando&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HADE"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/158.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;sou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HADF"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2LG.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;fraco&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="HADG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/ML.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;então&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; é &lt;/span&gt;&lt;a name="HADI"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HADJ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/158.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;sou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="HADK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/HX.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;forte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (2Cor 12,10). É na fraqueza humana que se ver a força de Deus. Para Paulo estas humilhações e sofrimentos fazem parte do seguimento a Cristo. Este é um outro modo de imitação de Cristo que Paulo se refere e experimentou na sua existência, como ele próprio defeniu: “completando em minha &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/DY.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;carne&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/UL.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;falta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; nas &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/CO7.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;tribulações&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1L9.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;favor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; do seu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/31X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;corpo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; é a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1F.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Igreja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;”. (Col 1,24). Este modo de viver o Evangelho é um testemunho e um convite a não ter medo de seguir Cristo a partir de sua cruz, ou seja, de seu sofrimento, pois ‘imitar a fraqueza e a força de Cristo significa acolher a força de Deus na própria fraqueza’&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn23" name="_ftnref23"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Este é o Paulo que se deixar ser possuido pela força de Deus e não pela sua, pois para ser forte em Deus é preciso ser fraco e perder tudo para ganhar Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir vejamos na carta aos Coríntios uma pequena amostra que passou Paulo por causa de Cristo ao comunicar o seu Evangelho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nós &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;somos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2LE.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;fracos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/RS.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;vocês&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5A.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;são&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/6HJ.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;fortes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/RS.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Vocês&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5A.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;são&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/NY.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;bem&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZG8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5DY.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;considerados&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, nós &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;somos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGB"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/9LU.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;desprezados&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7D.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Até&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGE"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/13P.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;agora&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGF"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7JO.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;passamos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1KY.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;fome&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGH"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2U.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;sede&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGI"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1DF.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;frio&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1D8.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;maus&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGL"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/ILA.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;tratos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGM"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/59.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;não&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGN"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/39F.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;temos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGO"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1D.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;lugar&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGP"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/299.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;certo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; para &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGR"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1L0.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;morar&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;; e nos &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGV"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;esgotamos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGW"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/9O7.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;trabalhando&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; com &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGY"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/3J.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;nossas&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZGZ"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/GI.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;próprias&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/FT.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;mãos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Somos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;amaldiçoados&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/H39.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;abençoamos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2T7.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;perseguidos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LWP.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;suportamos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZH9"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;caluniados&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHB"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;consolamos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHC"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7D.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Até&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHD"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/FV.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;hoje&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHE"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;somos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHF"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5DY.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;considerados&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; como o &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHI"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/9S3.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;lixo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; do &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/6V.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;mundo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;, o &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHM"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/BLO.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;esterco&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; do &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="GZHO"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/3IM.HTM"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;universo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. (1Cor 4,10-13)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se a parresia de Paulo diante das dificuldades, pois a sua força vem de Deus em Cristo pelo Espírito Santo. Neste sentido Paulo afirma qu&lt;/span&gt;&lt;a name="GU09"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;e é vencedor pela graça de Deus, poi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;s, “em &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0B"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/KM.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;todas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0C"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/QD.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;essas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0D"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/KN.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;coisas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0E"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1MG.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;somos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; mais do &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0H"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0I"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1OT.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vencedores&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; por &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0K"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/HQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;meio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0L"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1TJ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;daquele&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0M"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; nos &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0O"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2AO.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;amou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0Q"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/127.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Estou&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0R"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/F2N.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;convencido&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0T"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1X.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0U"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5N.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;nem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0W"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2AQ.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;morte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0X"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/5N.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;nem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;a name="GU0Z"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1J.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;vida&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="GU1I"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="GU1S"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;) &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/NE.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;nada&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; nos &lt;/span&gt;&lt;a name="GU1U"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/1N7.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;poderá&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU1V"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/W4.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;separar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;a name="GU1X"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/26U.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;amor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a name="GU1Z"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/2B.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Deus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a name="GU20"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/F10.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;manifestado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; em &lt;/span&gt;&lt;a name="GU22"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/L9.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Jesus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a name="GU23"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/LA.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, nosso &lt;/span&gt;&lt;a name="GU25"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/BP/7H.HTM"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Senhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;” (Rm 8, 37-39). De fato, embora a morte de Paulo tenha parecido um fracasso em sua missão, no entanto, o seu martírio torna-se um exemplo de amor oblativo para todos os cristãos de todas as épocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta breve reflexão teologica-espiritual, contemplamos a vida de Paulo a parti do seu encontro com Cristo. Nota-se que estamos diante de um mistério inesgotável, pois quando mais se reflete mais se ver a profundidade do seu relacionamento com Cristo. Sua amizade com Cristo foi tão grande ao ponto de em sua vida não haver outro espaço, pois toda sua vida foi prenchida por Ele. Paulo demostra isso quando afirma: “eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). Diante desta experiência fica o convite para os cristãos que olhando para a experiência de Paulo sintam o desejo pessoal de renovar a sua amizade com Cristo e a Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto fundamental da espiritualidade de Paulo é o seu ser missionário. O seu envolvimento pessoal com o Senhor o entusiasma no seu ministério evangelizador a ir ao encontro daqueles que ainda não conheciam Jesus e seu Evangelho. De modo que quanto maior o amor por Jesus, tanto maior o desejo de proclmá-lo a todos. Neste sentido, mais um vez o exemplo de Paulo a ser seguido nos desafia a missão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, esta breve reflexão é uma contribuiçao neste ano Paulino e ao mesmo tempo um convite a todos os cristãos para aprofunda a riqueza do Mistério de Deus que envolveu Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; FABRIS, Rinaldo. Atti degli apostoli, Roma, Borla, 1984. p. 289.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; RATZINGER, J. Paolo L’Apostolo delle genti, Milano, 2008, p.38&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; PAPA BENTO XVI. Angelus, festa litúrgica de santo estêvão protomártir, 26.12.207.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. BRUCE, F.F. Paolo negli atti e nelle lettere, in: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999, p. 1134.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. GIOIA, Francesco. Paolo di Tarso, l’apostolo che tutti devono conoscere, Roma, Libreria Editrice Vaticana, 2002, p. 7.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; KLIESCH, Klaus. Gli atti degli Apostoli, Assisi, Cittadella Editrice, 1991, p. 115.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf.IDEM. p. 116.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. REASONER, M. Cittadinanza, romana e celeste, in: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999, p. 250.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. GIOIA, Francesco. Paolo di Tarso, l’apostolo che tutti devono conoscere, p. 116.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. REASONER, M. Cittadinanza, romana e celeste, in: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999, p. 251.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; BRUCE, F.F. Paolo negli atti e nelle lettere, in: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999, p. 1135.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. GIOIA, Francesco. Paolo di Tarso, l’apostolo che tutti devono conoscere, Roma, Libreria Editrice Vaticana, 2002, 116.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; RATZINGER, J. Paolo L’Apostolo delle genti, Milano, 2008, p. 29&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. FABRIS, Rinaldo. Atti degli apostoli, Roma, Borla, 1984, p. 19.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf. MARTINI, C. M. Las confesiones de san Pablo, Bogotá, San Pablo, 2005. p. 9-106.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; FABRIS, Rinaldo. Atti degli apostoli, Roma, Borla, 1984, p. 297.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref17" name="_ftn17"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[17]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; MARTINI, C. M. Las confesiones de san Pablo, Bogotá, p. 16-18&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref18" name="_ftn18"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; PAPA BENTO XVI. Carta encíclica Deus caritas est, n. 1&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref19" name="_ftn19"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[19]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Conselho Episcopal Latino-Americano. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007. p. 15.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref20" name="_ftn20"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[20]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; Cf.MARTINI, C. M. Las confesiones de san Pablo. p. 19-24&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref21" name="_ftn21"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; RATZINGER, J. Paolo L’Apostolo delle genti, Milano, 2008, p. 26.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref22" name="_ftn22"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; MEYE, R.P. Spiritualità, in: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999,p. 1511.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref23" name="_ftn23"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; FOWL, S.E. Imitazione di Paolo, di Cristo, Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999, p. 838.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRUCE F.F. Paolo negli atti e nelle lettere. In: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. São Paulo, Paulus, 1990 .&lt;br /&gt;http://www.paulus.com.br/BP/_INDEX.HTM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conselho Episcopal Latino-Americano. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIOIA, Francesco. Paolo di Tarso, l’apostolo che tutti devono conoscere. Roma, Libreria Editrice Vaticana, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEYE, R.P. Spiritualità. In: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne, F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTINI C. M. Las confesiones de san Pablo. Bogotá, San Pablo, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAPA BENTO XVI. Angelus, festa litúrgica de santo estêvão protomártir. 26.12.2007. Disponível em: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/angelus/2007/documents/hf_ben-xvi_ang_20071226_st-stephen_po.html. Acesso 16 jun 08.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAPA BENTO XVI. Carta encíclica Deus caritas est. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20051225_deus-caritas-est_po.html.Acesso%20em%2019.06.08"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20051225_deus-caritas-est_po.html. Acesso em 19 jun 08&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REASONER, M. Cittadinanza, romana e celeste. In: Dizionario di Paolo e delle sue lettere, a cura di Hawthorne. F.G., Martin, R.P., Reid, G.D., Milano, San Paolo, 1999 KLIESCH, Klaus. Gli atti degli Apostoli, Assisi, Cittadella Editrice, 1991.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-1559547618572117025?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/1559547618572117025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=1559547618572117025&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/1559547618572117025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/1559547618572117025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2008/06/experincia-espiritual-de-so-paulo.html' title='SÃO PAULO, ENCONTRO COM CRISTO'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-687964721863355022</id><published>2008-06-23T02:07:00.000-07:00</published><updated>2008-06-23T02:59:20.245-07:00</updated><title type='text'>DISCERNIMENTO ESPIRITUAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;DISCERNIMENTO COMUNITÁRIO EM SANTO IGNÁCIO DE LOYOLA&lt;br /&gt;Alguns aspectos e condições para o discernimento comunitário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para cronologia da vida de Santo Ignácio&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, percebemos a ação do Espírito de Deus agindo em sua vida. É justamene esta ação, que Ignácio busca compreender e disntinguir na sua luta interior para ser todo de Cristo, mediante um processo de discernimento e profunda convesão&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Este seu modo de ser, contagiou e ainda influencia a muitos no seguimento de Cristo, assim como teve consequências práticas, pessoais e comunitária para a vida missionária, permitindo através de seu exemplo, que muitas pessoas encontrassem o Senhor e o caminho da Igreja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu envolvimento espiritual com a Trindade Santa foi comunicada através de seu testemunho radical no seguimento de Cristo e de seus escritos, sempre regados de profundo discernimento e amizade com o Senhor, pois quando escrevia ou “quando falava, não exagerava (...) preferia os substantivos e não sabia que coisa era uma palavra ociosa, inútilie ou vazia”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entre os seus vários escritos, nos deteremos apenas em olhar para o documento denominado “A Deliberação dos primeiros companheiros”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;. Neste documento aparece um tema muito atual para vida eclesial, sobretudo quando se trata de tomar decisões comunitárias nas reuniões e assembléias na Igreja. Trata-se do Discernimento Comunitário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Abordaremos apenas alguns aspectos e algumas condições para um verdadeiro discernimento comunitário, mesmo sabendo que o tema em Santo Ignácio é bastante amplo, aprofundado em diversas perspectivas, tratado por diversos autores&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;. Sua profundidade em captar a vontade de Deus o torna atual. Somente uma vida de profunda intimidade e sintonia com o Senhor (Gal 2, 20) é capaz de descobrir na história, a direção justa, e responder os desafios que nela se apresentam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É neste sentido que tentaremos de perceber atualidade do Discernimento Comunitário experimentado por Santo Ignácio e seus companheiros. O Primeiro aspecto que olharemos de forma breve, certamente há outros, em nossa época recente, é o processo de participação dos pastores na nova concepção eclesiológica nascida no Concílio Vaticano II: uma Igreja de comunhão, participação e missão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podemos observar os frutos do Vaticano II presente nos escritos do Papa João Paulo II quando disse: “A comunhão e a missão estão profundamente ligadas entre si, compenetram-se e integram-se mutuamente, ao ponto de a comunhão representar a fonte e, simultaneamente, o fruto da missão: a comunhão é missionária e a missão é para a comunhão” &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt; . Recordemos que na primeira questão apresentada por Ignácio aos companheiros no documento da Deliberação, trata-se da comunhão em vista da missão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afirma o documento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dopo aver offerto e consacrato noi stessi e la nostra vita a Cristo nostro Signore e al suo vero e legittimo Vicario in terra perché egli disponga di noi e ci mandi là dove giudica che noi possiamo portare frutto, sia presso i Turchi, sia nelle Indie, sia presso gli eretici o tra ogni altro popolo fedele o infedele, è più utile che tra di noi così strettamente uniti in un solo corpo che nessuna separazione e distanza, per quanto grande, ci possa dividere ? O forse questo non è così utile ? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto acima, nota-se a preocupação de Santo Ignácio com a organização da Companhia em vista da missão, visto que já era uma realidade exercida pelos seus companheiros, pois o Papa Paulo III em 1538 já havia autorizado de pregar e confessar, como se ler na carta de Ignácio a Isabella Rosser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dopo averlo ottenuto, cominciammo in quatro o cinque a predicare (dalla domenica 5 maggio) nei giorni di festa e nelle domeniche, in varie chiese, nonché a spiegare ai piccoli i comandamenti, i peccati mortali e il resto , in altre chiese&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Agora esta atividade missionária não é mais de Ignácio, mas de toda a Igreja, por isso, era importante confirmar com os irmãos a vontade de Deus. Penso que neste sentido, justifica-se a reunião dos primeiros companheiros em colocarem-se de acordo e em comunhão, acerca de vários assuntos comuns, como afirma o próprio Ignácio quando disse: “decidemmo di reunirci tra di noi per molti giorni prima di separarci, allo scopo di trattare insieme di questa nostra vocazione e umile impostazione di vita”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um pouco avante veremos algumas condições para o discernimento em comum, visto que nao basta esta reunido para decidir, mas saber discernir a vontade do Senhor. Com relação à imagem do corpo usada por Ignácio, se nota o zelo em manter a unidade e a comunhão no grupo e na Igreja, assim se expressa Ignácio após a decisão em comum à primeira questão: “non dobbiamo spezzare questa unione (...), anzi mantenerla salda e rafforzarla, stringendoci in solo corpo”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;. Está visão de Igreja corpo podemos encontrar no Novo Testamento. Basta recordar São Paulo (1Cor 12,12-14), quando falava da Igreja como um corpo formada por vários membros diferentes, mas unidos a Cristo. Há vários membros, visões e dons diferentes, porém não há impedimento à comunhão - missão, mas enriquece a comunidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também no encontro dos primeiros companheiros havia diversidades de opiniões e culturas diferentes, como se ver no documento da Deliberação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ci riunimmo molte volte: francesi, spagnoli, sabaudi e baschi; e a proposito di questo nostro stato di vita ci trovavamo su posizioni e pareri diversi. Tutti avevamo la stessa mente, la stessa volontà, cioè: cercare con perfezione la volontà e il beneplacito di Dio, come richiede la nostra vocazione. Quanto poi ai mezzi più idonei e fruttuosi, sia per noi che per il nostro prossimo, avevamo una certa pluralità di giudizi &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos afirmar que os anos de 1963 – 1965, tempo da duração do Concílio Vaticano II, revela o método como essa grande Assembléia Ecumênica se dedicou em revisar e atualizar a luz do Espírito Santo e da Tradição os caminhos da Igreja com o tempo moderno. O tempo dedicado para verificar, debater e aprofundar é significativo nas decisões. Isso indica a importância do evento e das decisões tomadas. Nesse sentido, podemos recordar Santo Ignácio e seus companheiros quando se encontraram para decidir, a luz de Cisto, os caminhos da companahia, assim afirma: “nos encotramos quase três meses, a partir da metade da quaresma a Festa de São João Batista”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt;. Penso que o tempo seja, também, um elemento fundamental, visto que somos pessoas limitadas e lentas em compreeder a vontade do Senhor comunitariamente, por isso, precisamos de tempo para meditação, oração, refelxão e confronto de idéias em vista da descoberta da vontade do Senhor sem nenhum engano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como vimos acima, é possível detectar sinais da experiência do discernimento comunitário Ignaciano, presente no Concílio Vaticano II e sua nova visão eclesiológica de comunhão, participação e missão. Padre Ruiz Jurado nos recorda que “la pratica e la teoria del cosiddetto ‘discernimento spirituale comunitario’ si sono piuttosto stabilite e diffuse dopo il concilio Vaticano II”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;. De modo que em uma análise mais profunda nos eventos da Igreja depois do Vaticano II, seria possível perceber a influência positiva do Discernimento Comunitário ignaciano. O contrário também poderia ser verdadeiro, ou seja, a ausência de um sério discernimento comunitário apurado, fosse a causa de inúmeros insucessos nas decisões pastorais, trazendo várias consequências para vida pastoral prática na Igreja em desacordo com a vontade do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após ter acenado alguns aspectos do descernimento comunitário relacionando com a realidade do Vaticano II, veremos agora algumas condições presente no Documento da Deliberação. Segundo BARRUFO A., existem algums condiçoes fundamentais para o discernimento em comum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apresento um breve resumo da idéia do autor a cerca das condições possíveis para o discernimento comunitário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1. ‘Procurar e encontrar a vontade de Deus’ – verificar a ação de salvifica de Deus na comunidade e através da comunidade, na Igrjea e no mundo. 2. Aberura a comunicaçao que vem de Deus. 3. ‘Indiferença’ – é o estado de animo conatural a nós, mas que necessita criar com a docilidade da graça (...) para poder integrar no caminho autentico da procura de Deus. 4. Saber se colocar em questionamneto – É uma ocasião boa para examinar, mediante a presenza de Deus, que certas posiçoes (...) impedem o dialogo com o outro. 5. Deixar-se ‘completar-se’ (...) mediante o relacionamento interpessoal, no qual Cristo é o Centro. 6. Nao necessita mudar a propria posição, porque do sereno confronto com os outros, o grupo se reconhecerá como verdadeiramente evangelico. 7. Parti do que ‘nos une’ ou seja , da experincia cristã evangelica. 8. É importante que ‘o grupo tenha uma firme vontade (...), isto é, um vivo desejo de superar (...) as divergências que se apresentam’. 9. Não necessita esconder as dificuldades que aparecem no discernimento espiritual (...): falta de dialogo, individualismo, incacidade de escultar, falta de coragem, mentalidade diversa &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das condições fundamentais mencionada por Barrufo, mas antes citada por Santo Ignácio, é procurar fazer a vontade de Deus. Esta é o escopo da relação histórica dialogal entre Deus e homem. Deus que chama e a pessoa que reconhece seu amor, mediante a liberdade de escolha, e responde à sua vontade, pois:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A razão mais sublime da dignidade do homem consiste na sua vocação à união com Deus. É desde o começo da sua existência que o homem é convidado a dialogar com Deus: pois, se existe, é só porque, criado por Deus por amor, é por Ele por amor constantemente conservado; nem pode viver plenamente segundo a verdade, se não reconhecer livremente esse amor e se entregar ao seu Criador&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Este diálogo entre Deus Criador e a pessoa, se pode perceber no Documento da Deliberação de duas maneiras: pessoal e comunitário. A experiêcia pessoal da busca em fazer a vontade do Senhor é fundamental quando se busca discernir, em comunidade, e decidir o que é bom para todos, segundo o projeto de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dhôtel afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tutti sono chiamati in prima persona a partecipare – secondo ciò che ognuno è e secondo la grazia che gli è data – alla realizzazione del disegno universale di Dio. Se si tratta dunque di prendere una decisione comunitaria, in nessun caso questa dovrebbe andare contro la vocazione personale di ciascuno&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido podemos afirmar que o sucesso das decisões comunitárias, depende em parte da preparação espiritual de cada pessoa e de sua abertura à Deus e ao próximo, no entanto, Deus vai além de nossos limites e pode fazer grandes coisas em nossas vidas, porém o canal normal é a nossa histórica humanidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Barrufo afirma que “Il discernimento individual, abre-se necessariamente aquela comunitário-eclesial”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn17" name="_ftnref17"&gt;[17]&lt;/a&gt;. A dimensão comunitária é outro modo de fazer a vontade de Deus, como de fato ocorreu na reunião dos primeiros companheiros, pois “tutti avevamo la stessa mente, la stessa volontà, cioè: cercare con perfezione la volontà (…) di Dio”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn18" name="_ftnref18"&gt;[18]&lt;/a&gt;, não obstante as diferenças de dons e cultura que existem para o enriquecimento comunitário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para se chegar a esta experiência de unidade da razão e do coração (At 4,32) em vista do discernimento comunitário, uma das exigências fundamentais é conhecer a realidade e o Mistério da Salvação. Quanto a realidade, se trata de saber exatamente qual o assunto, o argumento e as possibilidades, assim como foi apresentado por Ignácio através dos questionamentos: “risolta con chiarezza la prima questione, si passò a un'altra più difficile, che esigeva più accurata riflessione e più illuminata lungimiranza”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn19" name="_ftnref19"&gt;[19]&lt;/a&gt;. Após individuar as questões a serem tratadas é possível continuar o trabalho com confiança, usando a razão e o coração a luz do Espírito. Quanto ao Mistério da Salvação, pressupõe que cada pessoa tenha assimilado o Mistério da Encarnação, como indica Santo Ignácio nos Exercícios Espirituais (101-109)&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn20" name="_ftnref20"&gt;[20]&lt;/a&gt; através da oração contemplativa da vida de Cristo. Penso que este modo contemplativo, contribui para cada pessoa assimilar o Projeto de Deus a humanidade. Agindo assim, não importa as diferenças, porque todos estamos a serviço do mesmo amor. Afirma Pinto: “discernir deste modo no cristianismo, de fato significa entrar na visao que Deus tem da história”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn21" name="_ftnref21"&gt;[21]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apresentou-se uma reflexão inicial, a cerca de alguns aspectos e condições para o discernimento comunitário, a partir do Documento da Deliberação dos primeiros companheiros de Santo Ignácio. Como se pode observar, o documento é rico e atual, no sentido que oferece indicações que podem ser aplicadas hoje, nas inúmeras reuniões eclesiais ou a qualquer grupo que deseja verificar se as suas decisões tomadas estão de acordo com a vontade de Deus. Os vários pontos tocados por Santo Ignácio suscitam uma profunda reflexão e verificação em nossos métodos, mais que um método utilizado por Santo Ignácio para decidir os destino da Companhia, foi a sua profunda comunhão com o Senhor para captar a sua vontade. De modo que somente uma vida penetrada pela experiência de Deus é capaz de ter a visão de Deus na história e poder afirmar “ja não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Cf. GLI SCRITTI DI IGNAZIO DI LOYOLA., A cura dei gesuiti della Provincia d’ Italia. AdP, Roma, 2007, p.38-62&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Cf. S. IGNAZIO DI LOYOLA AUTOBIOGRAFIA, Commento di Maurizio Costa. CVX –CIS, Milano, 1994.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; TELLECHEA IDÍGORAS J. Ignacio., Ignazio di Loyola, L’avventura di un cristiano. ADP, Roma, 2007, p.72&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Cf DHÔTEL CLAUDE J., Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. ADP, Roma, 2002, p.13-20&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Cf. O tema do discernimento comunitário é tratato em diversos aspectos nos volumes A, B e C , publicados em várias línguas in: Dossier “DELIBERATIO”, Roma, 1972.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; JOÃO PAULO II. Christi Fideles Laici, 32.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; DHÔTEL CLAUDE J. Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. p.14-15&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; GLI SCRITTI DI IGNAZIO DI LOYOLA. A cura dei gesuiti della Provincia d’ Italia. p. 957.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; DHÔTEL CLAUDE J., Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. p.13.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; IDEM., p. 15.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; IDEM., P.13&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; IDEM. p.20&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; JURADO RUIZ M., Il discernimento spirituale, teologia, storia e pratica. Milano: San Paolo, 1997, p. 173.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; Cf. BARRUFO A., Appunti per il discernimento comunitario in:Dossier “Deliberatio”, B, CIS, Roma,1972, p. 148-151.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;[15]&lt;/a&gt; CONCILIO VATICANO II, Cost. past. Gaudium et spes, 19.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;[16]&lt;/a&gt; DHÔTEL CLAUDE J., Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. p.27.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref17" name="_ftn17"&gt;[17]&lt;/a&gt; BARRUFO A., Appunti per il discernimento comunitario in: Dossier “Deliberatio”, B, CIS, Roma, 1972, p.146.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref18" name="_ftn18"&gt;[18]&lt;/a&gt; DHÔTEL CLAUDE J., Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. p.13.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref19" name="_ftn19"&gt;[19]&lt;/a&gt; IDEM., p. 16.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref20" name="_ftn20"&gt;[20]&lt;/a&gt; Cf. GLI SCRITTI DI IGNAZIO DI LOYOLA., A cura dei gesuiti della Provincia d’ Italia. p.226-229.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref21" name="_ftn21"&gt;[21]&lt;/a&gt; PINTO Di L., Elementi biblici sul discernimento e sulla deliberazione in comune in: Dossier “Deliberatio” B, CIS, Roma, 1972. p.52.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARRUFO A., Appunti per il discernimento comunitario. In Dossier “Deliberatio”, B, CIS, Roma,1972.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCILIO VATICANO II. Cost. past. Gaudium et spes. Disponível em http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651207_gaudium-et-spes_po.html. Acesso em 06 jun 08.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DHÔTEL CLAUDE J. Per discernere insieme, guida pratica al discernimento comunitário. ADP, Roma, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dossier “DELIBERATIO” A, B, C, CIS, Roma, 1972.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLI SCRITTI DI IGNAZIO DI LOYOLA. A cura dei gesuiti della Provincia d’ Italia. AdP, Roma, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO PAULO II. Christi Fideles Laici. Disponível em: &lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_30121988_christifideles-laici_po.html"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_30121988_christifideles-laici_po.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;.&lt;/span&gt; Acesso em 06 jun 08. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;JURADO RUIZ M. Il discernimento spirituale, teologia, storia e prática. Milano: San Paolo, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S. IGNAZIO DI LOYOLA. AUTOBIOGRAFIA, Commento di Maurizio Costa. CVX –CIS, Milano, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO Di L. Elementi biblici sul discernimento e sulla deliberazione in comune. In: Dossier “Deliberatio” B, CIS, Roma, 1972.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TELLECHEA IDÍGORAS J. Ignácio. Ignazio di Loyola, L’avventura di un cristiano. ADP, Roma, 2007. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-687964721863355022?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/687964721863355022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=687964721863355022&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/687964721863355022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/687964721863355022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2008/06/discernimento-espiritual.html' title='DISCERNIMENTO ESPIRITUAL'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-2002491557465378954</id><published>2008-05-23T14:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T02:27:05.436-07:00</updated><title type='text'>NOVA LINGUAGEM NA EVANGELIZAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;COMUNICAÇÃO NO DOCUMENTO DE APARECIDA&lt;br /&gt;Nova linguagem na Evangelização &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lendo com atenção o Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe na ótica da Comunicação Social, notaremos a preocupação dos Pastores com esses meios, sua forte influência global na cultura, o desafio da nova linguagem dos meios, contribuição na proclamação do Evangelho e necessidade de conhecê-los para utilizá-los de modo crítico a serviço da Nova Evangelização.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No texto de Aparecida se pode seguramente encontrar referências a comunicação nao menos que 91 vezes, desde a introdução (2x), ver (48x), julgar (6x) e agir (35x). Não são muitas as citações, pois o documento não trata da comunicação em si, mas da realidade eclesial, sócio-ecônomica-cultural da América Latina e Caribe em seu contexto diante das mudanças atuais, os fundamentos do discipulado como ser missionário e como agir sendo discípulo de Jesus, comunicando a beleza do encontro com o Senhor, proclamando-a em toda América Latina e Caribe utilizando o testemunho cristão e as novas linguagens dos meios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na introdução percebemos o desejo dos bispos em comunicar a grande riqueza de sermos cristãos. A Igreja não quer ficar somente para si com o dom recebido do Pai, nem tão pouco formar somente para mostrar que tem títulos ao interno da Igreja, mas, sobretudo, quer comunicar a experiência de ser discípula de Cristo, caminho, verdade e vida, como o principal tesouro encontrado, isto é, deseja que cada cristão missionário e discípulo do Senhor “comuniquem (...) o dom do encontro com Jesus Cristo”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; razão da alegria e realização plena da vida. Este é objetivo fundamental da comunicação no Documento de Aparecida. Em síntese podemos afirma que a Igreja comunica Cristo através dos seus membros em comunhão. Nesse sentido a Igreja é a testemunha fiel de Cristo vivo. Comunicar Cristo ao mundo não parece ser uma novidade hoje, pois a ao longo da história, a Igreja iluminada pelo Espírito Santo, sempre teve presente este objetivo que em outras palavras chamamos de evangelização, como definiu muito bem o Papa Paulo VI na Evangelii Nuntiandi nº. 14: “evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Nesse sentido escrevia o Papa João Paulo II por ocasião da chegada do novo milênio, afirmando que não precisamos inventar outro programa para continuar o processo de evangelização. Assim afirma na Carta Apóstolica Novo Millennio Ineunte número 29:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Não se trata de inventar um « programa novo ». O programa já existe: é o mesmo de sempre, expresso no Evangelho e na Tradição viva. Concentra-se, em última análise, no próprio Cristo, que temos de conhecer, amar, imitar, para n'Ele viver a vida trinitária e com Ele transformar a história até à sua plenitude na Jerusalém celeste. É um programa que não muda com a variação dos tempos e das culturas, embora se tenha em conta o tempo e a cultura para um diálogo verdadeiro e uma comunicação eficaz&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;[3]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como diz o Papa o “programa” não muda. Cristo continua sendo o mesmo, ontem, hoje e sempre (Heb. 13, 8). Mas o tempo, as épocas, a cultura, passam por influências e mudam os contextos históricos. Muitas tradições se perdem, outras morrem e muitas se aperfeiçoam. É urgente uma linguagem que de fato comuniquem e ajude a transmitir &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; o tesouro da fé, promova, respeite e incide os valores do Evangelho de modo inculturado na sociedade. Estamos diante de grandes mudanças globais que influenciam, massificam e, de certo modo, forçam as culturas locais a se tornarem monocultura diluindo-a em uma cultura global que não esta em lugar nenhum. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na realidade estamos diante de uma situação nova na qual, os modelos anteriores já não se aplicam. Todos sentimos que o sistema político não funciona. O mesmo ocorre com a educação e a organização da saúde. A vida econômica entrou numa fase de transição, cujo fim ninguém conhece. O trabalho está em plena mutação. Neste novo cenário, alguns afirmam que, no futuro, a Igreja será novamente uma Igreja de ‘catacumbas’ (sólida, firme, porém pequena e excluída das grandes decisões). Outros acreditam, entretanto, que é possível trabalhar por uma Nova Evangelização que influencie a sociedade &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Penso que o autor acima descreve bem a realidade, porém sobressai um certo pessimismo, no entanto a sua segunda hipótese de uma Nova Evangelização pareça ser a mais verdadeira e possível de realizar, tema tratado muitas vezes pelo Papa João II. Recordemos o seu discurso por ocasião da Conferência de Santo Domingo quando falava da urgente necessidade de utilizar os novos métodos, ardor missionário e as novas expressões para evangelizar em nossa época&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diante das transições épocais se faz necessário trabalhar o mesmo conteúdo, a mesma mensagem, porém utilizando os novos meios e linguagem adequada para comunicar Cristo ao receptor, aos fiéis de nosso tempo, ou seja, comunicar Cristo à geração cibernética. Neste caso, para que haja o feedback, é imprescindível que o emissor use a linguagem que o receptor entenda. No caso de uma não compreensão da mensagem, certamente o emissor deve verificar seu código e mudar. Uma atitude agressiva, impositiva, forçando para que o receptor capte a mensagem sem levar em consideração a realidade do receptor e ainda acusá-lo de ignorante, seria um gesto colonizador que não corresponde mais aos tempos hodiernos. Uma linguagem evangélica experimentada pelos primeiros discípulos, cultivado pela Igreja primitiva e vivenciada ao longo da história por milhares de cristão é o testemunho de vida cristã. O testemunho é a principal linguagem de comunicação do cristianismo. Recordemos a famosa frase de Papa Paulo VI quando disse que O “homem contemporâneo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres, (...) ou então se escuta os mestres, é porque eles são testemunhas”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;. Este modo de ser, os bispos reunidos em Aparecida chamam de “linguagem testemunhal”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt; que não pode ser somente fruto do esforço humano, mas de um envolvimento pessoal com Cristo, expressado publicamente na dimensão comunitário e social, sem esquecer a graça do Espírito Santo que entusiasma e conduz a missão da Igreja. Para que essa linguagem continue a contagiar e influenciar positivamente pessoas no seguimento de Cristo, necessitamos de testemunho com qualidade a partir de um “coração pleno e indivisível”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt; pautado pela santidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A insistência dos pastores em adequar a linguagem certa direcionada ao público alvo certo, não significa em nada deixar ou omitir a verdade profética do Reino. Significa aproveitar os recursos tecnológicos e midiáticos para comunicar a totalidade de Cristo e do seu Evangelho numa época que exige mudança de linguagem adequada, veloz, interativa e inculturada. Neste sentido os bispos reconhecem que a linguagem utilizada, sobretudo na catequese, “parecem não levar em consideração a mutação dos códigos existencialmente relevantes nas sociedades influenciadas pela pós-modernidade e marcadas por um amplo pluralismo social e cultural”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;. Ai esta o desafio da evangelização para toda a Igreja e os discípulos e discípulas de Cristo na América Latina e Caribe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deste modo se justifica a preocupação dos bispos com a formação dos discípulos missionários, para que aprendam a fundo “as novas linguagens”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt; que devem ser utilizadas para comunicar a Pessoa de Cristo. No entanto as novas linguagens, reconhecem os bispos, exercem um poder influenciador muito grande na vida das pessoas e da sociedade do ponto de vista cultural que em vez de ajudar na busca da verdade, muitas vezes “ocultam o sentido divino da vida humana redimida em Cristo”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt;. É nesse sentido que os bispos fazem pesadas críticas aos meios de comunicação e à cultura do consumo, enquanto esses, criam mundos imaginários&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;, fantasiosos e com um poder mundial veloz muito grande, capaz de disponibilizar milhões de informações instantâneas, deixando os sujeitos incapazes de decodificar tantos significados recebidos. Afirmam ainda que, embora a ciência e a tecnologia ajudem no prolongamento da vida humana, mesmo assim “não têm as respostas às grandes interrogações da vida humana”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;[14]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo clássico da influência da comunicação no modo de viver das pessoas, se encontra na publicidade que é capaz de criar desejos e vender produtos, serviços e idéias ao mercado mundial, persuadindo e convencendo os consumidores a aderirem as melhores marcas. Podemos pensar, por exemplo, nas grandes marcas de produtos desejados pelos consumidores, especialmente jovens, usadas em todo mundo. Assim define os bispos: “a publicidade conduz ilusoriamente a mundos distantes e maravilhosos, onde todo desejo pode ser satisfeito pelos produtos que têm um caráter eficaz, efêmero e até messiânico. Legitima-se que os desejos se tornem felicidade. Como só se necessita do imediato, a felicidade se pretende alcançar através do bem-estar econômico e da satisfação hedonista”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;[15]&lt;/a&gt;. Não podemos esquecer que na história da comunicação, a Igreja Católica é citada como iniciadora dos tempos modernos da publicidade e propaganda: “foi precisamente em 1622 que a Propaganda foi institucionalizada pela Igreja Católica quando criou a ‘Fundação da Congregação da Fé (de propaganda fidei) por Gregório XV (Roma, Itália)’ para divulgar o Evangelho e buscar novos povos. Podemos afirmar que esse dado histórico oficializa o nascimento da Publicidade rumo aos tempos modernos”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;[16]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No mundo globalizado essas ações interferem nas tradições culturais locais e religiosas e se impõe como uma nova colonização cultural&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn17" name="_ftnref17"&gt;[17]&lt;/a&gt; formando culturas artificiais e homogeneizadas&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn18" name="_ftnref18"&gt;[18]&lt;/a&gt;. Assim afirma os bispos sobre os meios de comunicação no número 39 do documento de Aparecida:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os meios de comunicação invadiram todos os espaços e todas as conversas, introduzindo-se também na intimidade do lar. Ao lado da sabedoria das tradições, em competição, localizam-se agora a informação de último minuto, a distração, o entretenimento, as imagens dos vencedores que souberam usar a seu favor as ferramentas tecnológicas e as expectativas de prestígio e estima social. Isso faz com que as pessoas busquem denodadamente uma experiência de sentido que preencha as exigências de sua vocação, ali onde nunca poderão encontrá-la&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn19" name="_ftnref19"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[19]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;O avanço dos meios de comunicação e a tecnologia plasmam um modo novo de ver a realidade que nem sempre corresponde a realidade das pessoas e de certo modo fragmentam o sujeito incutindo nas mentes e nas culturas “um sentido estético, uma visão da felicidade”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn20" name="_ftnref20"&gt;[20]&lt;/a&gt; que impede o sujeito de fazer uma síntese de si mesmo e da realidade. Por isso os bispos dizem que os problemas que mais assusta não é o volume de informação, a nova linguagem utilizada ou a “multiculturalidade” &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn21" name="_ftnref21"&gt;[21]&lt;/a&gt;, pregado pelo mass media, mas a incapacidade de “não conseguir reunir o conjunto de todos estes significados da realidade em uma compreensão unitária que lhes permita exercer sua liberdade com discernimento e responsabilidade”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn22" name="_ftnref22"&gt;[22]&lt;/a&gt;. Este é um dos desafios da evangelização hoje !&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diante desta realidade em constante mutação, nos perguntamos: Como se tornar discípulo missionário de Cristo mantendo uma espiritualidade forte capaz de captar a vontade de Deus e comunicar o seu amor nos diversos ambientes das sociedades nesse clima de rápidas mudanças e a forte influência dos meios de comunicação? Ou podemos fazer de uma constatação dos bispos um outro questionamento: Como anunciar “a nossos povos que Deus nos ama, que sua existência não é uma ameaça para o homem, que Ele está perto com o poder salvador e libertador de seu Reino, que Ele nos acompanha na tribulação, que alenta incessantemente nossa esperança em meio a todas as provas” &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn23" name="_ftnref23"&gt;[23]&lt;/a&gt; num mundo globalizado que já não aceita voz da Igreja como a única voz?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste mundo globalizado, em constante mutação sócio-econômico-cultural, que privilegia a economia em detrimento dos sujeitos, com uma forte experiência de comunicação planetária, cada vez mais conectando povos e culturas pelas inforvias comunicacionais de alta velocidade ou “espaço cibernético”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn24" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn24" name="_ftnref24"&gt;[24]&lt;/a&gt;, a Igreja da América Latina e Caribe responde em comunhão com a Igreja Universal, através do Documento de Aparecida que Cristo é a resposta que sacia todos os desejos humanos (Lc 19, 1-10). Somente um encontro pessoal (Jo 4, 5-42) e íntimo com Ele na comunidade a pessoa encontrará as razões para o sentindo da própria existência. Para que ocorra este saciamento (Jo 4,15) existencial “os cristãos precisam recomeçar a partir de Cristo, a partir da contemplação de quem nos revelou em seu mistério a plenitude do cumprimento da vocação humana e de seu sentido. Necessitamos nos fazer discípulos dóceis, para aprendermos d’Ele, em seu seguimento, a dignidade e a plenitude de vida.” &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn25" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn25" name="_ftnref25"&gt;[25]&lt;/a&gt;. Esta experiência exige um grande envolvimento do discípulo missionário com Cristo, um verdadeiro encontro de conversão (metanoia), percorrendo o mesmo caminho de Jesus, com o seu olhar, amor e sentimento (Fil 2, 5) pelo próximo, aceitando as conseqüências da cruz, exigências e alegrias de ser discípulo e discípula do Mestre. Envolvidos pelo Evangelho de Jesus e seguindo o seu exemplo, os discípulos missionários estarão aptos, como pessoa de comunhão eclesial, à comunicar o mistério de Cristo, através dos “meios de comunicação de massa: imprensa, rádio e TV, cinema digital, sites de Internet, fóruns e tantos outros sistemas para introduzir neles o mistério de Cristo”. Certamente esses meios são uma oportunidade para a Igreja comunicar a Fé, utilizando de modo crítico para penetrar os espaços dos novos areopágos culturais (At 17), sem esquecer o amor do Pai presente no coração humano, antes de qualquer iniciativa missionária evangelizadora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Documento de Aparecida reconhece esta nova linguagem cultural globalizada, influenciada, sobretudo pelos meios de comunicação, mas não diz como deve ser utilizada criticamente, tendo em vista que os cristãos devem usar os meios interativos, respeitando e promovendo a cultura dos povos. Por isso, os bispos insistem que o discípulo comunicador é uma pessoa que fez o encontro com o Senhor, pois, não vai comunicar um anúncio publicitário, mas a “a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunhá-lo e anunciá-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e da Igreja a todos os confins do mundo” (cf. At 1,8) &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn26" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn26" name="_ftnref26"&gt;[26]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No documento da Conferência, nota-se que os bispos se comprometem em acompanhar a formação dos discípulos missionários, afim que aprendam a utilizar os meios a partir do horizonte Cristológico, e cresçam neste modo novo de evangelizar. Para que seja concretizada esta dimensão da evangelização os bispos se propõem: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a) Conhecer e valorizar esta nova cultura da comunicação.&lt;br /&gt;b) Promover a formação profissional na cultura da comunicação de todos os agentes e cristãos.&lt;br /&gt;c) Formar comunicadores profissionais competentes e comprometidos com os valores humanos e cristãos na transformação evangélica da sociedade, com particular atenção aos proprietários, diretores, programadores e locutores.&lt;br /&gt;d) Apoiar e otimizar, por parte da Igreja, a criação de meios de comunicação social próprios, tanto nos setores televisivos e de rádio, como nos sites de Internet e nos meios impressos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e) Estar presente nos meios de comunicação de massa: imprensa, rádio e TV, cinema digital, sites de Internet, fóruns e tantos outros sistemas para introduzir neles o mistério de Cristo.&lt;br /&gt;f) Educar na formação crítica quanto ao uso dos meios de comunicação a partir da primeira idade&lt;br /&gt;g) Animar as iniciativas existentes ou a serem criadas neste campo, com espírito de comunhão.&lt;br /&gt;h) Promover leis para criar nova cultura que protejam as crianças, jovens e as pessoas mais vulneráveis para que a comunicação não transgrida os valores e, ao contrário, criem critérios válidos de discernimento&lt;br /&gt;i) Desenvolver uma política de comunicação capaz de ajudar tanto as pastorais de comunicação como os meios de comunicação de inspiração católica a encontrar seu lugar na missão evangelizadora da Igreja &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn27" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn27" name="_ftnref27"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[27]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Para concluir esta reflexão da leitura do Documento de Aparecida na ótica da comunicação, incluo aqui, sobretudo o rosto dos pobres e dos excluídos mencionados pelos bispos. Não somente rostos, mas pessoas que nem sempre são vistos pela sociedade complexa, pois estes estão na periferia, ruas, avenidas, favelas, muitos deles, excluídos da cultura digital. Gritam através de suas necessidades mais básicas. Estes são desejosos de receber dos discípulos e missionários o convite para recomeçar com esperança as suas vidas “a partir de Cristo”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn28" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn28" name="_ftnref28"&gt;[28]&lt;/a&gt;. É neste sentido que os bispos, na conclusão do documento de Aparecida, clamam: “Necessitamos sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades e dos povos para lhes comunicar e compartilhar o dom do encontro com Cristo, que tem preenchido nossas vidas de “sentido”, de verdade e de amor, de alegria e de esperança!”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn29" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn29" name="_ftnref29"&gt;[29]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rostos daqueles que sofrem &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn30" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn30" name="_ftnref30"&gt;[30]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comunidades indígenas e afro-americanas.&lt;br /&gt;Em muitas ocasiões, não são tratadas com dignidade e igualdade de condições. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitas mulheres são excluídas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em razão de seu sexo, raça ou situação sócio-econômica.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jovens que recebem uma educação de baixa qualidade.&lt;br /&gt;Não têm oportunidades de progredir em seus estudos nem de entrar no mercado de trabalho para se desenvolver e constituir uma família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos pobres, desempregados, migrantes, deslocados, agricultores sem terra.&lt;br /&gt;Aqueles que procuram sobreviver na economia informal. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Meninos e meninas submetidos à prostituição infantil.&lt;br /&gt;Ligada muitas vezes ao turismo sexual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Crianças vítimas do aborto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Milhões de pessoas e famílias vivem na miséria e inclusive passam fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependentes das drogas, as pessoas com limitações físicas, os portadores e vítimas de enfermidades graves como a malária, a tuberculose e HIV – AIDS.&lt;br /&gt;Sofrem a solidão e se vêem excluídos da convivência familiar e social.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seqüestrados e aqueles que são vítimas da violência, do terrorismo, de conflitos armados e da insegurança na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anciãos que, além de se sentirem excluídos do sistema produtivo.&lt;br /&gt;Vêem-se muitas vezes recusados por sua família como pessoas incômodas e inúteis. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Situação desumana em que vive a grande maioria dos presos. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Necessitam de nossa presença solidária e de nossa ajuda fraterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Conselho Episcopal Latino-Americano. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007. n. 14.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. n. 14&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; JOÃO PAULO II. Novo Millennio Ineunte, n. 29.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Documento de Aparecida. n. 18.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; CESCON, Everaldo. Ser discípulo num tempo de mudança, Reb Revista Eclesiática Brasileira, fas. 286, 2007, p. 957-958.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Cf. Discurso de Abertura do Papa João Paulo II. IV Conferência Latino Americano em Santo Domingo, 1992.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. n. 41&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Documento de Aparecida. n. 55.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Idem. n. 196, 216.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Idem. n. 100&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Idem. n. 35, 484&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; Idem. n. 35&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Idem. n. 51&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; Idem. n. 123&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;[15]&lt;/a&gt; Idem. n. 50&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;[16]&lt;/a&gt; BENDAHAM, Geraldo F. Linguagem Publicitária e o consumidor com deficiência auditiva, 2006.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref17" name="_ftn17"&gt;[17]&lt;/a&gt; Documento de Aparecida. n. 46&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn18" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref18" name="_ftn18"&gt;[18]&lt;/a&gt; Cf. Idem. n. 46&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn19" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref19" name="_ftn19"&gt;[19]&lt;/a&gt; Idem. n. 39&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn20" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref20" name="_ftn20"&gt;[20]&lt;/a&gt; Idem. n. 45&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref21" name="_ftn21"&gt;[21]&lt;/a&gt; Idem. n. 44.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref22" name="_ftn22"&gt;[22]&lt;/a&gt; Idem. n. 42&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref23" name="_ftn23"&gt;[23]&lt;/a&gt; Idem. n. 29&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn24" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref24" name="_ftn24"&gt;[24]&lt;/a&gt; Idem. n. 487&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn25" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref25" name="_ftn25"&gt;[25]&lt;/a&gt; Idem. n. 41&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn26" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref26" name="_ftn26"&gt;[26]&lt;/a&gt; Idem. n. 145&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn27" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref27" name="_ftn27"&gt;[27]&lt;/a&gt; Idem. n. 486&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn28" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref28" name="_ftn28"&gt;[28]&lt;/a&gt; Idem. n. 549&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn29" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref29" name="_ftn29"&gt;[29]&lt;/a&gt; Idem. n. 548&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn30" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref30" name="_ftn30"&gt;[30]&lt;/a&gt; Idem. n. 65&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, São Paulo: CNBB, Paulinas, Paulus, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO PAULO II. Novo Millennio Ineunte. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20010106_novo-millennio-ineunte_po.html.%20Acessado%20em%2015.05.2008"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20010106_novo-millennio-ineunte_po.html.%20Acessado em 15.05.2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CESCON, Everaldo. Ser discípulo num tempo de mudança. Reb Revista Eclesiástica Brasileira, fas. 286, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO VI. Evangelii Nuntiandi. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19751208_evangelii-nuntiandi_po.html.%20Acessado%20em%2016.05.2998"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19751208_evangelii-nuntiandi_po.html.%20Acessado em 16.05.2998&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discurso de Abertura do Papa João Paulo II. IV Conferência Latino Americano em Santo Domingo, 1992. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PAPA&amp;amp;id=pap0314"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PAPA&amp;amp;id=pap0314&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;. Acessado em 16.05. 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BENDAHAM, Geraldo F. Linguagem Publicitária e o consumidor com deficiência auditiva, 2006. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://compartilhi.blogspot.com/2008/05/comunicao-e-o-deficiente-auditivo.html.%20Acessado%20em%2018.05.2008"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;http://compartilhi.blogspot.com/2008/05/comunicao-e-o-deficiente-auditivo.html.%20Acessado em 18.05.2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-2002491557465378954?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/2002491557465378954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=2002491557465378954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/2002491557465378954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/2002491557465378954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2008/05/nova-linguagem-na-evangelizao.html' title='NOVA LINGUAGEM NA EVANGELIZAÇÃO'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-4778779832376499423</id><published>2008-05-17T10:50:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T02:29:26.990-07:00</updated><title type='text'>COMUNICAÇÃO E O DEFICIENTE AUDITIVO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;PUBLICIDADE E SEMIÓTICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;LINGUAGEM PÚBLICITÁRIA E &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O CONSUMIDOR COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;RESUMO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt; objetivo principal dessa pesquisa dissertativa é demonstrar a inconformidade parcial da linguagem publicitária veiculada nos anúncios da TV aberta às pessoas surdas. Veremos que na breve história da publicidade não aparece a preocupação em acrescentar elementos novos da lingüística para estabelecer uma comunicação plena com os surdos. Nota-se um esforço da publicidade com transmissão e compreensão da mensagem ao público-alvo, através dos textos publicitários, mas nunca dirigida aos surdos. Entende-se por texto uma imagem, som, cor ou símbolo que seja capaz de ser representada e tenha sentido para o consumidor. Daí a importância dos recursos da semiótica que serve como chave de leitura para decodificar as mensagens textuais. Os passos metodológicos utilizados na pesquisa científica foram os seguintes: inicialmente foi realizado um levantamento bibliográfico, através de leituras de livros, revistas e Internet. Após essa ampla consulta as referências, realizou-se a pesquisa de campo, junto às pessoas com deficiência auditiva, aplicando um questionário com perguntas fechadas e abertas para comprovar ou não se a linguagem dos anúncios publicitários no atual formato para TV aberta é compreendida. O público escolhido foram alguns alunos das escolas públicas, 1 escola do Município de Manaus (Escola José Salomão); 2 escola da rede estadual (Augusto Carneiro e o Centro de Educação de Jovens e Adultos professor Agenor Ferreira). O questionário foi aplicado após a exibição de 5 comercias veiculados na TV aberta. Os dados analíticos da pesquisa de campo revelam que as pessoas surdas também são consumidoras e compreendem em parte com seus sentidos interiores e sentido visual a mensagem publicitária veiculada nos anúncios da TV aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras Chave: semiótica; comunicação; pessoa surda; anúncio publicitário; TV aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABSTRACT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The objective principal of that research dissertate is to demonstrate the partial inconformidade of the advertising language transmitted in the announcements of the TV open to the deaf people. We will see that in the abbreviation history of the publicity doesn't appear the concern in increasing new elements of the linguistics to establish a full communication with the deaf ones. An effort of the publicity is noticed with transmission and understanding of the message to the public-objective, through the advertising texts, but never driven to the deaf ones. He/she understands each other for text an image, sound, color or symbol that is capable of being represented and have sense for the consumer. Then the importance of the resources of the semiotics that serves as reading key to decode the textual messages. The methodological steps used in the scientific research they were the following ones: initially a bibliographical rising was accomplished, through readings of books, magazines and Internet. After that wide consultation the references, he/she took place the field research, close to the people with auditory deficiency, applying a questionnaire with closed and open questions to prove or not if the language of the advertising announcements in the current format for open TV is understood. The chosen public was some students of the public schools, 1 school of the Municipal district of Manaus (Scold José Salomão); 2 school of the state net (Augusto Carneiro and the Center of Education of Youths and Adults teacher Agenor Ferreira). The questionnaire was applied after the exhibition of 5 you trade transmitted in the open TV. The analytic data of the field research reveal that the deaf people are also consuming and they understand partly with your interior senses and visual sense the advertising message transmitted in the announcements of the open TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Key-words: semiotics; communication; deaf person; advertising announcement; Open TV.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CAPÍTULO I&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BREVE HISTÓRICO DA PUBLICIDADE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Abordaremos de forma breve os primórdios da publicidade até os dias atuais. Será uma rápida viagem ao longo da história da publicidade, somente para nos situar. Esses dados são fundamentais para percebermos que, ao longo da história da publicidade não houve uma preocupação sistemática com as pessoas surda com relação à construção de anúncios específicos ao seu grupo. A sua inclusão está começando a ser reconhecida. Historicamente a humanidade tem uma grande dívida social com as pessoas surdas. Para se ter uma idéia, os egípcios e as antigas leis judaicas protegiam os surdos, mas estes não tinham o direito a estudar. Essa mesma visão é compartilhada em Roma e na Grécia. Somente em 1520, na Espanha, os surdos foram ensinados a falar e a ler os lábios, conforme nos afirma o documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, intitulado Pastoral dos Surdos (2006 p. 11). Como podemos observar, as pessoas surdas foram rejeitadas ao longo da história. Somente com o advento de novas descobertas tecnológicas essas pessoas foram novamente beneficiadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Em meados do século XX, grandes avanços tecnológicos apareceram. Alexandre Graham Bell inventou o telefone e junto vieram os princípios da amplificação eletrônica do som, o audiômetro, as prótese auditivas e o surgimento da audiologia, tendo tudo isso uma grande influência para a educação dos surdos. [ . . . ] Somente em 2002 a Língua Brasileira de Sinais (libras) foi reconhecida oficialmente, por meio da lei n. 10.436, como a língua das comunidades surdas (CNBB, p.13)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pessoa surda é considerada consumidor normal, pois a cada dia “emergem como protagonistas de suas vidas e destinos, deixando de ser meros objetos de assistência individual e social” (CNBB, 2005, p.15). Pois, a legislação máxima que rege o país assegura seu direito de cidadania. Por isso, todo os anúncio produzido deve “conformar às leis do país” (SANTANA, 2002, p. 328), no entanto, a sociedade vai assimilando um processo de inclusão dessas pessoas de modo lento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora saibamos que a publicidade tenha a pretensão de ocupar todos os espaços urbanos possíveis com sua ousadia e criatividade nos anúncios, estando presente em toda mídia e “interrompe os filmes na televisão, invade o rádio, as revistas, as praias, os esportes, as roupas, acha-se impressa até nas solas de nossos sapatos, ocupa todo o universo, todo planeta”, (TOSCANI, 2003, p. 22), mesmo assim, com essa proliferação universal da mensagem publicitária, ainda, ao nosso ver, não contemplou ainda de modo sistemático o público surdo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na publicidade, os anúncios são feitos para os ouvintes. Os textos devem ser bem elaborados pelas agências de modo que os veículos, entre eles a TV, devem “zelar pela boa pronúncia da língua portuguesa” (SANTANA, 2002, p.333), excluindo as pessoas surdas que não falam português e não ouvem a voz do locutor nos comerciais, embora saibamos que com os recursos tecnológicos e a utilização adequada da linguagem no anúncio publicitário à língua dos surdos, eles poderiam acompanhar a propaganda na sua plenitude. Nesse sentido, Marcovitch. afirma que “a incompreensão parcial ou total de uma mensagem é sempre prejudicial para o emissor” (2005, p.74). Com essa pesquisa pretende-se minimizar essa incompreensão da mensagem publicitária às pessoas surdas, utilizando os recursos da semiótica, que abordaremos mais adiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, a história, como já foi dito, revelará que temos uma dívida social com a pessoa surda, visto que a sociedade já o incluiu em seu processo educacional, como afirma Trindade Eneus (2006, p.54), “o aluno surdo deve freqüentar o sistema regular de ensino porque é um cidadão com os mesmos direitos que qualquer outro”. Isso nos faz pensar que esses consumidores cidadãos, brasileiros, têm também o direito de ver os anúncios publicitários na sua própria língua, pois a Lei de Libras já esta aprovada desde 2002. Nota-se que os governantes já estão cuidando para que a Lei seja aplicada, ainda timidamente. Veja por exemplo no processo eleitoral de 2006, em que foi aprovado uma resolução que determinada o uso obrigatório na propaganda a língua de Libras: “Segundo a Resolução aprovada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral, fica estabelecido o uso da Língua Brasileira Sinais – Libras – e de legendas - closed caption - na difusão da propaganda eleitoral na televisão”.(Propaganda eleitoral na televisão dever ter acessibilidade). Isso constitui um certo avanço.para estabelecer com as pessoas surdas na comunicação. No mundo publicitário também há uma jovem surda, chamada Patrícia Hipólito, que fez um comercial da Pomada VICK para TV. Essas pequenas iniciativas são a possibilidade da abertura de um caminho maior para o acesso da pessoa surda tanto para atuar nos comercias de TV, como ter o seu direito de assistir comercias da TV aberta em sua língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1 Confusão do termo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Marcondes (2001), um passeio rápido pela listagem das agências de publicidade do país, independente de região ou de época em que foram criadas, nos permitirá ver que não existe uniformidade na sua denominação: algumas são "agências de publicidade" e outras, são "agências de propaganda", enquanto sabe-se que, histórica e semanticamente, há diferenças marcantes entre os objetivos de comunicação de uma técnica e de outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita divergência na compreensão do termo publicidade quanto ao seu significado e aplicabilidade. Há os que afirmam que publicidade é igual à propaganda. Outros distinguem claramente, afirmando que publicidade é uma ferramenta do marketing que serve de apoio à propaganda na divulgação de produtos, serviços e idéias para públicos-alvos previamente pesquisados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propaganda é a venda dos produtos, serviços ou idéias. Para Santana “publicidade [...] significa ato de vulgarizar, de tornar público um fato, uma idéia.” Afirma ainda que “propaganda compreende a idéia de implantar, de incluir uma idéia” (2002, p. 74). Em nossa análise consideramos a distinção do termo e o seu significado válidos, mas preferimos olhar para a publicidade e propaganda como resultado de uma mesma matriz: a comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto publicidade como propaganda se prestam ao mesmo objetivo da comunicação: apresentar mensagens, isto é, comunicar idéias, produtos e serviços com objetivo de atingir o consumidor. Desse modo o objeto da publicidade e da propaganda se funde no mesmo objetivo: anunciar aos diversos públicos consumidores com argumentos planejados e estratégicos a possibilidade de acesso aos produtos e sua aquisição. Publicidade e propaganda, portanto, estão a serviço do mercado e quando bem direcionados incutem na cabeça do consumidor o desejo de absolver os produtos oferecidos. As diferenças são apenas de conceitos, mas na prática operacional não há confusão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Afirma Terra (1997, p.40), que: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Decorre um paradoxo dessa utilização aleatória: a denominação profissional de "quem" faz publicidade ou propaganda, institucionalizou-se como "publicitário". Não há propagandistas ligados ao "fazer" publicidade e mesmo propaganda: no Brasil, esta denominação corresponde ao profissional que trabalha para os laboratórios de medicamentos e que percorrem os consultórios e clínicas médicas, distribuindo amostras e fazendo o que chamam "divulgação comercial do produto".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para uns, o que deveria ser propaganda é publicidade e, para outros, exatamente ao contrário. Mas é consenso entre os profissionais de comunicação em publicidade que quem trabalha utilizando-se das ferramentas da redação publicitária e os recursos do marketing é um publicitário e não um divulgador de produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2. Contexto antropológico – pré-História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamamos de contexto antropológico o ambiente vivido pelo homem na origem na sua formação no período conhecido como pré-história. Sabemos que nesse contexto não há uma expressão plena por parte dos primórdios da humanidade e nem consciência de que faziam publicidade, pois não faziam mesmo, pelo menos como nós conhecemos hoje. Mas em nossa análise perceptiva, notamos que nos desenhos e escrita antigos aparecem sinais de comunicação que consideramos formas de fazer publicidade implícita na medida que comunicavam através da forma uma marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido o desenho era a expressão de sua identidade visual que marcou a sua época. Desse modo podemos afirmar que arte do homem pré - histórico tem qualidade tanto quanto a que se cria nos tempos atuais e com certeza é também fonte de inspiração para os artistas plásticos e, por conseguinte também aos profissionais de publicidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Figura 1: Caverna de Lascaux&lt;br /&gt;Fonte: Costella, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura do animal confeccionada de forma artística pelos homens da época pré-histórica nos fornece elementos antropológicos para acreditar que esse acervo artístico também é uma forma de comunicação publicitária. Assim nos afirma Costella, “qualquer que seja a explicação de seus intuitos – senso estético, objetivo mágico – religioso ou outras hipóteses – o certo é que uma nova e maravilhosa experiência ficou incorporada ao acervo humano” (2002, p.14).&lt;br /&gt;Essa nova ótica histórica demonstra que desde os primórdios da humanidade houve de fato preocupação em divulgarem os seus feitos e realizações, através dos registros. Quando isso ocorre, está acontecendo a publicidade e propaganda de forma natural desde os primórdios da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Martins, “quando o homem das cavernas penduravam uma pele de animal na entrada da sua caverna, esse cidadão pré-histórico já estaria fazendo o seu comercial” (2002, p. 35). Nestes termos da história, a publicidade e propaganda vêm de longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.3. Contexto antropológico – história&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história universal, percebemos que desde os tempos antigos a propaganda é utilizada através das tabuletas para divulgar os feitos dos grandes mecenas, tanto em Roma como na Assíria. Acredita-se que sua origem esteja relacionada com a cidade de “Pompéia, Itália, onde foram encontradas tabuletas que anunciavam combates de gladiadores e referências a casas de banho públicas, na cidade”, (BROCHAND et all , 1999, p. 27), mas há controvérsia quanto a sua origem, pois foi encontrado “na china uma casa com uma tabuleta que indicava, aparentemente, ser aquele o endereço de um alfaiate, ou equivalente, lá dos idos de 3.000 a.C “ (MARTINS, 2002, p.35).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polêmica à parte, o importante é saber que o homem historicamente já divulgava seus feitos e oferecia serviços aos seus semelhantes. Após esses dados antigos, vamos dar um passo gigante na história da humanidade. Vamos até a idade média verificar os traços da publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.4 .Idade média – traços de publicidade&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi na idade média que encontramos de forma mais clara os exemplos que se caracterizam como ações publicitárias. “A Idade Média oferece particularmente exemplos da publicidade oral [...] e limitava a pregoar vinhos”.(Pereira, 2004, p.34). Nessa época utilizou se também a tabuleta e se deu início ao aparecimento dos cartazes. “A tabuleta dessa época dará origem nos tempos modernos ao escudo simbólico [...], o cartaz aparece no século XV [...] destinado ao cabido de Reims para anunciar o grande perdão de Nossa Senhora” (Pereira, 2004, p.36). As grandes obras de arte, principalmente as Igrejas medievais por si só falam através das imagens, expressando mensagens. “A Idade Média foi também uma civilização da imagem em que a catedral é o grande livro de pedra, um verdadeiro écran de televisão” (MIRANDA, 2006, p.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi precisamente em 1622 que a Propaganda foi institucionalizada pela Igreja Católica quando criou a “Fundação da Congregação da Fé (de propaganda fidei) por Gregório XV (Roma, Itália)” (PROPAGANDA FIDEI) para divulgar o Evangelho e buscar novos povos. Podemos afirmar que esse dado histórico oficializa o nascimento da Publicidade rumo aos tempos modernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revela Accioly (2000, p.51), que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;a publicidade comercial impressa, teve uma importante função na assimilação destas transformações. Se as intervenções urbanas implicaram na transformação física dos espaços e das práticas sociais a eles correspondentes, o consumo dos novos bens industrializados, especialmente de ponta, também incidiria na transformação dos hábitos e comportamentos cotidianos, domésticos e privados, de ao menos uma parcela dos habitantes da cidade, aqueles cujo poder aquisitivo e nível cultural permitiram aquele consumo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.5. Época moderna&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos observar que em épocas mais recentes, ditas modernas, a publicidade avançou aceleradamente. O marcou referencial do desenvolvimento humano é Revolução Industrial disparada na Inglaterra. Esse processo de produção em série provocou uma grande mudança na vida das populações e nas cidades. Com o aumento da produção, também as vendas cresceram. Mas foi somente no século vinte com o advento do rádio e da televisão, que podemos chamar também de uma grande Revolução Tecnológica, que os meios começaram a receber verbas dos anunciantes e a publicidade tornou-se o principal meio para divulgação dos produtos. Vai se aperfeiçoando cada vez mais a parti das novas mídias, buscando sempre adequar melhor o produto ao seu público – alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.6. História da publicidade no Brasil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil a história da publicidade não é diferente. Com o aumenta da produção, logo veio a necessidade de aumentar as vendas. E a publicidade com os seus recursos técnicos foram e continuam sendo o meio eficaz mais adequado para divulgar os produtos ao mercado, utilizando a sua criatividade e persuadindo os clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Xavier (2002, p.59), a história da publicidade no Brasil, tem início ainda no século XIX quando o desenvolvimento econômico, baseado na agro-exportação, promove um crescimento urbano capaz de abrigar diferentes atividades profissionais e setores de negócios que necessitam comunicar sua existência ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos encontrar anúncios em jornais da época oferecendo a venda de escravos. Hoje algo condenável. No entanto, hoje ainda se pode encontrar em jornais anúncios de casa de massagem que oferecem pessoas, inclusive dando as suas características. Algo bem parecido com os anúncios de escravos do início do século. Através de anúncios em cartazes, folhetos se oferecia também produtos e pessoas. É importante saber que assim se iniciou a publicidade no Brasil. Agora faz parte da história da publicidade todos esses acontecimentos, que ao nosso ver, a história parece se repetir, ao menos com relação ao anúncio de vendas de pessoas. É sabido que as técnicas publicitárias se aperfeiçoaram com recursos sofisticado na elaboração de um anúncio para persuadir o público – alvo. Hoje se trabalha mais com a marca, com o objetivo de imprimir a imagem na cabeça do consumidor através de várias ações bem elaboradas de Marketing. Entende por ações de Marketing as estratégias das promoções, os eventos sociais e também as relações públicas. Veja um anúncio publicitário do século anunciando a venda de um excelente escravo. Exalta-se aí a qualidade do produto, através de um texto escrito num folheto que contém as informações básicas do escravo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20www.fortunecity.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20www.fortunecity.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Figura 2 – Anúncio de venda de escravos&lt;br /&gt;Fonte: www.irdeb.ba.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estamos num processo acelerado de aperfeiçoamento das técnicas publicitárias, a industria gráfica também se desenvolve. A criação publicitária já pode contar com a impressão em cores. Assim se pode atrair melhor o consumidor com as ilustrações gráficas em papéis especiais. Veja por exemplo o anúncio de extrato de tomate. É grande, bonito e colorido. Embora ainda se tenha um texto muito longo. Hoje, as técnicas de redação publicitária, se utilizam de textos menores. A imagem que serve de apoio ao texto, chama-se ancoragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Figura 3 – anúncio extrato de tomate&lt;br /&gt;Fonte: www.fortunecity.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rádio foi pioneiro na comunicação de anúncios publicitários. Seu crescimento se dá da “institucionalização da publicidade em primeiro de março de 1932, com o decreto número 21.111, que estimula o máximo 10% de veiculação comercial sobre toda programação da emissora” (FERRANETO, p.21, 2001). Com esse estímulo a publicidade cresceu no rádio. O rádio tinha o seu próprio elenco, assim como as TVs tem hoje. Eram profissionais que geralmente faziam anúncios de loja de departamento, restaurante, xaropes, remédio produtos alimentícios. O que mudou hoje na propaganda brasileira foi à técnica e a sofisticação tecnológica, mas o objetivo de incutir na cabeça da pessoa a aquisição do produto continua a mesma. Todo anunciante tem o objetivo de vender seus produtos ou serviços. Cabe aos profissionais da comunicação adequar a linguagem correta ao público – alvo, utilizando bem os recursos literários da redação publicitária. Hoje a melhor forma para se trabalhar com segurança no mundo da publicidade é realizar bem o brienfig. Entende-se por briefing o resumo das informações recebidas do cliente. Uma das pessoa que na época fazia parte do elenco fixo da rádio para anúncios de produtos era a Carmem Miranda. Veja a imagem da Carmem em anúncio da rádio da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figura 4 – Carmem Miranda&lt;br /&gt;Fonte: www.acontecendoaqui.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já foi afirmada acima, a publicidade passava por mudanças rumo a perfeição, mas também recebia influência das mudanças de época. Uma dessas mudanças que marcaram o século passado e continuam no novo milênio é o fenômeno da globalização econômica. A sociedade teve que se adequar, principalmente as empresas de produtos e serviços. Agora todos são capazes de produzir tudo com muita qualidade graças aos recursos tecnológicos que são comuns às empresas. Nesse sentido, pergunta-se: onde fica o diferencial? A publicidade com muita criatividade correu atrás para acompanhar as mudanças profundas do mercado e apresentar os produtos de forma criativa aos consumidores. Abusou-se da criatividade para manter o produto na mente dos clientes. Luzes, cores, som, imagem, música, movimento, tomadas cinematográficas, atores, equipamentos de ponta e profissionais treinados. Um caso emblemático é propaganda da Bombril que ficou anos no mercado com absoluta liderança em relação aos concorrentes. É um comercial exibido na TV aberta, feito com muita criatividade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Figura 5 – Propaganda da Bombril&lt;br /&gt;Fonte: www.acontecendoaqui.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pensador antigo, chamado Cícero, afirmava que a história é a mestra da verdade, isso para explicar que aprendemos com a história, não para voltar ao passado com um saudosismo desesperado, mas para evitar os erros do presente e preparar melhor o futuro. Assim aconteceu com a publicidade. A sua história muito ajudou a compreender o processo de comunicação entre o público consumidor e a mensagem publicitária, ficando claro que não aparecem nesse período elementos em que a pessoa surda seja objeto de sua preocupação. Podemos concluir que a publicidade ao longo da história foi idealizada somente para o público consumidor que não tem deficiência auditiva. Mas como os anúncios publicitários são ricos em elementos lingüísticos, também influenciaram as pessoas surdas consumidoras, embora eles não sejam o público – alvo das campanhas. Esse aspecto será constatado na pesquisa de campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. COMERCIAIS EM TV ABERTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a consolidação da TV a partir do ano de 1950, o processo de desenvolvimento audiovisual é o que mais seduz as pessoas. Comparando com outros veículos de comunicação, a TV destacar-se pela sua capacidade de transmissão da mensagem. Sabendo disso, os profissionais de publicidade procuram elaborar os melhores comercias para expor os produtos no mercado, visando ao público-alvo escolhido. Assim afirma Senna: “fazer um comercial de TV e ver sua idéia passando na casa de milhares de pessoas é, para muitos publicitários, a realização profissional” (p.80, 2003). São esses comerciais criativos veiculados na TV aberta que influenciam a vida dos consumidores, inclusive as pessoas surdas. Quanto à influência da força dos comercias na vida das pessoas não há dúvidas sobre isso. Para confirma o potencial de influência da TV na vida das pessoas, constata-se que “no Brasil, adolescentes passam cerca de cinco horas por dia diante da TV. Sabe-se que uma exposição de apenas 30 segundos a comerciais de alimentos é capaz de influenciar a escolha de crianças por determinados produtos” (ALMEIDA, Anúncios de televisão difundem maus hábitos alimentares). Isso prova que a influência dos comercias da TV aberta tem uma grande capacidade de influenciar os sujeitos, inclusive a pessoa surda, embora eles não sejam públicos escolhidos. Observando os anúncios da TV aberta, constatamos que eles dizem muito pouco para compreensão do surdo. Eles não entendem a mensagem dos anunciantes. Segundo a pesquisa de campo (tabela, 11)somente 30% dos surdos dizem entender tudo que vêem nos comerciais. Também não é do interesse das grandes marcas que anunciam e nem das empresas de televisão se preocupar com um grupo pequeno de pessoas surdas. “Estima-se que no Brasil a população de pessoas com algum grau de dificuldade auditiva chegue a 12 milhões” (ARANTES, 2004).Um número muito pequeno se pensarmos em dividirmos essas pessoas nas regiões brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Os sujeitos da tv aberta brasileira são os seguintes: as empresas comerciais de tv, nos seus segmentos financeiros e de produção artística e técnica; os governos como poder concessionário e grandes anunciantes, tanto de suas empresas, como de seus setores administrativos e políticos; as empresas privadas que anunciam sistematicamente seus produtos de consumo de massa e de elite; o grande público consumidor das imagens e dos sons veiculados, o que inclui a publicidade de uma gama variada de bens e serviços, que é a mais poderosa que se conhece, em escala planetária. ( LOPES, A tv aberta brasileira: economia política, cultura e comunicação ).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com a predominância do poder econômico das grandes empresas que visam o retorno imediato do lucro, não há tempo para pensar em exercitar a cidadania, incluindo a linguagem adequada para comunicação com os surdos, até porque na sociedade brasileira predomina a cultura oral. Os profissionais sabem disso e por isso elaboram textos publicitários para os locutores gravarem nos anúncios da TV aberta. Ilustram os comercias com imagens capturadas pelos cinegrafistas, outras vezes utilizam os recursos da informática para incrementar os comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há quem critique essa programação exagerada da TV aberta, a ponto de achar que a TV aberta corrompe as pessoas. Assim afirma Bezerra e Dias em seu artigo sobre a TV aberta: “falamos na droga que nos é oferecida diariamente pela programação da TV aberta comercial, em doses maciças de toda espécie de detritos visuais e auditivos: uma droga que corrompe o sentimento humanitário e a noção de cidadania de crianças” (BEZERRA E DIAS, Tv aberta comercial, uma espécie de tráfico de drogas pelo ar). É exatamente essa programação a que os surdos estão expostos. Ficam olhando os anúncios, mas não compreendem totalmente a mensagem, pois os comercias não são elaborados em Libras, visto que no Brasil a maioria da população fala a língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta pesquisa, o desafio da semiótica será oferecer as ferramentas para uma justa comunicação do anúncio publicitário ao consumidor surdo sem excluir o consumidor ouvinte. Este será o assunto do capítulo seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPÍTULO II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. PUBLICIDADE E SEMIÓTICA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente vimos os grandes feitos da publicidade e a sua evolução ao longo da história. Agora a publicidade será olhada com a perspectiva da semiótica. Os seus recursos semiológicos servirão para compreender o objeto da publicidade. Considera-se objeto da publicidade os recursos literários e imagéticos utilizados nas campanhas publicitárias para persuadir os consumidores. Obviamente, a publicidade está a serviço do mercado neste mundo globalizado economicamente, onde predomina a vontade do financeiro sobre as pessoas. Nesse sentido as ações de mercado que não dão lucro são deixadas de lado. As pessoas surdas, embora consumidoras de produtos, não são tão importante para o mercado. Talvez o mercado desconhece o potencial econômico desse grupo. Na pesquisa realizada com uma parte desse grupo constatou-se que grande maioria dessas pessoas ganham de 1 a 3 salários e são clientes de lojas (tabela 3 e 9). Todos têm necessidades de produtos e serviços, pois a grande maioria dos entrevistados é influenciada pela força da publicidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido a afirmação de Volli procede:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A publicidade é um dos principais motores de economia, ao mesmo tempo que representa um imenso poder capaz de condicionar a existência de todos os meios de comunicação de massa. Além disso, é o mais difundido e o mais capilar dos canais de comunicação, aquele que impõe ao mundo, pela força das idéias e, sobretudo, dos grandes números, para além de produtos e mercadorias, imagens, palavras, pensamentos e gostos. A publicidade é, em suma, um instrumento estético e ideológico de massas, uma espécie de reservatório de onde extraímos a nossa forma de olhar o mundo, de descobrir a beleza, de nos divertimos, de sonhar. (p. 7, 2003)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Como havia afirmado, a semiótica será a chave para incluir no discurso publicitário da TV aberta as pessoas surdas. Falar com essas pessoas é realizar um exercício de cidadania e reconhecer que na sociedade brasileira há pessoas que falam a Libras. Sobre Libras, segundo Goes (1996, p.89): “A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é reconhecida como &lt;a title="https://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm"&gt;meio legal&lt;/a&gt; de comunicação e expressão entre as comunidades de pessoas surdas no Brasil e é falada em todo o território brasileiro nas comunidades de pessoas surdas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.1. Teorias semiótica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que existe a teoria e a história da semiótica. Aqui o interesse é somente pela teoria. Há várias teorias que provêm de matrizes diferentes e, portanto, tem ponto de partida filosófica diferente e chegam a resultados com metodologia e concepções diferentes. Segundo Trindade, existem pelo menos 3 matrizes semióticas: A primeira dessas matrizes é a semiótica formulada pelo americano Charles Sanders Peirce, muito importante para o estudo da linguagem midiática. A segunda trata-se da semiologia postulada por Ferdinand Saussure, que se preocupa com o estudo dos signos. A referida pesquisa optou por seguir a intuição saussureana. Por fim a última matriz semiótica, que se refere aos estudos russos. O primeiro ramo de estudos sígnicos na Rússia refere-se a uma semiótica da cultura. Todas estas teorias semióticas são objetos de estudos pela ciência da comunicação e contribuem como chave de leitura dos fenômenos comunicacionais, principalmente ao estudo da linguagem publicitária.(TRINDADE).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como havia sido dito, a pesquisa seguirá a matriz de Saussure. Nos seus estudos lingüísticos, define que a Semiótica é a “ciência geral de todos os sistemas de signos através dos quais estabelece-se a comunicação entre os homens” (NETTO, p.17). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Trata-se da semiologia postulada por Ferdinand Saussure em 1906, na Universidade de Genebra, em seu famoso Curso de lingüística geral, que gerou obra homônima, uma publicação póstuma ao seu autor, organizada por seus discípulos. A semiologia postulada por Saussure era uma ciência maior que estudava os signos no seio da vida social, ou seja, propunha o estudo de outras linguagens não-verbais, tendo como referência a lingüística, que estuda os mecanismos gerais de todas as línguas (linguagem verbal). E rompendo com a tradição positivista, esse lingüista afirmava que a língua é um produto social, cuja unidade mínima de comunicação, o signo (a palavra) é dotada de um significado (o conceito/função) e de um significante (a parte material), interessando-se metodologicamente pelo que constitui o signo e excluindo de sua proposta teórica a realidade que dá origem aos signos, já que esses constituem o modo de representação de uma dada realidade. (TRINDADE)&lt;/em&gt; .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.2. Signos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato a Semiótica trata da questão dos signos. Ora, os mudos são pessoas que se comunicam na sua língua própria, através dos signos, por isso estão incluído nesse sistema comunicacional Saussureana. Esse processo de comunicação com as pessoas surdas chama-se comunicação não verbal que é conceituada como “o ato comunicacional que se afetua entre pessoas por meios que não é a palavra” (SANTOS, p. 31, 2003). Os meios que os surdos utilizam são os sinais da Libras. Esta atividade convencional dos sinais gestual praticada pelos surdos é constituída por uma linguagem semiótica. Mas não somente as pessoas surdas usam os signos. Todo ser humano é marcado pela experiência dos signos. Ocorre que nem sempre a pessoa está atenta para realizar essa reflexão, daí refletir e analisar os signos lingüísticos é tarefa da semiótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe a seguinte história tirada do cotidiano de um motorista, narrada pelo texto do Senac sobre comunicação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em uma estrada movimentada, segue solitário, em seu carro, um vendedor de laboratório de remédios. Pelo caminho, ele atravessa várias paisagens: primeiro, a parte industrial da cidade, com chaminés e construções modernas. Mas adiante, estão os bairros operários. Depois, é o estradão mesmo: fazendas, sítios, áreas abandonadas, postos de gasolina, motéis, de beira de estrada.&lt;br /&gt;Passam caminhões com placas de lugares diferentes. Na traseira, quase todos levam uma mensagem, como a frase: “Feliz foi Adão, que não teve sogra”. Passavam também caminhões tanques, com nomes de grandes multinacionais de petróleo (...). Uma placa avisa o cruzamento de uma linha férrea. Ele passa distraído, quando ouve o apito do trem. Outro aviso alerta sobre perigo de animais na estrada. Uma terceira placa indica a via preferencial. Logo, um letreiro anuncia a próxima saída (SENAC, p.15, 2005).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nesta história, verifica-se que o motorista solitário está cheio de imagens em sua cabeça que tem sentido e comunicam mensagens. As imagens, que aqui chamamos de Signo falam por si mesmas. Esses signos como a chaminé da fábrica, as placas das ruas, as frases da placa do caminhão, etc, são signos semióticos. Esse processo subjetivo que passa na cabeça do motorista que sabe ler e é ouvinte, ocorre também na cabeça da pessoa surda, principalmente a imagem em movimento. Esse processo chama-se percepção cinestésica. Entende-e por cinestesia o “senso-percepção dos movimentos corporais e em relação ao ambiente à sua volta” (Dicionário Neuro-ciências). Ainda para ilustra o conceito e a compreensão dessa atividade neurológica, observemos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Cinestesia já diz respeito à senso-percepção dos movimentos corporais em relação ao ambiente à sua volta. Esta percepção é muito fácilmente ilustrada, naquela frase..."é como andar de bicicleta". Outro exemplo é o que decorre do esforço de aprendizagem de um novo passo de dança ou a evolução numa determinada postura de Yoga. Em qualquer dos casos, o que fazemos é socorrermo-nos da nossa memória cinestésica, por forma a "pensar" o movimento e executá-lo. Após aprendizagem, precisamos apenas de visualizar mentalmente o mesmo movimento, até que ele se torna automático. (&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://thatsforeveryousaid.blogspot.com/2006/04/cinestesia-cenestesia-ou-sinestesia.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Palavras Cruzadas: Cinestesia, Cenestesia ou Sinestesia.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Neste conceito fica claro que é possível recorrer à memória cinestésica para visualizar os signos. Esse processo é realizado por qualquer pessoa, mas especialmente pela pessoa surda, vista que ela não ouve e por isso tem a vantagem de centrar melhor a sua memória perceptiva nos anúncios publicitários. Nessa perspectiva, o publicitário que deseja que a mensagem chegue sem ruído ao receptor pessoa surda, deverá incluir no seu trabalho o recurso da cinestesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.3. Significado e Significante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o signo exista, é necessário que exista três elementos: o objeto referente, o significado e o significante. Esses elementos são explorados nos anúncios publicitários, pois não existe objeto sem significado e significante. O que pode ocorrer com a pessoa surda, por causa do seu baixo grau de escolaridade, devido a entrar na escola muito tarde e ainda ter que enfrentar uma sociedade preconceituosa que não está preparada para aceitar as diferenças, é a não compreensão do significado dos signos na publicidade. Daí, quem não entende o significado dos signos no anúncio publicitário, não terá condições de compreender a significação desse objeto, embora o signo continue com seu significado, independente da interpretação do sujeito. Uma saída para contribuir na explicitação do signo é os publicitários elaborarem anúncios que envolvam signos que sejam do mundo cultural dos surdos. Em outras palavras, se a mensagem publicitária não conduzir o consumidor surdo ao encontro do objeto significado não terá alçando o seu objetivo. Veja o gráfico do significado e do significante, a fim de explicitar melhor essa idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://images.google.com/imgres?imgurl=http://roble.cnice.mecd.es/~msanto1/lengua/1bici.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://roble.cnice.mecd.es/~msanto1/lengua/1palabra.htm&amp;amp;h=217&amp;amp;w=266&amp;amp;sz=11&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;sig2=nprzzbyaBL7HITeajhXEew&amp;amp;start=1&amp;amp;tbnid=j8mG5Z-NdlDj8M:&amp;amp;tbnh=92&amp;amp;tbnw=113&amp;amp;ei=p6tkRbPpOZ_kaNvtiNcO&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dsignificado%2Be%2Bsignificante%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-BR%26lr%3D%26sa%3DN"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Figura 6 - imagem da biclicleta&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://roble.cnice.mecd.es/~msanto1/lengua/1palabra.htm" target="_top"&gt;roble.cnice.mecd.es/~msanto1/lengua/1palabra.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo afirmação de Netto, “na teoria de Saussure, o signo pode ser analisado em duas partes que o compõe: o conceito e a imagem acústica. As palavras faladas de uma língua apresentam-se como imagens acústicas que trazem à tona, quando manifestadas, um determinado conteúdo ou conceito” (p. 20, 2001). Quando Sanssure fala de conceito está se referindo ao Significado do objeto que se forma na mente da pessoa. Daí por significado entende-se “a idéia, a imagem psíquica da coisa” (TERRA, p.32, 1997). Considerando que o anúncio da TV aberta é um objeto com significado, é possível que o consumidor surdo assimile essa imagem, no caso é o produto, para que haja uma comunicação plena. Mas há outro aspecto do objeto referente muito importante: trata-se do Significante. Entende-se por significante “a realização material desse conceito, ou seja, a sua concretização por meio de fonemas, ou de alguma coisa que os represente, como letra do alfabeto. O significante é a parte perceptível do signo” ( TERRA, p.32, 1997). Agora não é mais a imagem psíquica que fica na cabeça do sujeito, mas a impressão sensorial que formamos na mente. No exemplo da bicicleta que vimos acima, a bicicleta enquanto tal é o significado e a palavra bicicleta é o significante. Fica claro que com a ajuda da semiótica temos condições de elaborar anúncios publicitários que contemplem o público surdo. Como vimos, não precisa fazer um anúncio específico para as pessoa surdas, mas trata-se de acrescentar conscientemente os elementos semióticos nos anúncios, considerando a cultura dos surdos. Os anúncios na forma com estão sendo veiculados na TV aberta, com muitas informações escritas nos textos para reforçar a mensagem, principalmente nos anúncios de varejo, fica confuso até para os ouvintes compreenderem. Observa-se também que os anúncios estão recheados de signos semióticos que deveria auxiliar a mensagem e chegar ao receptor sem ruído, porém, o exagero de efeitos especiais e os recursos dos programas de computador confundem em parte o consumidor, embora sejam ótimos esses recursos. Portanto, fazer comerciais para as pessoas surdas exige do profissional de publicidade objetividade, discurso direto e simplicidade na edição do VT, enfocando mais profundamente o significado do objeto veiculado, visto que “a questão do significado está no domínio da língua” (NETTO, 2001, p. 22). Se o sujeito não conhecer a língua o objeto não terá significação para ele. De modo que na elaboração dos comercias para os surdos não pode haver ambigüidade, o signo icônico precisa ser igual ao anunciado no texto verbal. No caso da publicidade para pessoa surda, bastas apresentar os produtos na sua forma real. Entende-se por signo icônico “uma coisa ou idéias através de uma imagem com forma igual representado [...], o ícone é simples: pode ser lido até por quem é analfabeto” (SENAC, 2005, p. 17). Daí, a publicidade utilizando esses recursos nos seus anúncios, todas as pessoas podem assistir e entender a mensagem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.4. Valor semiótico e econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dado o objetivo da publicidade, que é despertar no consumidor o desejo e a necessidade de adquirir produtos, serviços ou idéias, uma exigência do mercado consumidor, nota-se que há no discurso publicitário a possibilidade de uma “troca [...] entre valor semiótico e valor econômico” (VOLLI, 2003, p. 47). Essa função econômica é a finalidade final dos anúncios publicitários veiculados em TV aberta. Os investimentos planejados deverão voltar ao bolso do anunciante em forma de lucro, pois é o anunciante que paga a conta, por isso quer retorno. Daí, a importância de saber elaborar os anúncios publicitários com linguagem semiótica adequada pra se obter retorno econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido Volli afirma que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;A publicidade, ao “comunicar” o seu objeto, isto é, ao conjugar em determinado processo comunicativo axiologias, narrações, condições de utilização, etc., mas sobretudo opondo-se aos seus concorrentes diretos ou indiretos, produz um valor semiótico para produtos, marcas, serviços e comportamentos que, no ato da compra, se funde com o econômico. Por esta razão faz sentido falar das despesas publicitárias como despesa de “investimentos”: um custo empresarial cujo objetivo é produzir valor econômico através do valor semiótico. (VOLLI, 2003, p. 51).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;Como percebemos, o sucesso do feedback do anúncio publicitário se dá pela relação entre o valor semiótico e valor econômico. Certamente a publicidade tem a função de provocar no consumidor o desejo da aquisição do produto. E nesse sentido, a semiótica como a ciência que estuda todos os signos da comunicação, é capaz de oferecer as ferramentas tanto para interpretação da língua, como incrementar os anúncios publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, nesta breve pesquisa, foi constatado que a semiótica é uma ciência nova que precisa ser mais conhecida pelos publicitários e que seus recursos, principalmente a Teoria de Saussure, serve para analisar os anúncios a partir do significado e significante dos objetos, interpretado pelo sujeito. Percebe-se também que as pessoas surdas, ao utilizar a Libras, estão empregando recursos semióticos na comunicação. De modo que fica prática a utilização da semiótica nos anúncios publicitários a serem veiculados tanto para os ouvintes como para as pessoas surdas. Daí, não convêm por exigência do mercado, produzir comercias específicos somente para as pessoas surdas, mas acrescentar nos roteiros, textos, produção e edição dos comerciais os recursos semióticos sem exagero, de forma simples, direta e objetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPÍTULO III&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESULTADO DA PESQUISA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Metodologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa de campo foi realizada junto às pessoas com deficiência auditiva em 3 escolas. Uma da rede municipal e 2 da rede estadual, no mês de setembro de 2006. A primeira chama-se José Salomão e as últimas, Augusto Carneiro e o Centro de Educação de Jovens e Adultos Professor Agenor Ferreira Lima, todas localizadas na cidade de Manaus. O questionário foi aplicado mediante a apresentação de 5 comercias veiculados na TV aberta. Sobre os comercias, veja uma síntese de cada anúncio. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;COMERCIAL- 1: Anúncio feito por ocasião das festas juninas. Utiliza uma linguagem de gente caipira em clima de festa. Tenta oferecer uma novidade com a promoção dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANUNCIANTE: Milenium&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTO: Variedades de produtos: descartáveis e roupas para festa junina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: Atacado e varejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO: 30’s&lt;br /&gt;----------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMERCIAL- 2: Anúncios de produtos alimentícios, destacando a produção local, tecnologia e qualidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ANUNCIANTE: Brotheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTO: Diversos tipos de pão e torrada&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;TÍTULO: Do Amazonas para todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO: 30’s&lt;br /&gt;---------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMERCIAL – 3: Anúncio de produtos variados, com um discurso de oferta e economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANUNCIANTE: Super Modelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTO: Variedades de produtos: água sanitária, creme dental, maça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: Explosão de ofertas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO: 30’s&lt;br /&gt;--------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMERCIAL – 4: Anúncio de produtos em ofertas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANUNCIANTE: Sortidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTO: Variedades: tigela, lâmpadas, talheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: Baratão da Semana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO: 30’s&lt;br /&gt;------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMERCIAL – 5: Anúncio de variedades de brinquedos, destacando suas qualidades: velocidade, ferozes, amiguinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANUNCIANTE: Tobias Toys&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;PRODUTO: Brinquedos para crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: Sem título&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO: 30’s&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;-----------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Proclip: comerciais para apresentação&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A finalidade da apresentação dos comerciais foi oferecer oportunidade aos surdos de verem os anúncios e garantir apoio à pesquisa de campo. Após assistirem aos anúncios publicitários foi distribuído um questionário contendo 16 perguntas, sendo 13 com perguntas fechadas e 3 com perguntas abertas, caracterizando a pesquisa de campo de cunho qualiquantitativo. A grande maioria teve dificuldades para leitura e respostas do questionário na língua portuguesa. Daí, a importante contribuição dos professores na tradução das perguntas. Uma a uma foi traduzida pelos monitores. Aos poucos os alunos iam respondendo o questionário, muitas vezes tirando as dúvidas com os professores. Em Manaus não se sabe exatamente o universo da população das pessoas surdas, por isso, o questionário foi aplicado para 100 pessoas, optando-se pelo universo indeterminado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.2 Análise quantitativa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa de campo, realizada com 100 pessoas surdas, foi fundamental para comprovação da hipótese em que inicialmente se afirmava que os comercias da TV aberta não utilizam uma linguagem compreensível ao consumidor surdo. O fato da pesquisa demonstra que os surdos compreendem em parte os anúncios, ficando comprovado através da pesquisa que se deve melhorar a comunicação publicitária com esses consumidores. Veja as respostas e análise das 16 perguntas, sendo 13 fechadas e 3 abertas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tabela 1 – Sexo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;feminino&lt;br /&gt;56&lt;br /&gt;56%&lt;br /&gt;masculino&lt;br /&gt;44&lt;br /&gt;44%&lt;br /&gt;total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006.&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 1 verificamos o sexo dos entrevistados numa freqüência de 56 mulheres e 44 homens. Confirmando os dados que a maioria das pessoas surdas são mulheres. O fato de as mulheres serem a maioria, confirma a tendência do crescimento feminino no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tabela 2 – Faixa etária &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;12 a 18 anos&lt;br /&gt;44&lt;br /&gt;44%&lt;br /&gt;18 a 25 anos&lt;br /&gt;33&lt;br /&gt;33%&lt;br /&gt;26 a 35 anos&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt;17%&lt;br /&gt;36 a 45 anos&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;3%&lt;br /&gt;46 a 60 anos&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;3%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 2 foi verificada a freqüência por idade dos entrevistados com deficiência auditiva, 8 a 25 anos, 17 tem entre 26 a 35 anos, 3 tem entre 36 a 45 anos e 3 entre 46 a 60 anos. Com essa pesquisa conclui-se que as maiorias dos entrevistados são na faixa etária de 12 a 18 anos. Esses dados demonstram que temos um público jovem, mas é preciso considerar que a pesquisa foi realizada em escolas, onde a grande maioria é formada por jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 3 – Renda Familiar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;Menos de 1 salário&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt;15%&lt;br /&gt;1 a 3 salários&lt;br /&gt;68&lt;br /&gt;68%&lt;br /&gt;4 a 5 salários&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt;17%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 3 foi verificada a renda familiar dos entrevistado e foi constatado que 15 recebem menos de 1 salário, 68 sendo a maioria recebem de 1 a 3 salários mínimos e de 4 a 5 salários 17 dos entrevistados. Perceba que a grande maioria desse público consumidor faz parte da classe C e que, portanto consome menos, mas são eles que compram nos pequenos estabelecimentos comercias da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 4 – Você costuma assistir qual canal de TV&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;Rede Amazônica&lt;br /&gt;40&lt;br /&gt;40%&lt;br /&gt;TV A Crítica&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;28%&lt;br /&gt;TV Rio Negro&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;9%&lt;br /&gt;TV Cultura&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;8%&lt;br /&gt;Amazonsat&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;10%&lt;br /&gt;TV Manaus&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;5%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 4 foi verificado qual o canal que o entrevistado costuma assistir e a maioria respondeu que é Rede Amazônica, num total de 40 entrevistados, 28 TV A Crítica, 9 Rio Negro, 8 TV Cultura, 10 Amazonsat, 5 TV Manaus. A importância desta pergunta é para saber se o nosso público assisti televisão. Como vemos, todos os canais foram contemplados. O destaque se dá com uma grande audiência para Rede Amazônica. Caso se tenha um anunciante que se interesse em anunciar produtos para pessoas surdas, temos aí a rede de televisão que mais eles assistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 5 – Quantas vezes por dia você costuma assistir TV&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;nenhuma&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;5%&lt;br /&gt;Manhã 1 vez&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;5%&lt;br /&gt;Manhã 2 a 3 vezes&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;10%&lt;br /&gt;Tarde 1 vez&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;10%&lt;br /&gt;Tarde 2 a 3 vezes&lt;br /&gt;34&lt;br /&gt;34%&lt;br /&gt;Noite 1 vez&lt;br /&gt;14&lt;br /&gt;14%&lt;br /&gt;Noite 2 a 3 vezes&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 5 foi perguntado quantas vezes por dia os entrevistados assistem TV e 5 respondeu que nenhuma, 5 manhã 1 vez, 10 manhã 2 a 3 vezes, 10 tarde 1 vez, 14 noite 1 vez e 34 sendo a maioria tarde 2 a 3 vezes. Na tabela 4 tivemos a rede de TV que mais os surdos assistem. Nesta tabela, temos exatamente qual o horário em os surdos mais assistem TV. Na hipótese de um lançamento de um produto novo para o público surdo, temos o horário adequado para veiculação do produto. No caso acima o profissional da mídia poderia utilizar o horário da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 6 – Somando o tempo, quanto fica na frente da TV por dia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;10 a 30 minutos&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;10%&lt;br /&gt;30 a 1 hora&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;1 a 2 horas&lt;br /&gt;40&lt;br /&gt;40%&lt;br /&gt;2 a 4 horas&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;28%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 6 verificado o tempo que os entrevistados ficam na frente da TV, eles responderam que 10 ficam de 10 a 30 minutos, 22 de 30 a 1 hora, 40 que é a maioria ficam de 1 a 2 horas, 28 de 2 a 4 horas. Sabemos o poder da influência da televisão na vida do sujeito, capaz de inserir novos hábitos e mudar comportamentos. Na pergunta, fica claro que os surdos são influenciados pela televisão, pois ficam por dia em frente da TV um tempo que vai de 2 a 4 horas. Outro aspecto importante a considerar, mais na dimensão social, consisti no pouco relacionamento que os surdos tem com sua família. Conversa pouco, por isso fica muito tempo em frente da TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 7 – Você costuma assistir aos comerciais de TV &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;sim&lt;br /&gt;44&lt;br /&gt;44%&lt;br /&gt;não&lt;br /&gt;56&lt;br /&gt;56%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006.&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 7 foi perguntado aos entrevistados se eles costumam assistir aos comerciais de TV e 44 responderam que sim e 56 responderam que não. A resposta a essa pergunta é fundamental. Temos aí, 44% de pessoas surdas que assistem aos comerciais de TV. Lembre-se que as perguntas foram feitas após a exibição de 5 comerciais. De qualquer modo, temos público para os comerciais da TV aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 8 – Você achou algum comercial interessante&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;ótimo&lt;br /&gt;24&lt;br /&gt;24%&lt;br /&gt;bom&lt;br /&gt;36&lt;br /&gt;36%&lt;br /&gt;regular&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;ruim&lt;br /&gt;18&lt;br /&gt;18%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 8 observado se tinham achado algum comercial interessante, eles responderam eles responderam 24 ótimo, 36 bom, 22 regular e 18 ruim. Notamos que o grupo de surdos está dividido com relação à qualidade dos comerciais. Mesmo assim, as respostas foram interessantes, pois equilibrou o gosto, ficando a média com o bom (36%). No entanto, fica o alerta para os publicitários trabalharem melhor os seus anúncios publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 9 – Você é cliente de alguma loja&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;sim&lt;br /&gt;87&lt;br /&gt;87%&lt;br /&gt;não&lt;br /&gt;13&lt;br /&gt;13%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006.&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 9 foi perguntado se é cliente de alguma loja, 87 responderam que sim e 13 respondeu que não. As pessoas surdas são cidadãos consumidores que compram produtos. Todas comem, bebem, vestem e vão ao lazer. Esse resultado é importante e comprova que as pessoas surdas são consumidoras e clientes de loja. Temos aí uma ótima oportunidade de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 10 – Você já comprou produtos que viu no comercial da TV &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;sim&lt;br /&gt;55&lt;br /&gt;55%&lt;br /&gt;não&lt;br /&gt;45&lt;br /&gt;45%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 10 foi perguntado se já comprou produtos que viu no comercial da TV e 55 respondeu que sim, 45 disse que não. São mais de 50% de pessoas consumidoras que, assistindo aos comerciais de TV, compraram produtos. Comprova-se, mais uma vez, que a influência da TV na vida das pessoas é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabela 11 – Você compreendeu o comercial da TV&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;Compreendi tudo&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt;30%&lt;br /&gt;Compreendi a maior parte&lt;br /&gt;36&lt;br /&gt;36%&lt;br /&gt;Compreendi pouco&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;Não compreendi nada&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;12%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 11 na pergunta você compreendeu o comercial da TV, 30 disseram que compreenderam tudo, 36 disseram que compreendeu a maior parte, 22 disseram que compreenderam pouco e 12 disseram que não compreenderam nada. Essa resposta prova que a mensagem está chegando com ruído ao receptor. Somente 30% compreendem tudo. Talvez modificando a forma de fazer os anúncios, teríamos outra resposta. Mesmo com essa baixa compreensão, as pessoas surdas também são atingidas pelos anúncios publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 12 – Você compraria o produto que viu no comercial da TV&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;sim&lt;br /&gt;40&lt;br /&gt;40%&lt;br /&gt;não&lt;br /&gt;60&lt;br /&gt;60%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 12 pela pergunta você compraria o produto que viu no comercial da TV, 40 respondeu que sim e 60 disse que não. Essa pergunta teve o objetivo de saber se eles comprariam os produtos que são anunciados pela TV, visto que só se produz comerciais de produtos se tiver público para isso. Outro aspecto importante é a renda familiar das pessoas surdas que é de 1 a 3 salários mínimos. Daí, o fator econômico é determinante para decisão da compra ou não. Evidencia-se, também, que os anúncios não cativam tanto o público consumidor surdo, pois eles, na maioria, compreendem pouco, apenas 30% dos comercias (tabela 11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 13 – Porque você não compraria &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;Não entendo a linguagem do comercial&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt;30%&lt;br /&gt;Fator econômico&lt;br /&gt;36&lt;br /&gt;36%&lt;br /&gt;Não gosta&lt;br /&gt;34&lt;br /&gt;34%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 13 por que você não compraria o produto, 30 disse que não entende a linguagem do comercial da TV, 36 disse que é o fator econômico e 34 não gosta. A pergunta é sobre a compra do produto. Nota-se nesta pergunta que os consumidores surdos, em primeiro lugar não compram por falta de dinheiro. Isso é verdadeiro, pois a renda familiar é de 1 a 3 salários mínimos. Como a pergunta foi direta, percebe-se que realmente eles, em parte, não entendem o comercial. Quanto ao não gostar do produto é um direito do consumidor, embora esse fato esteja relacionado a sua situação financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 14 – Caso a TV apresentasse comerciais para surdos, você assistiria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;sim&lt;br /&gt;64&lt;br /&gt;24%&lt;br /&gt;não&lt;br /&gt;24&lt;br /&gt;24%&lt;br /&gt;Não gosta&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;100&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006.&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 14 na pergunta caso a TV apresentasse comerciais para surdos, você assistiria e 64 dos entrevistados disseram que sim, 24 disseram que não e 22 não gostam. Os publicitários podem fazer comercias para as pessoas surdas, pois temos público para assistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela 15 – Como gostaria a linguagem dos comerciais para os surdos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;QUANTIDADE&lt;br /&gt;PERCENTUAIS&lt;br /&gt;Libras&lt;br /&gt;67&lt;br /&gt;67%&lt;br /&gt;Legendado&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;Só marcas do produto&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;4%&lt;br /&gt;Closed caption&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;4%&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tabela 15 na pergunta como gostaria que fosse a linguagem dos comerciais para os surdos, 67 responderam que preferem na linguagem libras, 25 preferem legendado, 4 só marcas do produto e 4 closed caption. Essa pergunta é fundamental, pois revela o tipo de linguagem que a pessoa surda quer nos comerciais de TV aberta. Perceba que um comercial ideal para atingir o surdo plenamente é composto da Libras e legenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.3. Análise qualitativa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os resultados foram obtidos por meio de entrevista com perguntas abertas e tais dados foram colhidos através de contato direto com o universo pesquisado, foi feito acompanhamento, análise e interpretação dos dados coletados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a&lt;strong&gt;) Como você entende a informação dos comerciais da tv aberta?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu gosto de rir, é legal”&lt;br /&gt;“Eu só entendo, gosto em casa”&lt;br /&gt;“Compro tudo em um só lugar”&lt;br /&gt;“Eu gosto o objeto é bonito”.&lt;br /&gt;“É muito boa”&lt;br /&gt;“É ótimo”&lt;br /&gt;“É como um filme”&lt;br /&gt;“Eu quero o que eu vi sobre a loja, que vende blusa e tênis”,&lt;br /&gt;“Eu gosto de pão”&lt;br /&gt;“Muitas vezes, consigo acompanhar através da leitura labial, devido não haver o meio adequado nos meios de comunicação”&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Eu entendo só um pouquinho”&lt;br /&gt;“Eu não entendo”&lt;br /&gt;“Eu entendo menos”&lt;br /&gt;“Eu entendo mais ou menos”&lt;br /&gt;“Eu acho a informação ruim”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa de campo, 2006&lt;br /&gt;Elaboração própria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que nas respostas das pessoas surdas à pergunta sobre a compreensão da informação dos comercias, aparece nitidamente, no primeiro momento, respostas sem sentido e sem nexo. As palavras não estão articuladas para formar uma frase completa e estruturada. Isso é compreensivo, pois maioria dos surdos não conhece a gramática. A língua das pessoas surdas é a Libras. O comercial apresenta a informação em português. Há, portanto, muita dificuldade para a pessoa surda entender a informação do comercial, que não seja em sua própria língua. Mesmo assim, alguns guardaram a imagem dos produtos em sua mente. Veja, por exemplo, quando o surdo afirma que “gosta de pão”, ele está lembrando do anúncio da Brotheres que oferece uma variedade de pão. Esse processo de assimilação do produto, na memória, chamamos de semiótico. O pão, enquanto imagem psíquica, é o significado e a palavra p/ ã /o é o significante. Portanto, essas respostas dos surdos quanto ao processo de assimilação da informação é um caminho para os profissionais de publicidade continuar a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Escreva por que marcou uma das opções (pergunta feita, depois da oitava pergunta)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque a televisão é boa&lt;br /&gt;“Eu gosto de ver”&lt;br /&gt;“É legal”&lt;br /&gt;“Eu quero comprar roupa bonita e sapato bom”&lt;br /&gt;“Porque eu gosto de ver motos”&lt;br /&gt;“Porque a tv e o comercial são bons” “Serve para descansar do trabalho”, “Porque gostei”&lt;br /&gt;“A flor no cabelo da mulher”&lt;br /&gt;“Porque é o comercial de camisa”&lt;br /&gt;“Ótimo, são sempre perfeitos”,&lt;br /&gt;“Porque mostra a educação”&lt;br /&gt;“Porque falta libras”,&lt;br /&gt;“Porque nem todos podem acompanhar 100%”&lt;br /&gt;“Porque é ruim”&lt;br /&gt;“Não sei”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas dos surdos dizem respeito à oitava pergunta, que trata sobre a qualidade do comercial. Como podemos observar, a maioria acha que os comerciais são bons, por isso, afirmam que marcaram essa opção por que o anúncio “e legal”, “a televisão é boa”. Mas nem todos concordam com essa idéia, uns afirmam que os anúncios “é ruim”, não dá para acompanhar porque não está em Libras, daí não se compreende “100%” a mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Escreva como gostaria que fosse o comercial de tv&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na linguagem libras”, “queria que fosse legendado”, “para mim que conheço a gramática portuguesa, não há muita dificuldade em acompanhar, mas se faz necessário que apresente na língua de sinais e legendado para melhor entendimento”, “closed caption”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta pesquisa, não poderia faltar essa pergunta fundamental: como as pessoas surdas gostariam que fosse a linguagem dos comercias na TV aberta? A resposta veio em duas direções: Libras e legenda. No Brasil, faz 4 anos que Libras tornou-se a língua oficial das comunidades surdas. Muitas pessoas surdas ainda não dominam Libras e nem a gramática portuguesa. Assim também, temos muitos profissionais da comunicação que não conhecem a Libras. Temos um longo caminho na comunicação a percorrer. Quanto à legenda, trata-se de um recurso fácil de acrescentar nos anúncios publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) segundo Sassaki (2002), foi reconhecida como língua oficial das comunidades surdas, a partir da homologação da Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002, que a legitima como uma forma de comunicação e expressão de todos os surdos e usuários dessa língua de sinais. atendendo a uma reivindicação social (de quinze anos) de garanti-la como a segunda língua oficial do país e a língua oficial de tais comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.4. Análise geral da pesquisa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A importância da pesquisa de campo serviu para comprovar a tese de que linguagem publicitária no formato apresentado através da TV aberta não atinge a pessoa surda em sua totalidade. Os resultados da pesquisa demonstram que a maioria dos entrevistados (95%) assiste à TV no horário da tarde e noite, gastando mais de duas horas por dia ( veja tabela 5 e 6). Isso significa que temos um público para TV num horário nobre. Temos um público que vê televisão, mas não gosta de assistir aos comercias. São 56% os que não assistem aos comerciais da TV. Mas há uma explicação para esse dado. Na verdade, não assistem porque não compreendem a mensagem veiculada nos anúncios publicitários. Os anúncios estão em outra língua. Na pesquisa, tabela 11, quando se afirma que 12% não compreendem nada, 22% compreendem poucos e 36% compreendem a maior parte contra os 30% que compreendeu tudo. Se somarmos os que não compreendem nada, mais os que compreendem pouco e os que compreendem a maior parte notaremos que temos aí 70% de pessoas surdas que não compreendem totalmente a mensagem do anúncio. Fica demonstrado, através da pesquisa que o cliente consumidor surdo, em parte, não está recebendo a mensagem adequadamente. Embora a pessoa surda não esteja no foco dos anúncios, a grande maioria já comprou produto que viu na TV (55%, tabela 10) e é cliente das lojas ( 87%, tabela 9). Os que não comprariam é por que não entendem o comercial ou não gostam do produto e tem dificuldade financeira. Mas todos são consumidores em potencial. Se mudarmos a forma de fazer propaganda, também atingiremos plenamente um público que já é consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao término dessa pesquisa, estamos oferecendo à ciência da comunicação, especialmente aos acadêmicos do curso de publicidade e propaganda, acesso às informações a respeito da adequação da linguagem publicitária ao mundo da pessoa surda. Ficou comprovado através da pesquisa que os sujeitos surdos são consumidores que assistem televisão e que ganham de 1 a 3 salários mínimos. Eles também compram produtos, serviços e idéias, no entanto, a grande maioria não gosta de assistir aos comerciais de TV. Os anúncios publicitários os atingem não de forma plena, por causa da linguagem utilizada pelos profissionais das agências de publicidade. Percebemos que para atingir plenamente essas pessoas no processo da assimilação da mensagem é preciso conhecer os recursos da semiótica e aplicar na elaboração dos anúncios da TV aberta. A pesquisa evidencia, ainda, que para os surdos entenderem a mensagem do anúncio publicitário é preciso que seja acrescentado na produção dos textos e na edição das imagens linguagem objetiva, simples, direta e sem ambigüidade. Além disso, acrescentar a Libras e a legenda, tendo presente sempre o recurso da semiótica. Fica o desafio para os pesquisadores a elaboração de anúncios que contenham a Libras e ao mesmo tempo utilize a língua portuguesa, pois são possíveis anúncios bilíngües, assistidos por todos os consumidores, sem prejuízo para os anunciantes. Por fim, a pesquisa constatou que é urgente a uso das Libras em comercias de TV aberta, visto que a procura por produtos e serviços pelos surdos é grande, como ficou demonstrado na pesquisa de campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ACCIOLY, Anna [et al]. Marcas de Valor no Mercado Brasileiro. Rio de Janeiro: SENAC, 2000. ALMEIDA, Sousa Sebastião de. Anúncios de televisão difundem maus hábitos alimentares. Disponível em: &lt;http: ref_pesquisa="199"&gt;. Acesso em 21 nov 2006.&lt;br /&gt;ARANTES, Silvana. Legendas desvelam filmes nacionais em mostra para surdos no Rio. Folha online, 2004, Rio de Janeiro. Disponível em: &lt;http:&gt;. Aceso em 22 de mai 2006.&lt;br /&gt;BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ática, 2005.&lt;br /&gt;BAUER, Martin, GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.&lt;br /&gt;BELTRÃO, M. H. 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Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-5550460788404101175</id><published>2008-05-09T02:39:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T02:34:54.076-07:00</updated><title type='text'>NAUFRÁGIO DE BARCO EM MANACAPURU - AM</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SCQsR_EglKI/AAAAAAAAAC4/5zdFuVIUBB4/s1600-h/P1010024.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198328557392139426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 146px" height="240" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SCQsR_EglKI/AAAAAAAAAC4/5zdFuVIUBB4/s320/P1010024.JPG" width="301" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A Vida vale mais !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;em&gt;Acidentes podem ser evitados.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rezo pelas famílias que perderam seus filhos, filhas, amigos, parentes e conhecidos na triste tragédia do naufrágio do barco que certamente não é fruto do destino, nem do acaso, nem tão pouco de um fatalismo em que não se pode mudar o rumo da história. Com certeza o acidente ocorrido tem muitas implicações da nossa liberdade e de nossa irreponsabilidade humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com os anos de navegação nos rios da Amazônia e os inúmeros acidentes que ja ocorreram em tantos lugares de nossa região, já é possivel ser prudente e apreender que é preciso respeitar a natureza. Conhecendo o rios, suas belezas e seus perigos, sobretudo, em épocas das cheias é possível prevenir. O cuidado e o zelo pela vida depende de todos nós ! O cuidado passa pela família, pelo jovem, pelos donos das embarcações, passa sobretudo pelos orgãos responsáveis que formulam as leis e fiscalizam para que seja cumpridas. As leis quando bem feitas em favor das pessoas protegem a vida. Mas infelizmente em nosso País parece que as leis foram feitas para ficar no papel. Quantas injustiças e mortes acontecem por causa da falta de cumprimento e intrepretação errônea das leis. Para que as vidas sejam protegidas e cuidadas em nossas viagens em barcos de linhas ou de passeio, seja nas pequenas ou grandes embarcações pelos nossos rios, é preciso que as leis das navegações sejam respeitadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que a ganância nao leve nenhum dono de barco a levar passageiros acima do permitido pela capitania, que nenhuma pessoa arrisque a propria vida entrando em um barco que derespeite seu limite de passageiro, que a capitania seja mais atenta, fiscalize e aplique multas severas a quem derespeitar a vida. A vida vale mais que R$ 5, R$ 10, R$ 20 ou R$ 30 de uma passagem. O dono da embarcação não va ficar rico levando 10 ou 20 passageiro a mais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso o acidente certamente foi fruto de irresponsabilidades de muitos que ainda não comprederam que a vida vale muito mais. As tristezas das mães e de tantas famílias poderiam sim ser evitadas. Não foi um fatalismo e nem destino, mas uma irreponsabilidade de muitos com a vida e com a própria vida. Se foi irresponsabilidade e imprudência, alguem precisa ser punido pelo delito cometido. O Estado é o primeiro responsável pela segurança da vida do cidadão. Se o Estado esta desatento com a vida de tantas pessoas que viajam pelos rios, então será o principal responsável em indenizar a vida de tantas pessoas, embora não repare o o dano causado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria de bom tamanho se as familias enlutadas formassem uma Associção das famílias vitimas de acidente de barcos(AFAB). Esta iniciativa é importante para pressionar os governantes a serem atentos em aplicar a lei e também para pressionar os donos ganaciosos de embarcações que enchem seus barcos em excesso de pessoas e cargas. Sabendo que devem pagar pelas irresponsabilidas, certamente cuidaram mais da vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dor é grande, mas é preciso agir para que outros acidentes nao venham a ocorrer. A vida vale mais e acidentes podem ser evitados.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-5550460788404101175?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/5550460788404101175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=5550460788404101175&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5550460788404101175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5550460788404101175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2008/05/vida-mais-e-acidentes-podem-ser.html' title='NAUFRÁGIO DE BARCO EM MANACAPURU - AM'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SCQsR_EglKI/AAAAAAAAAC4/5zdFuVIUBB4/s72-c/P1010024.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-5030546910365648428</id><published>2008-01-06T13:10:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:41:41.488-07:00</updated><title type='text'>EXPERIÊNCIA DE MOBILIZAÇÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDCoW8G1w5I/AAAAAAAAAYI/NT-FIDUWCgo/s1600-h/P1010747.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201842681658327954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" height="240" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDCoW8G1w5I/AAAAAAAAAYI/NT-FIDUWCgo/s320/P1010747.JPG" width="265" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;PERIFERIA INDIGNADA GRITA&lt;br /&gt;POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Cansados&lt;/span&gt; de tantas manobras políticas, enganação, manipulação, roubos, corrupção, acordos secretos, mentiras, falsidade, violência, insegurança, falta de moradia, água, saúde, escola, conivência dos poderes públicos... Os moradores da periferia dos bairros, Parque São Pedro (carbras), Jesus Me Deu, Campos Salles, Rio Solimões, Pontal da Cachoeira, Riachuelo I, II, resolveram levantar a BARRACA DA INDIGNAÇÃO no centro da cidade, por motivos de visibilidade, iniciando a semana da pátria, como forma de protesto e reivindicação para sociedade, principalmente para os bairros das periferias que abandonados e discriminados pelos poderes públicos aparecem somente em época de eleições lançando estratégias de politicagem eleitoreiras em cima do povo como se fosse objeto de manipulação. O povo pobre se sente indignado e lesado nos seus direitos pelos poderes públicos que deveriam cuidar para que as leis fossem aplicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários casos graves na cidade: milhares de crianças sem escola, falta de água para milhares de pessoas que são lembradas em época de eleição, sendo objetos de manobras das campanhas dos candidatos que aproveitam da situação dos miseráveis, pensando que o povo é leso; a insegurança pelo qual passa o nosso povo está no limite e os governantes só pensam em colocar armas na mão de policiais despreparados que na grande maioria tem condutas ambíguas. A segurança está falida e não há delegacias competentes para atender as ocorrências. Os que mais sofrem são as pessoas pobres da cidade, principalmente os da periferia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a FORÇA DA INDIGNAÇÃO, devido a tantos problemas e situações sociais graves relevantes na cidade de Manaus que são tratados com muita preguiça, como é o caso da segurança na periferia. Queremos chamar atenção da sociedade para que lute conosco por todos os irmãos pobres da periferia, afastando todos aqueles que buscam somente os interesses de seus grupos , acentuando o individualismo e o egoísmo, causa dos grandes males do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nossa barraca da indignação não há lugar para os “bacanas” e os “pávulos” que só aparecem em épocas de eleições. Os bacanas e os pávulos são os espertalhões que só querem se dá bem em tudo. As suas principais características são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Gostam de usar o dinheiro público para viver bem,&lt;br /&gt;Fazem projetos para o povo e cobram propina das empresas,&lt;br /&gt;Vivem viajando e faltando ao trabalho,&lt;br /&gt;Gostam de aposentadoria gordas,&lt;br /&gt;Gostam de dinheiro fácil,&lt;br /&gt;São acusados de crimes, roubos e não são punidos,&lt;br /&gt;Batem nas mulheres, quando não fazem seus gostos,&lt;br /&gt;Gostam de homenagear seus amigos e privilegiar familiares,&lt;br /&gt;Fazem promessas, mas não a cumprem,&lt;br /&gt;Não tem religião, mas em época de eleição, gostam de falar em nome de Deus,&lt;br /&gt;São amigos dos empresários e cuidam somente dos seus grupos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os bacanas e os pávulos são os mesmos. São muitos. Eles mudam de sigla, mudam de roupa, mudam a conversa, ficam humildes, pedem até desculpas, mas cuidado, eles são lobos, dragões, sanguessuga, saúvas, gafanhotos, vampiros... Eles não são bem vindos a nossa barraca. Estamos indignados com eles. Vamos usar inseticida, veneno, fogo, cruz, para acabar com esse bando de bacanas e pávulos que só sabem enganar o povo com conversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indignados vamos fazer o painel dos corruptos em praça pública que será depois queimado junto com todas as mazelas do país. Haverá também o painel da avaliação dos maiores problemas sociais e o tribunal popular para julgá-los. Ao longo dia teremos música e outras atrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evento da Periferia Indignada que grita, acontecerá dia 03 e 04/09.06. Dia 03 domingo, a partir das 22hs iniciará a construção da barraca no canteiro da C. Nery, próximo ao terminal e ficaremos de vigília até o dia 4. No dia 04 segunda feira, início da semana da pátria, iniciaremos o dia com solta de fogos e as 7hs hino nacional, levantamento da bandeira do Brasil, Amazonas e bandeira da paz que ficará por todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso gesto será uma alerta, mostrando para a sociedade a insatisfação da periferia com os dirigentes governamentais e os poderes públicos que devem trabalhar em vista do bem comum, mas estão preocupados mais com a suas imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, se você anda indignado com as situações e problemas que o nosso país e nossa cidade está passando, principalmente os pobres da periferia da cidade, venha participar conosco ou &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;faça o mesmo em sua cidade&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;. Mostre a sua força e grite. Essa força é capaz de transformar a realidade. Nesse sentido acreditamos que A FORÇA DA MUDANÇA VEM DA PERIFERIA/ A FORÇA DA IDIGNAÇÃO MUDA A REALIDADE/ DIZER NÃO AOS BACANAS E AOS PÁVULOS NESTA ELEIÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na força da indignação pedimos, maior segurança na periferia, posto médico, água, mais escolas e praças. Na força da indignação, pressionemos por uma cidade melhor, onde os pobres da periferia sejam protagonistas e beneficiários das políticas públicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;NÃO QUEREMOS FAVORES POLÍTICOS,&lt;br /&gt;QUEREMOS NOSSOS DIREITOS SOCIAIS RESPEITADOS&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-5030546910365648428?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/5030546910365648428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=5030546910365648428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5030546910365648428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5030546910365648428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2008/01/experincia-de-mobilizao.html' title='EXPERIÊNCIA DE MOBILIZAÇÃO'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDCoW8G1w5I/AAAAAAAAAYI/NT-FIDUWCgo/s72-c/P1010747.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-6077125381034927065</id><published>2007-11-11T03:24:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:42:54.808-07:00</updated><title type='text'>POR AMOR A AMAZÔNIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzbnO_SoylI/AAAAAAAAACc/MauoN_dYby0/s1600-h/P1010154.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131543070129048146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px" height="240" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzbnO_SoylI/AAAAAAAAACc/MauoN_dYby0/s320/P1010154.JPG" width="283" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Campanha da Fraternidade sobre a Amazônia: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Voz profética da Igreja &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizem que os Igarapés da Amazônia valem muito mais quando estão poluídos. Daí os governantes deixam os rios e lagos serem poluídos, com a contribuição de boa parte da população, para irem depois aos bancos internacionais, usando a Amazônia como carta de crédito para realizar mega – empréstimos, contratam grandes empresas para executar vultosas obras que nem sempre são concluídas. Assim o capital “circula” e um pequeno grupo fica com o dinheiro dos falecidos rios e igarapés, vítimas inocentes da depredação humana. É bom lembrar que cenas como estas se repetem por todo Brasil urbano. Temos o mau exemplo da capital de S.Paulo, os rios maravilhosos que cortavam a cidade foram engolidos pela casas e prédios. Foram canalizados pelos governantes e agora estão sufocados com a sujeira jogados em seus leitos. O caso simbólico é o famoso rio Tietê. Se pensarmos bem, isso já está acontecendo em Manaus e em muitos municípios do interior do Amazonas. Após tanto planejamento, vem à solução mágica: é melhor aterrar os igarapé e matar suas fontes, que recuperá-los ou investir numa maciça campanha educacional, implementar leis educativas e punitivas que garantam o bem comum natural para futuras gerações. Como vimos já perdemos os igarapés de nossa cidade. Agora para recuperá-los gastam-se milhões de reais. Mas os igarapés nunca mais serão os mesmos. Nesta mesma situação já se encontra boa parte da floresta amazônica. As empresas que plantam soja, exploram madeiras, continuam avançando em seus projetos predatórios e lucrativos. A contribuição social e os impostos trazidos por estas empresas não lhes dão o direito de destruir imensas áreas da floresta, como é o caso da empresa multinacional CARGILL, que derruba e queima a floresta para o plantio de soja no Pará. Desse modo à depredação da Amazônia é obra do progresso, do crescimento econômico, da implantação das grandes empresas que trabalham com o agro-negócio, mineradoras e saques da biodiversidade, além da ausência do Estado em controlar os interesses nacionais da Amazônia da cobiça estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido a Campanha da Fraternidade, sobre a Amazônia, é uma voz profética que chama atenção da sociedade brasileira a voltar o olhar e o coração para a Amazônia. O que for possível fazer pela Amazônia, devemos fazer agora. Escolas, partidos, comunidades, sindicatos, empresas solidárias, ongs, instituições, todos somos convocados a um grande mutirão por amor a Amazônia, sobretudo, trabalhar pela sobrevivência dos povos que habitam essa terra. Cuidar da Amazônia como a nossa casa. Isso é possível com a solidariedade de todos os brasileiros e com a firmeza ética dos governantes, não somente econômica desenvolvimentista, mas social, sustentando a biodiversidade e a cultura dos povos da Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-6077125381034927065?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/6077125381034927065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=6077125381034927065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6077125381034927065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6077125381034927065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/por-amor-amaznia.html' title='POR AMOR A AMAZÔNIA'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzbnO_SoylI/AAAAAAAAACc/MauoN_dYby0/s72-c/P1010154.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-5217820146827583711</id><published>2007-11-10T13:58:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:43:42.726-07:00</updated><title type='text'>DEIXAR TUDO POR CRISTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzYqQPSoyiI/AAAAAAAAACE/3rnn-DOhXKk/s1600-h/JEUSUS1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131335283906234914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzYqQPSoyiI/AAAAAAAAACE/3rnn-DOhXKk/s320/JEUSUS1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lc 14,25-33&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://images.google.com/imgres?imgurl=http://www.corazones.org/z_imagenes/biblia_temas/nuevo_testamento/multitud_jesus.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://nova-evangelizacao.blogspot.com/2005_11_01_archive.html&amp;amp;h=540&amp;amp;w=315&amp;amp;sz=46&amp;amp;hl=it&amp;amp;start=2&amp;amp;sig2=qG60hhNGeY70v79KfS_xBA&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=ztqjRMu2PpubsM:&amp;amp;tbnh=132&amp;amp;tbnw=77&amp;amp;ei=eqfiRqLLC5Lq-AL70eGSDQ&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Djesus%2Bcaminhando%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dit"&gt;&lt;/a&gt;No Evangelho de Lucas Jesus caminha para Jerusalém. Na caminhada anunciava o Reino. Enquanto caminhava, “grandes multidões o acompanhavam. Voltando-se, ele lhes disse: Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo” e disse mais: “qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”. Essas são as condições para o seguimento de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordemos que S. Lucas esta escrevendo tendo presente às comunidades cristãs dos anos 70 ou 80 depois da Ressurreição de Jesus. Provavelmente comunidades com 35 a 45 anos de existência no caminho de Jesus. Certamente essas Palavras do Mestre Jesus, Filho de Deus, a multidão e especialmente a cada pessoa é um convite radical ao seu projeto. É na caminhada do povo com Deus que se aderi o seu projeto ou abandona-o. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, temos vários exemplos de seguimento radical ao projeto de Deus. Abrão, por exemplo, é chamado por Deus a deixar tudo e seguir para outra terra: “o Senhor disse a Abrão: “deixa a tua terra, a tua família e a casa do teu pai, e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos. (...) E todas as famílias da terra serão em ti abençoadas” (Gen 12, 1-3). Do mesmo modo aconteceu com Moisés (Ex 3, 14), Paulo (At 9, 4) Clara de Assis, Tereza de Calcutá e tantas outras pessoas que não ficaram somente no meio da multidão anônima, seguindo de longe, preocupadas com seus negócios, mas corajosamente aderiram o projeto do Reino. Esses exemplos demonstram que é possível deixar tudo para seguir a Deus. Deixar significa entregar a própria vida nas mãos de Deus e tornar-se uma pessoa seguidora à sua vontade. Obviamente o seu projeto é a realização existencial de todos os seus filhos e filhas em todas as suas dimensões da vida, até a vida eterna. Como dizia S. Agostinho comentando o salmo 145 : “o nosso coração vive inquieto enquanto não repousar em Deus”. De modo que somente aceitando o convite de Jesus para segui-lo encontraremos a resposta que sacia todas as nossas inquietudes e desejos. Às pessoas que deixaram tudo para segui-lo, por causa do Evangelho não tem nenhum “que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna.(Mc 10, 30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido vale a pena lembrar as palavras do Papa João Paulo II em 1991 por ocasião da visita ao Brasil e beatificação de Madre Paulina, hoje Santa Paulina: “Mais uma vez vos digo: O Brasil precisa de Santos, de muitos Santos! A Santidade é a prova mais clara, mais convincente da vitalidade da Igreja em todos os tempos e em todos os lugares”. Certamente para vivenciar a experiência de santidade é necessário encontrar Cristo. Assim aconteceu com S.Francisco e continua acontecendo pela ação do Espírito com aqueles que generosamente respondem ao chamado de Jesus com a própria vida a serviço do Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso sim ao seu projeto e, portanto de despojamento total, ocorre no serviço em favor dos irmãos e irmãs necessitados que são vitimas da exclusão social. “A santidade se prova na vida do dia-a dia em favor dos irmãos, como fruto da união com Deus” (J. Paulo II, 1991). Eis o desafio! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-5217820146827583711?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/5217820146827583711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=5217820146827583711&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5217820146827583711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5217820146827583711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/deixar-tudo-por-cristo.html' title='DEIXAR TUDO POR CRISTO'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzYqQPSoyiI/AAAAAAAAACE/3rnn-DOhXKk/s72-c/JEUSUS1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-5417860954555097222</id><published>2007-11-10T06:24:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:45:34.034-07:00</updated><title type='text'>O MELHOR VOTO É O MEU</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzXFVfSoyhI/AAAAAAAAAB8/8dj_NN8eE7c/s1600-h/BB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131224323426142738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzXFVfSoyhI/AAAAAAAAAB8/8dj_NN8eE7c/s320/BB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;A minha cidade merece o melhor voto &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;A nossa participação responsável no processo democrático do País deve ser melhorada. Os dois personagens dessa história real é o eleitor e o candidato. Melhor deve ser a preparação dos candidatos a um cargo eletivo e também a qualidade do voto na eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é simples, basta estabelecer normas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Norma magna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só é candidato quem pense em todos os cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Não roube.&lt;br /&gt;2. Não seja corrupto.&lt;br /&gt;3. Não compre voto.&lt;br /&gt;4. Não se aproveite da miséria e ignorância dos seus semelhantes&lt;br /&gt;5. Não use seu mandato para enriquecer ilicitamente.&lt;br /&gt;6. Não se venda.&lt;br /&gt;7. Não seja demagogo.&lt;br /&gt;8. Não seja falso.&lt;br /&gt;9. Não seja mentiroso.&lt;br /&gt;10. Não seja apegado ao dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SIM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Mantenha sua lealdade ao povo.&lt;br /&gt;2. Preste conta de seu mandato.&lt;br /&gt;3. Seja também honesto e verdadeiro.&lt;br /&gt;4. Planeje projetos em favor dos pobres.&lt;br /&gt;5. Tenha projetos para habitação.&lt;br /&gt;6. Promova o trabalho e o emprego.&lt;br /&gt;7. Seja zeloso na preservação do meio ambiente.&lt;br /&gt;8. Cuide da cidade.&lt;br /&gt;9. Seja assíduo ao trabalho.&lt;br /&gt;10. Trabalhe 8 horas por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas atitudes não são demais e nem se esgotam, podem ser complementadas. São necessárias a qualquer cidadão e muito mais para as pessoas pública. Se você encontrar alguém assim, vote nele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao eleitor consciente cabe a responsabilidade de ser independente, livre, cuide para não se influenciar pela propaganda, mas analisar com cuidado a proposta do Zé Fulano e nunca aceitar nada de promessa pelo voto. Estude a história dos Fulanos e não tenha duvida de descartar os despreparados, os que tem sede pelo poder e o dinheiro. Tenha coragem de melhorar a qualidade do seu voto. Lembre-se o seu voto tem conseqüências para você e toda a sociedade. Ele pode mudar a sua vida e de nossas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense em um mundo melhor, onde os direitos de todas as pessoas sejam respeitados, a justiça e a paz, segurança, educação e trabalho para todos. Tudo isso pode ser real se você se tornar um eleitor cidadão exigente e fiscalizador do bem comum, vigilante do mandato do Fulano. Quando votar, vote com qualidade, responsabilidade. Lembre-se a nossa cidade merece o melhor voto. O melhor é voto é meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;DENUNCIE A COMPRA DE VOTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL DE SUA CIDADE.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-5417860954555097222?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/5417860954555097222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=5417860954555097222&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5417860954555097222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/5417860954555097222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/o-melhor-voto-o-meu.html' title='O MELHOR VOTO É O MEU'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzXFVfSoyhI/AAAAAAAAAB8/8dj_NN8eE7c/s72-c/BB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-183374291552920375</id><published>2007-11-10T05:24:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:46:37.235-07:00</updated><title type='text'>POR CAUSA DO MESTRE</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWyjvSoygI/AAAAAAAAAB0/Vmh6x2d4pYw/s1600-h/CAGIZ3JN.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131203677518350850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWyjvSoygI/AAAAAAAAAB0/Vmh6x2d4pYw/s320/CAGIZ3JN.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;A SITUAÇÀO CONFLITUOSA que envolveu o Martírio da religiosa Dorothy Stang, 73, no Estado do Pará só tem uma explicação: a ganância humana provocada pela opção do capitalismo. Temos aí duas situações: a religiosa que representa uma eclesiologia (ou um jeito de ser Igreja) versos o modelo capitalista representado pelos gananciosos madereiros, plantadores de soja, pecuaristas, entre outros que só pensam em ganhar dinheiro fácil, explorando e depredando floresta amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado temos as pessoas excluídas, colonos e agricultores que lutam por um pedaço de terra para agricultura familiar, e com eles temos uma Igreja Profética, que ama a Vida presente em toda a natureza. Abraça a causa dos fracos colonos com suas famílias, entra na luta pacífica para organizar as pessoas, promover a educação ambiental, constrói uma nova mentalidade de desenvolvimento real sustentável com os posseiros e denuncia a violência e agressões contra a Vida. Com esse jeito de trabalhar manterá a floresta de pé para o presente e o futuro da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado há grandes empresários capitalistas, com poder econômico e com poder de fogo capaz de matar pessoas e desmatar a floresta. A experiência do progresso trazido pelo capital é sempre egoísta. Quem tentar impedir esse modelo econômico selvagem morrerá? Quantas pessoas ainda precisam morrer para que a sociedade e o governo brasileiro deixe o cinismo e tome uma decisão e faça reforma agrária já. ? As mortes em conflitos de terra também ocorrem pela ausência do poder público em colocar em prática as políticas públicas mais urgentes. Ao lado do capital e dos grandes negócios econômicos está o governo que utilizam estratégias publicitárias para amansar os pobres com programas sociais que nem chegam a todos. Deus também pedirá conta da morosidade dos governantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa situação de morte que paira sobre os povos da Amazônia em nome do poder econômico, nos faz pensar nos conflitos das primeiras comunidades cristãs marcadas pela experiência da Morte e Ressurreição de Jesus em que os cristãos e cristãs morriam por causa do Mestre, não aceitando compactuar com o poder do imperador e suas injustiças, Nos sentimos Igreja Profética e anunciadora fiel da Boa Notícia do Reino? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-183374291552920375?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/183374291552920375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=183374291552920375&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/183374291552920375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/183374291552920375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/por-causa-do-mestre.html' title='POR CAUSA DO MESTRE'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWyjvSoygI/AAAAAAAAAB0/Vmh6x2d4pYw/s72-c/CAGIZ3JN.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-601097140617351854</id><published>2007-11-10T03:17:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:48:03.822-07:00</updated><title type='text'>ÁGUA FONTE DA VIDA[1]</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWU1_SoyfI/AAAAAAAAABs/2-oRnqqjOX8/s1600-h/CÃ³pia+(2)+de+P1010009.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131171005702130162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px" height="240" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWU1_SoyfI/AAAAAAAAABs/2-oRnqqjOX8/s320/C%C3%B3pia+(2)+de+P1010009.JPG" width="291" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;FOME DE ÁGUA !&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“O acesso básico à água é um direito fundamental político, econômico e social para os indivíduos e a coletividade, já que a segurança biológica, econômica e social de todos os seres humanos e de todas as comunidades humanas depende do gozo desse direito”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água “é um assunto urgente e que requer atenção”. &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Segundo Ricardo Petrella, um italiano apaixonado pelo assunto e especialista na questão de água, somente nos últimos 10 anos despertou-se o interesse e o debate sobre esse bem natural que deve estar a serviço de todos. O assunto tornou-se tão importante que virou tema de várias conferências e fóruns mundiais&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;. Há hoje uma forte tensão entre aqueles que defendem que a água é um bem fundamental para a vida e um direito da humanidade. Outros, representam os interesses econômicos de grandes corporações capitalistas e acham que tudo pode ser comercializado. Os defensores da água como patrimônio comum são os movimentos sociais e as ong’s, as igrejas, que continuam como movimentos de resistências às conseqüências da economia neoliberal capitalista globalizada. O sistema capitalista é predatório e somente visa o lucro, por isso quer fazer da água um comércio sem fronteiras a exemplo de outros produtos. A força do capital financeiro é muito grande. A intenção das grandes corporações é chegar a privatização total e plena do uso da água. No momento a água já é comercializada em pequena escala, mas com o controle do Estado. A luta para afirmar que a água não é mercadoria, contrapõe o interesse do mercado financeiro. As conseqüências da falta de água na vida de milhões de pessoas já é uma realidade. Esses dados são um sinal de devemos cuidar desse bem natural com muito carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A FALTA DE ACESSO À ÁGUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para o contexto amazônico parece um contra-senso afirmar que não há água para todos. Não é nenhuma especulação, é um fato real o acesso à água na cidade de Manaus, localizada a margem do Rio Negro. As pessoas que moram na periferia da cidade sofrem com a falta de água. Esse caso não é o único. “De trinta a quarenta por cento da população da Cidade do México, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Cairo, Delhi, Xangai, não tem acesso à água potável. Os que podem pagar bebem água mineral. O aumento (...) rápido da população tem muito a ver com essa situação.” &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A situação fica mais grave quando tomamos conhecimento do número de pessoas que não tem acesso a água no mundo. “Hoje, a situação é dramática: pelo menos 1,5 bilhão de seres humanos estão alijados dos serviços de abastecimento de água. A ausência de saneamento básico e a falta de água matam mais de 30 mil pessoas por dia no mundo”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Imagine se a água for privatizada, como ficará a situação da população pobre que não tem recursos. Sabemos que a falta de água de qualidade para o consumo provoca várias doenças no organismo levando a morte de milhões de pessoas por ano. “Segundo dados da ONU, as doenças relacionadas à falta de água potável e saneamento básico provocam a morte de 2,2 milhões de pessoas por ano nos países subdesenvolvidos, principalmente as crianças”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Estes dados são alarmantes. Poderia sensibilizar os governos para essa calamidade humanitária, mas parece que os governos estão impregnados pelo vírus do capitalismo e acabam favorecendo o capital em detrimento da vida das pessoas e da natureza em geral. Segundo dados da UNESCO, o Brasil “tem água em quantidade suficiente para atender a todos, mas a distribuição é irregular, (...) aparece na 25o posição, com 48.314m3. Por todo o país, 92,7% das residências têm rede de água potável, no entanto, apenas 37,7% das casas estão ligadas à rede de esgoto. Desta forma, mais de 60% dos dejetos são despejados diretamente nos rios e mares”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt; No Brasil há águas para todos, porém quem mais faz uso da água são as grandes empresas internacionais de fabricação de carro, informática e a indústria da agricultura. A irrigação é responsável por 70% do uso da água, enquanto os moradores da cidade apenas 10%; a IBM para produzir seus megabytes precisa de água pura, então extrai das fontes 2,7 milhões de metros cúbicos por ano; são necessários 400.000 litros de água para fazer um carro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A fome de água em alguns paises é grave, enquanto em outros ainda é abundante. Em “Israel dispõe de apenas 500 litros de água por habitante ao ano, enquanto no Brasil, este índice chega a 10 mil litros e no Paraguai a 63 mil litros anuais”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Daí, a necessidade de se ter um mecanismo mundial para supervisionar a solução dos problemas relacionados à água independente das corporações capitalistas. A independência seria o ideal, mas os próprios governos estão vendendo as empresas de água públicas para o capital privado, como ocorreu em São Paulo na cidade de Limeira, onde a empresa Suez-Lyonnaise des Eaux opera desde 1995. Os serviços não melhoraram porque a intenção da empresa é lucrar e não servir a população. Houve aumento de tarifas e baixa qualidade dos serviços. O interessante é que a mesma empresa, que é francesa e a maior em distribuição de água do mundo, comprou a Manaus Saneamento, em 2000, por 106 milhões de dólares. É claro que o país está atendendo a interesses internacionais e perdendo a sua capacidade de gerenciamento de um bem precioso que é de todos, além de se ajustar às políticas econômicas neoliberais pregadas pelo FMI, em favor de um Estado mínimo que compromete a Soberania Nacional. A concessão da Água do Amazonas por 30 anos a uma empresa francesa é muito grave. A água já está internacionalizada na cidade de Manaus. Manaus é uma cidade estratégica na Amazônia. Está decisão infeliz dos governantes trará danos a nossa soberania.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As causas principais para a falta de acesso à água são ocasionadas também pelo crescimento populacional das grandes cidades. Com as megalópes cresce a megapobreza, a poluição e contaminação de rios provocados por desastres ecológicos de produtos químicos tóxicos. Também a falta de um gerenciamento sustentável dos recursos naturais compromete a distribuição desse grande patrimônio da humanidade. Esses são alguns limites para o gerenciamento da água. Essa incapacidade de não ser educado para conviver e administrar a água como um bem comum, proporcionam as grandes corporações capitalistas, donas de grandes capitais e da tecnologia, uma oportunidade de fazer da água um bem econômico, uma mercadoria a ser explorada até o seu limite. Aí esta a configuração da tensão entre os movimentos sociais, as ong’s e o capital financeiro das grandes empresas que querem insaciavelmente ganhar muito dinheiro. O capital está vencendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. MANIFSTO DA ÁGUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinteticamente exponho o Contrato Mundial da água. Proposta ousada de Riccardo Petrella para que a humanidade não venha a perecer desse patrimônio comum no futuro e ao mesmo tempo uma contraposição ao sistema capitalista que só pensa em lucrar, esquecendo da pessoas principais sujeitos da história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Princípio básico: a água é um patrimônio global comum e vital.&lt;br /&gt;Objetivos principais: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;a) Aceso básico à água para todos os seres humanos e todas as comunidades humanas.&lt;br /&gt;b) Gerenciamento integrado e sustentável da água, de acordo com princípios de solidariedade (dever da responsabilidade individual e coletiva pelas demais comunidades humanas, pela população mundial, pelas gerações futuras, e pelo ecossistema Terra; princípio de compartilhar, e conservação/proteção da água)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metas prioritárias para os próximos vinte anos: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;a) Acesso à água para a população pobre do mundo (três bilhões de torneiras)&lt;br /&gt;b) Redução do desperdício (irrigação diferente, moratória sobre grandes barragens)&lt;br /&gt;c) Evitar eclosão e a continuação de conflitos da água (Paz através da água)&lt;br /&gt;d) Sistemas de saneamento para as 650 cidades cuja população exceder a um milhão de pessoas até 2020/2025 (Cidades para viver)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petrella sugere ainda que seja criada Coletiva global água para a humanidade, através de ações, como campanhas mundiais Rede de parlamentares pela água. Que essa rede seja baseada principalmente em organizações da sociedade civil.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto foi exposto de modo breve, acenando para uma grande preocupação mundial que não tem solução fácil a curto prazo, ficando um apelo a todos para o cuidado que devemos ter com esse bem comum, fonte de vida para todo o ecossistema da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Tema da Campanha da Fraternidade 2004 - CNBB.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; PETRELLA, RICARDO, O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial/tradução de Vera Lúcia M. Joscelyne, Petrópolis, RJ, Vozes, 2002, p.87&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; ALCA, integração, soberania ou subordinação / org. Emir Sader, SP, Expressão Popular, 2001, p.46&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Houve quatro fóruns mundiais: o primeiro em Marrakesh em Marrocos em 1997; o segundo em Haia, na Holanda em 2000. O terceiro em Quioto no Japão e o quarto no Mexico em 2006 e o quinto será em Estambul em 2009.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; PETRELLA, RICCARDO, O manifesto da água, o.c., p.41&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; GOMES MACIEL, A água não é mercadoria in Ecologia e desenvolvimento, ano 12, número 106, p.16&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; MACAN MARKAR M. , idem, p. 18&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; ECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO, 2003 ano da água doce, idem, p. 28&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; OSAVA MÁRIO, Motivo de guerra in Ecologia e desenvolvimento, idem, p.21&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2144904914200289525#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Cf. PETRELLA RICCARDO, o.c. p.151-153&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-601097140617351854?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/601097140617351854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=601097140617351854&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/601097140617351854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/601097140617351854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/gua-fonte-da-vida1.html' title='ÁGUA FONTE DA VIDA[1]'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzWU1_SoyfI/AAAAAAAAABs/2-oRnqqjOX8/s72-c/C%C3%B3pia+(2)+de+P1010009.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-7336703584478778761</id><published>2007-11-09T13:39:00.000-08:00</published><updated>2008-05-29T02:48:58.581-07:00</updated><title type='text'>GLOBALIZAR A SOLIDARIEDADE É POSSÍVEL</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzTVbvSoyeI/AAAAAAAAABk/BR8N-SiDdSM/s1600-h/CAST.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130960548009658850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px" height="320" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzTVbvSoyeI/AAAAAAAAABk/BR8N-SiDdSM/s320/CAST.jpg" width="249" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Experiência solidária no interior da Amazônia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No coração da mata amazônica, fica localizada a cidade do careiro castanho, numa distância de 100 km da capital do Amazonas – Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castanho fica exatamente a beira da BR 319, única estrada, intransitável, de acesso a outros estados da federação brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se chegar ao castanho, como é conhecido o pequeno município, a população precisa atravessar o Rio Negro e o Rio Solimões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade do Castanho é banhada pelo rio do mesmo nome, com muitas belezas naturais, formados por igarapés e paranas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No castanho há uma população aproximadamente de 28 mil habitantes e sua principal fonte de renda é a agricultura, pesca e extração de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das partes da população que moram na cidade trabalham para o Governo Municipal. Outra parte são pescadores, agricultores e mercado informal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sonho de muitas pessoas é partir para Manaus, a capital, em busca de melhoria de vida e estudo ou viajar a outros Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade do Castanho há graves problemas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesta realidade que se encontra a desigualdade e as contradições sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns conseguem oportunidades para vencer na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras passam grandes dificuldades, entre elas, crianças, jovens, adultosnão e idosos. Muitos não conseguem oportunidades acadêmicas e profissionnais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitas pessoas excluídas do mercado de trabalho e também das salas de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vitimas de um sistema que privilegia quem tem, deixando as pessoas na pobreza e na miséria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para as pessoas e seguindo o Evangelho da Vida a Igreja age solidariamente em favor dos necessitados. Vai ao encontro delas e oferece a mão solidária de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Associacão pio lanteri&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Agora são muitas as mãos que contribuem para que o projeto social da Pio Lantere, Associação ligado a Igreja católica, possa ser levado a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua meta é ser apoio para as pessoas nas diversas fases da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma experiência de valor humanitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercício de solidariedade que acontece a 22 anos no interior da Amazônia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora: pe. Iginio, ir. Roberto, dic. Alcides (falar brevemente dos projetos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja agora como funciona o atendimento das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Creches&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Temos a creche são Francisco e Bom Pastor com 240 crianças atendidas diariamente filhos e filhas de famílias de pais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cuidado com as crianças é demonstrado pelo carinho e a atenção diária dos professores e voluntários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui elas lancham, descasam e estudam e tem assistência medica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vinde a mim as criancinhas”: disse o Mestre Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas são o presente de Deus para uma nova humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São a esperança solidária de um mundo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora: professora (contar sua experiência positiva da cheche) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Recanto Pio Lanteri&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro projeto social da Pio Lantere é o &lt;em&gt;acompanhamento dos adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Fase muito especial da vida do jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias eles recebem alimentação, reforço escolar no espaço do recanto. São atendidas 400 jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambiente agradável e acolhedor, preparado especialmente para receber os jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da alimentação e do reforço escolar, temos também as seguintes atividades: artesanato, esporte, natação e educação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante são as lições de cidadania, dignidade e direitos sociais..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valores evangélicos como amor, paz, justiça e verdade, mas que falados, são experimentados nos relacionamentos diários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que o reforço educacional que estamos oferecendo a esses jovens está transformado as suas vidas e da sociedade do Município do Castanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora com jovem: (destacar importância do recanto para sua vida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto social da Pio Lanteri não para de servir as pessoas. Pe. Iginio e seus colaboradores, a exemplo de Jesus, tem muito amor pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escola profissional de marcenaria e agricultura&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A escola Lateriama é outro projeto pioneiro no Município do Castanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendemos 60 jovens de 13 a 18 anos vindo da zona rural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos jovens que aqui estudaram, melhoraram o sistema agrícola de sua comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que foram para a cidade de Manaus logo conseguiram emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos com a sua profissão ajudam na sustento de suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora com ex-aluno: (a importância de ser um profissional da marcenaria)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Construcões de barcos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O barco é o meio de transporte do caboclo da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem os barcos não nesta região não é possível viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua utilidade são multiplas, do transporte escolar a pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já foram construídos mais de 140 barcos. Todos são utilizados pelas comunidades rurais. Servem para levar os doentes para casa ou trazê-los a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um projeto social de longo alcance. &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Formacão e apoio aos agentes de saúde&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O município tem agentes de saúde, mas não tem medico suficiente para atender a população, principalmente da zona rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na zona rural não há medico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidimos apoiar os agentes de saúde que moram na zona rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria são pessoas simples das nossas comunidades católicas do interior, que atendem pacientes nos igarapés e paranas, longe da cidade horas de viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferecemos aos agentes, formação, barco e gasolina para o transporte dos doentes.&lt;br /&gt;Fornecemos também equipamentos básicos para atendimentos de urgência e microscópio para exames da malaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora: (testemunho) &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Apoio as pessoas idosas&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas idosas são outro foco de nosso projeto social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação e o cuidado com elas marcam a vida de nossos voluntários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os agentes acompanham e levam através da visita o carinho e os medicamentos necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonora: (testemunho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a realização desses projetos em favor das pessoas pobres, estamos concretizando o Evangelho da Vida pregado por Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que com estes gestos solidários, estamos evangelizando as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode ajudar a tornar esse projeto ainda melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite que é possível globalizar a solidariedade, a fraternidade e a partilha com todos os necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses projetos tornaram-se possíveis, graças ao Deus da vida que abençoa com generosidade muitas pessoas que conseguiram expressar sua Fé em atos concretos em favor da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazonia as belezas naturais são importantes, mas se não houver investimos na educação das pessoas desde a primeira idade no futuro não haverá adulto para contar a historia da Amazônia.&lt;br /&gt;.....................................................&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Video&lt;br /&gt;Titulo: Globalizar a esperanca é posivel.&lt;br /&gt;Sub titulo: Uma experiência solidária no interior da Amazônia&lt;br /&gt;Tempo: 20 m&lt;br /&gt;Texto: pe. Geraldo F. Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;....................................................&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Contato para ajuda ou pedido de vídeo: Paróquia N. Sra. de Fátima (Associação Pio Lanteri) – Rua Mamori, 106 – CEP 69.250-000 – Careiro-Castanho/AM – Fone: (92) 3362.1301 / 3362-1182 (fax).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-7336703584478778761?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/7336703584478778761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=7336703584478778761&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/7336703584478778761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/7336703584478778761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/11/globalizar-solidariedade-possvel.html' title='GLOBALIZAR A SOLIDARIEDADE É POSSÍVEL'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RzTVbvSoyeI/AAAAAAAAABk/BR8N-SiDdSM/s72-c/CAST.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-6080476827347199549</id><published>2007-10-08T11:58:00.001-07:00</published><updated>2008-05-29T05:11:28.321-07:00</updated><title type='text'>AOS DISCÍPULOS É CONFIADO REINO</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwqDyey20PI/AAAAAAAAABc/pZSPkR_X5DY/s1600-h/P1010379.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119048829743059186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 268px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" height="240" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwqDyey20PI/AAAAAAAAABc/pZSPkR_X5DY/s320/P1010379.JPG" width="268" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Não tenhas medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o reino”. É impossível não sentir uma certa inquietação existencial, sem assustar-se, diante da missão confiada por Jesus aos seus discípulos. É possível que venha a memória à mesma experiência espiritual ocorrida no coração de Moisés, Elias, Jeremias, Pedro ou Paulo e de tantas pessoas que seguem Jesus. Assim como eles, os novos discípulos são consolados interiormente pelo Espírito Santo, sem abandonar a missão. As palavras de encorajamento vêm do próprio Jesus: “coragem eu venci o mundo”, “estou convosco todos os dias”, “não tenhas medo pequenino rebanho” de ser profeta do Reino em todos os ambientes da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos gestos, palavras e ações de Jesus o Reino acontece. Algo de novo acorre na vida das pessoas: os doentes são curados, os cegos recuperam a vista, os pecadores são perdoados, os pobres são evangelizados e bem-aventurados.Quem encontra Jesus muda de vida, como ocorreu na vida de Zaquel que dá aos pobres 50% do que tem. Com o Reino novas relações de convivência são estabelecidas: não há maior ou menor; todos são irmãos e irmãs, filhos e filhas do mesmo Pai. Ensinou a partilhar multiplicando pão e peixe; ensinou o amor, oferecendo sua vida em sacrifício por todos, ensinou a paz não revidando aos seus perseguidores, ensinou o perdão, perdoando os pecadores. Não são somente palavras, mas realidades evangélicas possíveis de viver hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta profunda e autêntica experiência do Reino é confiado ao “pequenino rebanho” dos discípulos que são convidados a viver com desprendimento total: “vendei vossos bens e dai esmola”. As esmolas do evangelho não são as moedinhas que sobram, mas a partilha dos bens e da vida como fez Zaquel. São estes gestos de desprendimentos dos pequenos que se tornam os fermentos na massa, parábola contada por Jesus, sinais de uma nova sociedade. Aos poucos os sinais do Reino pregado pela comunidade vão crescendo na sociedade. São estes gestos das pequenas ou grandes comunidades que fazem a diferença no mundo que absolutiza os bens de consumo. Essa experiência de entrega total a serviço do Reino nunca pode ser esquecida pelos discípulos, pois o Senhor pode vir a qualquer hora e será rigoroso com quem conhece sua vontade, mas não a vive. É preciso está sempre vigilante, pois “a quem muito foi dado, muito será pedido”. Aos discípulos foi confiado o Reino. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-6080476827347199549?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/6080476827347199549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=6080476827347199549&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6080476827347199549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6080476827347199549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/10/aos-discpulos-confiado-reino.html' title='AOS DISCÍPULOS É CONFIADO REINO'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwqDyey20PI/AAAAAAAAABc/pZSPkR_X5DY/s72-c/P1010379.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-3730428265530195743</id><published>2007-10-08T11:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T05:12:31.841-07:00</updated><title type='text'>ORAÇÃO, DIALOGO DE GRATIDÃO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rwp_kuy20OI/AAAAAAAAABU/YsYjUVqhCDg/s1600-h/P1010342.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119044195473346786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px" height="240" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rwp_kuy20OI/AAAAAAAAABU/YsYjUVqhCDg/s320/P1010342.JPG" width="273" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos de Jesus pedem que os ensine a orar (Lc 11,1-13). Esse pedido dos discípulos se faz ecoar ao longo da historia no coração de cada cristão e cristã e na vida da Igreja, pois somos todos aprendizes da oração. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus é o nosso mestre da oração. É somente com Ele que se aprende a orar. Recordemos que Jesus é uma pessoa que crescia em “sabedoria e graça” (Lc 2, 40), sabia que o Espírito Santo estava com Ele (Lc 4, 18) e sendo de condição divina não se apegou a isso, mas viveu em tudo a sua humanidade (Fil 2, 5). A sua relação de intimidade era tão profunda com o Pai que chegava a afirmar: “Eu e o Pai somos um” (Jo 14, 11). Nesse dialogo profundo de oração, Jesus conhecia a vontade do Pai. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somente contemplando a vida de Jesus nos evangelhos temos as mesmas condições espirituais de realizar a mesma experiência, ou seja, vivermos como Jesus viveu, em intimidade com o Pai. Uma união tão profunda a ponto de afirmamos a certeza de S. Paulo: já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Com essa mesma consciência viveram muitos cristãos e cristãs ao longo da história do cristianismo. Temos vários exemplos: Santa Tereza, Santa Rita, Tereza de Calcutá, João Paulo II e tantos que viveram na intimidade com a Trindade. Com certeza podemos, com a graça do Espírito Santo, realizar hoje a mesma experiência de Jesus, não obstante as dificuldades que nos cercam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas hoje isso não é fácil, pois estamos vivendo em sociedades que fragmentam as relações. As pessoas encontram-se de certo modo fragmentadas em sua existência e também em sua consciência. É fácil constatar essa realidade fracionada em todas as dimensões da vida. Pensemos por exemplo na falta de ética na política. Um problema histórico que envolve todas as nações do mundo que rebenta a existência e influencia negativamente a uma consciência errônea das gerações na pratica cotidiana. O mundo é dos mais espertos na política ou na economia. Podemos pensar também na dimensão sexual, explorada pelo consumismo, que vivido de modo equivocado pode causar sofrimentos. Esse modo de viver estilhaça a realidade das pessoas e dificulta a vivência da espiritualidade evangélica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a oração com absoluta certeza é o caminho que recupera o sentido da existência, dá unidade ao ser e fortalece as ações. Com a vida de oração, ou seja, com esse dialogo de gratidão permanente ao Deus da Vida é possível conhecer melhor a finitude humana e a grandeza do amor do Pai a humanidade. É possivel falar com o Pai Nosso de nossas alegrias, pecados e esperanças. É possível conhecer a vontade do Pai em Jesus Cristo e amar melhor o nosso próximo. Quem ora como Jesus, muda as suas relações consigo e com o outro. Agora, quem ora cuida melhor do outro porque conhece melhor a si, cuida também das coisas do Pai, hoje a natureza pede socorro. É nesse sentido que somos convidados a rezar e meditar o Pai Nosso. Esta oração revela a intimidade de Jesus com o Pai. Era assim que Jesus orava. Rezemos com as mesmas Palavras de Jesus:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, vem a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.&lt;br /&gt;O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamo sa quem nos tem ofendido, não nos deixei cair em tentaçãomas livrai-nos do mal. Amém.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-3730428265530195743?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/3730428265530195743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=3730428265530195743&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/3730428265530195743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/3730428265530195743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/10/orao-dialogo-de-gratido.html' title='ORAÇÃO, DIALOGO DE GRATIDÃO.'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rwp_kuy20OI/AAAAAAAAABU/YsYjUVqhCDg/s72-c/P1010342.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-2453677987656619059</id><published>2007-09-30T03:58:00.005-07:00</published><updated>2008-05-29T05:13:18.152-07:00</updated><title type='text'>OUVIR E SERVIR</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZYRSULcuI/AAAAAAAAABE/6Q_cIsbvCJY/s1600-h/P1010402.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117875080550642402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 286px; CURSOR: hand; HEIGHT: 227px" height="240" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZYRSULcuI/AAAAAAAAABE/6Q_cIsbvCJY/s320/P1010402.JPG" width="286" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lc 10, 38-42 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No Evangelho deste domingo Jesus é o próximo acolhido em casa. Na casa há duas mulheres com atitudes, gestos e palavras diferentes. As duas dialogam com Jesus. Uma se chama Maria e a outra Marta. Maria deixou tudo para escutar a Palavra de Jesus. Marta, ao contrario, não parava de trabalhar, inclusive teve a coragem de questionar Jesus porque sua irmã não lhe ajudava no serviço e ainda ordenou a Jesus: diga a ela que me ajude.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As duas posturas são verdadeiras quando se integram e formam uma unidade. A imagem ideal que representa essa postura evangélica é a imagem do matrimônio: duas pessoas diferentes, um só coração unido pelo amor. Uma aliança perfeita da fé com a vida. Um outro jeito de ver essa unidade na ação evangélica ocorre quando realizamos comunhão, participação e missão. Não são três blocos separados, mas intrínsecos. Olhar desse modo o evangelho de hoje, ajuda a eliminar uma tendência a visão maniqueísta da realidade evangélica, ou seja, fazer exageradamente tudo de um lado por que é bom e condenar a outra parte. Isso significa que uns preferem trabalhar e outros a orar. O caminho seguro, com absoluta certeza é o equilíbrio da unidade interior em nossas ações pastorais. Nos evangelhos podemos perceber Jesus, em suas ações, integrando a realidade em sua vida. Não existe duas vidas. Uma que ora ao Pai e outra que trabalha. Mas uma só pessoa com duas dimensões, vivendo a serviço Reino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, olhando para realidade, sobretudo, socioeconômico podemos constatar que ocorre um certo exagero em fazer coisas. As pessoas adultas estão sempre procurando algo para fazer. Os comércios, os serviços e as industrias funcionam diuturnamente em todo o mundo. Não se pode parar. O tempo é dinheiro. As coisas se tornaram um feiticismo. Com certeza é preciso estudar, trabalhar, negociar, passear e festejar, mas não se pode absolutizar essa realidade como se fosse a única verdade na vida. O problema esta na absolutizacão das coisas. Muitas pessoas estão amando as coisas mais que a Deus e ainda reclamam de Deus que não ajuda. Sejam elas pastorais, sociais, econômicas ou afetivas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É nesse sentido que Jesus chama atenção de Marta que anda muita preocupada e agitada com os serviços de casa. Para os cristãos e cristãs, não tem sentido essas preocupações se não for regada com a Palavra de Deus. Somos convidados a ouvir o Senhor para melhor servir as pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-2453677987656619059?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/2453677987656619059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=2453677987656619059&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/2453677987656619059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/2453677987656619059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/09/ouvir-e-servir.html' title='OUVIR E SERVIR'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZYRSULcuI/AAAAAAAAABE/6Q_cIsbvCJY/s72-c/P1010402.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-3722997669855403137</id><published>2007-09-30T03:58:00.004-07:00</published><updated>2008-05-29T05:15:14.007-07:00</updated><title type='text'>A VIDA “NÃO CONSISTE NA ABUNDÂNCIA DE BENS”</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZUOCULctI/AAAAAAAAAA8/ZG7NK_x3Ahg/s1600-h/P1010735.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117870626669556434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 173px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" height="240" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZUOCULctI/AAAAAAAAAA8/ZG7NK_x3Ahg/s320/P1010735.JPG" width="289" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lc 12,13-21 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo Jesus chama atenção de alguém que lhe pede a intervenção na separação da herança. Jesus responde a esse alguém com uma pergunta: “Quem me encarregou de julgar ou dividir vossos bens?” Notemos que essa pessoa não tem nome, mas possui bens e está preocupado com a sua parte, a ponto de pedir a intervenção de Deus na divisão do patrimônio familiar. Esse alguém pode ser qualquer pessoa que esteja com essa mesma preocupação. Essa preocupação exagerada com as coisas é um problema sério ao longo da história da humanidade. As pessoas nunca souberam conviver com os seus bens, de modo que a riqueza sempre fascina as pessoas, causando alegrias e sofrimentos. Recordemos a inveja e a ganância de Caim, a esperteza de Judas e a fraude de Ananias e Safira; as invasões e crescimentos dos antigos impérios babilônicos, egípcios, gregos e romanos com desejo de conquistar novos territórios; as grandes navegações do milênio passado em busca de riquezas e novas terras ao preço de morte dos aborígines; mas recentemente recordemos as guerras do século passado e a pretensão das nações jovens em dominarem com armas, estratégias econômicas e culturais; hoje as grandes bolsas de valores onde correm grandes investimentos de capitais voláteis. Como podemos constatar, há muitas riquezas e bens que nem sempre a humanidade soube administrar em favor de todos. De certo modo a ganância e o egoísmo fazem parte do coração humano. O que pela lei natural devia ser de todos, tornou-se propriedade de poucos, causando sofrimentos às pessoas e a natureza. Quanto as pessoas, são mais de um bilhão que passam fome, enquanto a natureza sofre as consequencias do desenvolvimento irracional. Tudo isso é fruto da ganância humana, embora haja um discurso de desenvolvimento humano e econômico, com sustentabilidade das regiões pobres. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É nesse sentido que Jesus chama a atenção: “tomai cuidado contra todo tipo de ganância (...), a vida de um homem não consiste na abundância dos bens”. Essa é a verdade. A vida das pessoas em comunhão com a natureza é um valor imensurável. O dinheiro, os bens e as coisas que fazem parte da vida não devem escravizar o sujeito. São importantes, mas em relação à vida são relativas. Ajudam na realização, mas não podem ofuscar o verdadeiro sentido da existência, a ponto de ofuscar a caridade e a solidariedade para com o próximo necessitado. Lamentavelmente existem situações em nossa sociedade em que os bens são mais importantes, causando grandes injustiças sociais. Podemos pensar nas pequenas ou grandes relações. No casamento os bens adquiridos ao longo dos anos não podem ser mais importantes que o amor conjugal. Nas comunidades cristãs o zelo pelos bens não podem ser mais importante que o objetivo da missão. Desse modo, podemos pensar nas articulações e acordos políticos em vista da ganância pessoal em detrimento da coletividade ou da exploração de pessoas pelas pequenas ou grandes empresas em vista do lucro maior. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cuidado coma vida, adverte Jesus na parábola. Não façais como o homem rico que só pensava em acumular, descansar, comer e aproveitar a vida com os seus bens. A vida “não consiste na abundância de bens”. Por isso, somente um verdadeiro encontro com Jesus é possivel deixar que Deus seja o mais importante em nossas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-3722997669855403137?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/3722997669855403137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=3722997669855403137&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/3722997669855403137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/3722997669855403137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/09/vida-no-consiste-na-abundncia-de-bens.html' title='A VIDA “NÃO CONSISTE NA ABUNDÂNCIA DE BENS”'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZUOCULctI/AAAAAAAAAA8/ZG7NK_x3Ahg/s72-c/P1010735.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-8494077143229808443</id><published>2007-09-30T03:58:00.002-07:00</published><updated>2008-05-29T05:14:47.825-07:00</updated><title type='text'>COMPAIXÃO PELA VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZPACULcrI/AAAAAAAAAAs/QAjLBhx6DDA/s1600-h/P1010147.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117864888593248946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px" height="240" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZPACULcrI/AAAAAAAAAAs/QAjLBhx6DDA/s320/P1010147.JPG" width="278" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lc 10,25-37 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parábola contada por Jesus a pessoa caída na estrada não tem nome. Uma pessoa é sempre importante. Não importa quem ela seja, criança, jovem, adulto, idoso, doente, migrante. Jesus disse que essa pessoa foi atacada por outras pessoas que lhe roubaram tudo. Deixaram-na muitas feridas em seu corpo, quase morta, incapaz de se levantar, caída à beira da estrada, esperava a morte ou alguém que pudesse socorrê-la, pois não tinha forças para se erguer do chão. Tamanha era a sua dor que chegara a perder o sentido da vida. Muitas pessoas que transitavam pelo mesmo caminho viram a sua situação de sofrimento, mas decidiram ir para o outro lado evitando-a, assim, a socorrê-la. Muitos que estavam no mesmo caminho pensaram: “ta numa situação de morte é melhor que morra mesmo” ou “não há mais jeito para essa pessoa, vou cuidar dos meus interesses pessoais, pois já estou atrasado para os meus negócios e devo também ir a igreja fazer as minhas orações, pois sou uma pessoa com obrigações religiosas”. O fato é que a pessoa continua caída na estrada e muitos continuam a mudar o caminho para não ter que olhar de perto a situação do próximo. Quem é o meu próximo?&lt;br /&gt;O próximo é a pessoa que está no chão, ferida pela sociedade globalizada que privilegia a economia em detrimento das pessoas. Nesta sociedade consumista mundializada as pessoas são sutilmente surradas em sua dignidade onde só tem vez quem tem conhecimentos, dinheiro, etiquetas sociais. As pessoas estão quase mortas, caídas nas esquinas ou nas periferias das cidades! Sentem vergonhas de mostra o rosto. Os negócios são mais importantes, daí sobra pouco tempo para ver as pessoas caídas. São milhões que estão caídos, esperando a compaixão de corajosos e audaciosos samaritanos. Mas o próximo não se ver com os olhos da cara, mas com os sentidos interiores. O coração do Samaritano estava cheio de compaixão, por isso viu a situação do próximo e teve o cuidado com a sua pessoa. Sem compaixão no coração, não é possível ver o próximo. Como a sociedade pode ver o próximo se no seu coração o egoísmo é grande?&lt;br /&gt;Para recuperar a verdadeira experiência de compaixão, precisamos nos envolver com o Evangelho. Não repetir as palavras ou enfeitar o exterior, mas deixar a Palavra assumir a nossa existência. Deixá-la tomar conta do nosso interior até assumir todo o nosso ser. Seremos Palavra de Deus viva que vai ao encontro dos caídos, numa sociedade que esquece o seu próximo. Seremos samaritanos criativos, assim como o Mestre. Não desviaremos o caminho. Enfrentaremos qualquer situação para cuidar do próximo necessitado. O Próximo necessitado precisa de mim! Só é possível vê-lo e cuidar com compaixão pela vida! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-8494077143229808443?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/8494077143229808443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=8494077143229808443&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/8494077143229808443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/8494077143229808443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/09/compaixo-pela-vida.html' title='COMPAIXÃO PELA VIDA'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwZPACULcrI/AAAAAAAAAAs/QAjLBhx6DDA/s72-c/P1010147.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-7150683598807738284</id><published>2007-09-30T03:58:00.001-07:00</published><updated>2008-05-29T05:17:23.209-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comentario'/><title type='text'>QUANDO OFERECERES UM BANQUETE, CONVIDA OS POBRES</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwEVXIadjSI/AAAAAAAAAAk/d55jdOw90OE/s1600-h/P1010797.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116394138809240866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px" height="240" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwEVXIadjSI/AAAAAAAAAAk/d55jdOw90OE/s320/P1010797.JPG" width="248" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lc 14, 1.7-14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Palavra de Deus por si só já diz tudo. Temos somente que obedecer e seguir seus ensinamentos e seremos felizes em nossa existência. Na Palavra de hoje, Jesus oferece mais um ensinamento: “quando ofereceres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos” da cidade e do interior. Estas pessoas necessitadas eram deixadas à margem pela sociedade do tempo de Jesus, tanto por parte dos religiosos da época, representada na parábola pelos fariseus, como pela organização social dos governantes. Havia um ciclo maldito que impedia as pessoas necessitadas de terem oportunidades para se integrarem na sociedade e viverem com dignidade. Por serem pobres não podiam pagar o dizimo ao templo ou as taxas para o governo. Se não tinham recursos não eram abençoadas por Deus e continuavam pobres. É neste contexto que Jesus prega o Reino, invertendo a lógica do banquete. No banquete dos fariseus somente pessoas influentes e importantes eram convidadas. Exibiam-se disputando os melhores lugares a mesa ou na sociedade. No banquete aconselhado por Jesus os convidados devem ser “os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos”. Neste banquete do Reino todos têm vez e oportunidades para viverem. São todos irmãos e irmãs e ninguém passar necessidades ou é excluído da vida. Exige conversão de mentalidade e coração. Recordemos que Jesus nos deu vários exemplos: curando os doentes, devolvendo-lhes saúde e integrando-os ao convívio social; acolhendo os pecadores e abrindo os olhos aos cegos para que possam enxergar a si, o outro e a Deus. De modo que as atitudes de arrogância, desprezo pelos pobres, falta de sensibilidade e solidariedade com o próximo e a busca pelo primeiro lugar desqualifica o sujeito de participar do banquete do Reino. Por isso Jesus afirma: “quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não tomes o primeiro lugar”. Em nossa sociedade a busca pelo primeiro lugar, a fama e o prestigio foi sempre um anseio humano em todas as épocas históricas da humanidade, mesmo que tenha de pagar um preço alto. Assim funcionam muitas organizações econômicas, sociais, políticas e religiosas. Agem da mesma forma as marcas de produtos, serviços ou idéias tentando com estratégias diversas ocupar o primeiro lugar na mente das pessoas. Predomina de certa maneira a tendência do ter para ser mais forte e poderoso. No capitalista o pensamento econômico de mercado contagiou a muitos e determina comportamentos e decisões na vida. O importante é o resultado econômico da estratégia planejada em grandes banquetes que considera o lucro mais importante em detrimento da dignidade das pessoas, não obstante, algumas tímidas iniciativas de políticas de responsabilidades sociais e ambientais que servem apenas para calar a consciência empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentavelmente, o cenário político da sociedade brasileira pode ilustrar muito essa busca desenfreada pelo primeiro lugar, principalmente em época de eleição. É fácil constatar no grupo farisaico dos políticos, com rara exceção, a busca desenfreada pelo primeiro lugar, mesmo que tenham de roubar o dinheiro do povo para enriquecimento pessoal e elícito; pagam grandes jantares as pessoas escolhidas; se dizem pessoas da lei, mas driblam a lei e compram votos dos pobres; sabem que se forem pegos, podem se esconder atrás do dinheiro e de amigos importantes em outros poderes. Uma cascata de impunidades ocorre também em outros setores da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido os ensinamentos evangélicos de Jesus são luzes que eliminam a avidez pelo primeiro lugar e sacia toda busca humana. Urge uma profunda experiência do Evangelho pelos cristãos e comunidades, sem repetir atitudes farisaicas, tornando-se através do testemunho evangélico sinal do Reino na sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-7150683598807738284?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/7150683598807738284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=7150683598807738284&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/7150683598807738284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/7150683598807738284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/09/quando-ofereceres-um-banquete-convida.html' title='QUANDO OFERECERES UM BANQUETE, CONVIDA OS POBRES'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/RwEVXIadjSI/AAAAAAAAAAk/d55jdOw90OE/s72-c/P1010797.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2144904914200289525.post-6819902775395852100</id><published>2007-09-30T03:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T05:16:39.497-07:00</updated><title type='text'>LÁZARO, DEUS AJUDA OS POBRES</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rv_5p4adjRI/AAAAAAAAAAc/9LrTOyaWgII/s1600-h/P1010019.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116082199629499666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rv_5p4adjRI/AAAAAAAAAAc/9LrTOyaWgII/s320/P1010019.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lc 16, 19-31&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Geraldo Ferreira Bendaham&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Lendo e contemplando a parábola contada por Jesus, segundo S. Lucas, percebemos que Jesus continua ensinando seus discípulos. Nesta a parábola, Jesus trata de um assunto muito importante para vida dos seus seguidores e para vida da humanidade. Trata-se da questão da riqueza e da pobreza. Um assunto tocado por diversas vezes no evangelho de Lucas. (Cf Lc 12,13-21; 21, 1-4). Leia também Mateus 19,23; 6,24). Jesus disse: “Havia um homem rico que vestia roupas muito caras e todos os dias dava uma grande festa. Havia também um homem pobre, chamado Lázaro, que tinha o corpo coberto de feridas, e que costumavam largar perto da casa do rico. Lázaro ficava ali, procurando matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do homem rico. E até os cachorros vinham lamber as suas feridas. O pobre morreu e foi levado pelos anjos para junto de Abraão, na festa do céu. O rico também morreu e foi sepultado. Ele sofria muito no mundo dos mortos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordemos que no tempo de Jesus uma pessoa como o Lázaro não tinha oportunidade de entrar no templo para rezar e nem pertencia à sociedade, pois era uma pessoa doente e pobre. Os doentes eram vistos com pessoas impuras. De modo que eram excluídos e sem dignidade. Viviam mendigando pedaços de pão das mesas dos ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar no Lázaro do Evangelho de Lucas, inevitavelmente, nos faz pensar nos Lázaros de nossa sociedade. Quantos Lázaros existem na cidade? Mendigando? Doentes? Tristes? Sem casa, sem salário? – Não basta pensar. É preciso agir. Assim com Deus ficou do lado de Lázaro, somos todos convidados a trabalhar pela partilha e solidariedade. Não somente em épocas de Natal ou Páscoa, mas trabalhar para que o sistema modifique, através de pequenos gestos em nossas comunidades. Comecemos com o testemunho de nossas pastorais, atentas a uma evangelização que vai ao encontro das pessoas, principalmente as pessoas que mais precisam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peçamos a Deus que o nosso testemunho comunitário e social possa contagiar também os ricos, afim de não terem o mesmo fim do rico da parábola que no fim da vida, após festas e desprezo pelo pobre Lázaro foi para o inferno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2144904914200289525-6819902775395852100?l=compartilhi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://compartilhi.blogspot.com/feeds/6819902775395852100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2144904914200289525&amp;postID=6819902775395852100&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6819902775395852100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2144904914200289525/posts/default/6819902775395852100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://compartilhi.blogspot.com/2007/09/lzaro-deus-ajuda-os-pobres.html' title='LÁZARO, DEUS AJUDA OS POBRES'/><author><name>Geraldo F.  Bendaham</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05960763359287889151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://bp0.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/SDc6mXOCBII/AAAAAAAAAZk/QiENz621riM/S220/IMG000058.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_l6JtMQi6Iu8/Rv_5p4adjRI/AAAAAAAAAAc/9LrTOyaWgII/s72-c/P1010019.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
